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sábado, 29 de julho de 2017

TATUAGENS... FAZÊ-LAS OU NÃO? O QUE A BÍBLIA DIZ SOBRE ELAS?


Para muitas pessoas pode ser uma dúvida relevante, então tenha a sua dúvida esclarecida de uma vez por todas. Veja abaixo:


“Hoje eu não faço mais tatuagem e não aconselho ninguém a fazer”. Poucas pessoas associariam essa afirmação a Rodolfo Abrantes. Com os braços quase cobertos por tatuagens, muitas do período em que atuou como vocalista da banda secular Raimundos, e a imagem de um candelabro tatuada no pescoço, feita após sua conversão, o músico conta que tatuar-se era algo habitual: “Quando eu me converti, eu continuei fazendo tatuagem porque já fazia muito e eu confesso que não sentia muita paz nisso. Durante meu processo de conversão, senti Deus falar comigo que eu não precisava mais daquilo. Quando decidi parar, senti muita paz. Desde então, nunca mais fiz tatuagem alguma. Quando eu continuei me tatuando depois de convertido, só transferi uma coisa que eu já era para dentro da minha nova vida. E realmente eu não precisava mais disso”.



Em entrevista ao Portal Guia-me, Rodolfo expressou o que pensa hoje sobre tatuagem: “Na real, eu acho que tatuagem é uma grande ‘duma vaidade”. “As pessoas dizem: ‘Eu vou para Jesus, mas eu vou levar tudo o que eu gosto’. Mas têm certas coisas que talvez Deus queira simplesmente tirar do teu coração. Eu interpreto da seguinte forma: quando eu senti que era Deus falando comigo, que era para eu parar de fazer tatuagem, creio que era uma ordem simples, que se eu conseguisse obedecer, eu conseguiria obedecer a ordens maiores também. Eu cumpri e senti uma paz tremenda. Toda vez que eu obedecer a Deus, vou sentir Paz”, explica o cantor.
Vista como forma de expressão, símbolo de rebeldia e juventude, a tatuagem possui diferentes estilos, que vão do tradicional ao maori, estilizado, psicodélico, religioso, tribal, entre outros. Seus temas variam tanto quanto as personalidades das pessoas que as fazem. As imagens escolhidas podem ser definidas pelo contexto histórico, influências musicais, modismos, ideologias e crenças. Crenças que chegaram à igreja e dividem opiniões. Aceita por algumas denominações e pastores, condenada por igrejas e lideranças, a “tatoo” divide opiniões até mesmo em interpretações de trechos bíblicos, como o de Levítico 19:28 – “Não fareis lacerações na vossa carne pelos mortos; nem no vosso corpo imprimireis qualquer marca. Eu sou o Senhor”.


Para o professor de teologia Carlos Vailatti, o versículo faz parte de um contexto maior, um “código de santidade”: princípios para demonstrar ao povo de Israel elementos indispensáveis ao relacionamento com Deus. Na opinião de Valilatti, é importante destacar também a palavra ‘marca’: “Esta palavra é derivada do hebraico qa´aqa´, cujos significados básicos são: ‘incisão, tatuagem’. Já na Septuaginta (a tradução grega do Antigo Testamento hebraico – datada do III século a.C.), a palavra ‘marca’ é a tradução do grego stikta, palavra esta derivada do verbo stizo, ‘fazer um sinal com um instrumento agudo ou candente; pintar, tatuar; fazer sinais com golpes’ [...] Deus não quer que Israel pratique esses hábitos pagãos e se comporte como as demais nações que vivem ao seu redor. Deus quer que Israel seja uma nação santa, isto é, uma nação separada para servi-lo e que tenha um estilo de vida diferente das demais”. Para o teólogo, o trecho inicial do versículo de Levítico 19:28, relaciona-se a 1 Reis 18:28: “No confronto entre Elias e os adoradores de Baal no monte Carmelo, onde vemos que estes últimos ‘se retalhavam com facas e com lancetas, conforme o seu costume, até derramarem sangue sobre si”.
No entanto, Sandro Baggio, líder do Projeto 242, igreja que há mais de dez anos trabalha com pessoas da cultura alternativa e dedica-se a missões urbanas, entende que o trecho de Levítico não pode ser aplicado à tatuagem. “Trata-se de uma lei específica direcionada a um povo em particular. Aqueles que querem aplicar essa lei para o contexto de hoje (usando este versículo para proibir as pessoas de fazer tatuagem) precisam estar dispostos a aplicar também os versículos anteriores que proíbem vestir roupas de tecidos diferentes, plantar sementes de diferentes espécies no mesmo jardim e aparar a pontas do cabelo e da barba. As pessoas não estão fazendo tatuagem por causa de qualquer ritual relacionado a mortos, mas como expressão estética”, explica o líder.
Baggio fez a primeira tatuagem em 1988, logo após sua formação no seminário teológico. Para ele, tatuar-se é uma forma de expressão corporal e cultural: “Antes era particular de alguns povos e culturas, mas como o mundo se tornou uma aldeia global, a tatuagem (assim como outras expressões culturais) ganhou espaço nos mais diversos meios e contextos. A única diferença entre fazer uma tatuagem e uma pintura ou mesmo corte de cabelo é que a tatuagem tem uma característica mais permanente e não pode ser removida facilmente. Portanto, exige-se que se pense muito mais antes de se fazer uma tatuagem do que, por exemplo, antes de tingir os cabelos ou fazer dreads neles”.

Símbolo de rebeldia?

Tatoo, do taitiano tatau, significa marcar. O nome foi dado por James Cook, o capitão inglês que descobriu o surfe e, em 1769, ficou admirado ao chegar ao Taiti e ver a população local coberta de desenhos em vez de roupas. A população da região era conhecida como maohis, ou maoris na Nova Zelândia, povo que tatuava-se em rituais ligados à religião. As imagens significavam status e poder, marcavam a passagem da infância para a maioridade, ou contavam as histórias da família e da tribo. Mas, os primeiros registros de pigmentação com tintas sobre a pele remetem há pelo menos 5 mil anos. No Egito, também foram encontradas múmias tatuadas, que datam do período entre 4000 e 2000 a.C.
Na América,tatuar-se também era prática das civilizações maia e asteca. No Japão feudal, criminosos eram marcados para que fossem identificados como maus elementos. Tempos depois, em meio a um forte clima de opressão dos governantes, organizações ostentavam tatuagens como símbolo de transgressão ao poder vigente. Assim, surgiu o famoso dragão da Yakusa, a máfia japonesa, imagem comum de muitas tatuagens no mundo.
Com todo esse contexto histórico, a tatuagem é vista, ainda hoje, como símbolo de rebeldia. O pastor Eduardo Silva, conhecido como pastor Edu, conviveu com muitos “irmãos tatuados” até gravar uma mensagem em seu braço e conta que recebeu com isso muitas críticas. Membro da igreja Renascer em Cristo, foi o primeiro a escrever em seu corpo, a frase “Renascer até morrer”. “A minha motivação veio num momento em que a Igreja sofreu um forte ataque. A intenção dos que nos atacavam era na verdade o fechamento e extinção da Igreja Renascer, como se as portas do Inferno pudessem prevalecer contra a Igreja de Cristo. Muitas pessoas comentavam que a Igreja não sobreviveria a esse momento, isso foi em fevereiro de 2007. Sou pastor desde janeiro de 1993, mas atuo no ministério desde jovem”, conta o Pr. Edu, que revela que a atitude trouxe grande repercussão: “Algumas positivas, outras violentamente negativas. O que me causa estranheza, é que a tatuagem afeta tão somente a minha vida. No que diz respeito à minha comunhão com Deus ou santidade, não aumenta ou diminui. Mas, muitos foram contumazes em dizer que essa atitude era fruto de uma alienação, que éramos como gado marcado etc. Apenas entendo que não devemos julgar para não ser julgados!”. Ele explica a iniciativa narrando a passagem bíblica de II Samuel 15:21: “Em meio à guerra, Davi contava com homens valentes como Itaí (II Sm 15,21), que estavam em aliança, para vida ou para a morte. Não adianta estar em aliança apenas quando tudo vai bem. Baseado nesse princípio é que muitos de nós escolhemos essa frase. A igreja, corpo de Cristo, estava sendo atacada, o rebanho precisava ser protegido e pastoreado e algumas pessoas e instituições se esqueceram desse conceito de corpo! Como pastor, senti o desejo de deixar clara a minha posição em favor do rebanho”.
Para o reverendo Baggio, pessoas que consideram tatuagens símbolos de rebeldia estão “estacionadas no tempo”. ” Hoje em dia, tatuagem não tem absolutamente nada a ver com rebeldia, mas sim com estética. Sem dúvida que há preconceitos por parte de algumas pessoas (religiosas ou não), mas qualquer coisa pode ser passível de preconceito, principalmente expressões culturais. Preconceito é fazer um juízo superficial a partir de idéias ou conceitos pré-estabelecidos. O profeta Samuel fez um ‘pré-conceito’ ao procurar ungir o futuro rei de Israel. Cristãos que seguem a Bíblia não deveriam fazer ‘pré-conceitos’ com relação à aparência das pessoas, mas infelizmente não é isso o que acontece. Pessoas sofrem preconceitos por se vestirem de certa maneira, por causa do seu penteado (ou por não ter nenhum penteado) de cabelo, pelo modo como falam (se sua linguagem não for cheia de chichês evangeliquês, não é espiritual) etc. Eu já sofri preconceitos por todas as coisas, mas geralmente depois que as pessoas me conhecem, elas percebem que tais coisas são superficiais e acabam deixando o preconceito de lado”, narra o reverendo. A segunda tatuagem de Baggio veio para cobrir a primeira. “Aquela velha tatuagem era bem “old school” e no ano passado decidi cobri-la com um novo desenho. A velha tatuagem foi feita com um desenho de uma pomba e uma cruz e eu estava pensando do texto bíblico que diz que Cristo estabeleceu a paz por meio da cruz. A nova tatuagem é um desenho celta do ganso selvagem, o símbolo celta do Espírito Santo. O que esse desenho expressa para mim é a afirmação de que fui selado pelo Espírito e meu desejo profundo de viver a grande aventura da vida guiada por Ele”, expõe o líder do Projeto 242.
Mas, para o professor Carlos Vailatti, a tatuagem pode ser compreendia como elemento de rebelião: “Ela pode representar a aderência aos movimentos da contra-cultura, como, por exemplo, o movimento punk da década de 80, o qual estava associado com formas de protesto social e anarquismo. Além disso, ela também pode ser vista como um símbolo anárquico dentro da própria igreja, de acordo com postura que certas denominações adotam com respeito a ela”.
Fazer-se igual para ganhar os diferentes?

Líder do Projeto 242, que tem como alvo missionário evangelizar pessoas marginalizadas socialmente, como: mendigos, prostitutas e dependentes químicos, Sandro Baggio não compreende a tatuagem ou outros visuais como agentes de evangelização. “Isso depende muito mais do testemunho de vida e caráter, no poder do Espírito Santo, do que na aparência”, aponta.

“Creio ainda que existem tatuagens que são puramente estéticas e muitos irmãos tatuados, são instrumentos para alcançar essas tribos ou grupos alternativos. Muitas pessoas que me perguntavam a respeito da tatuagem acabaram ouvindo a respeito da fé em Jesus e da obra que ele realizou em minha vida. Mas não quero usar esse argumento. Creio que devemos ter acima de tudo respeito e amor. Só pra constar assim que possível vou fazer outra. Tatuados ou não, cabeludos ou não, com maquiagem ou sem, com brinco, com piercing, pentecostal ou tradicional, o que conta mesmo é sermos novas criaturas. No mais, vivamos em paz uns com os outros (I Ts 5,13)”, expressa o pastor da igreja Renascer em Cristo, Edu.
Para o cantor Rodolfo Arantes, o fato de ter tatuagens só o aproxima de outras pessoas tatuadas ou grupos alternativos, à medida que elas o enxergam com uma pessoa mais parecida com Cristo.”Cara, se tem alguma coisa em mim que possa ter atraído alguém, é mais pelas as pessoas que estão fora da igreja e estão vendo: ‘Pô, aquele cara todo tatuado tá pregando. Aquele cara todo tatuado tá fazendo a obra de Deus, aquele cara todo tatuado está adorando Jesus com a guitarra na mão. Quer dizer que eu também posso?’. Eu creio que numa hora dessas, se tem algo que eu possa aproveitar, é mais por poder mostrar que Jesus Cristo renova todas as coisas e que não interessa quem você é, o que você fez, não interessa as marcas que você carrega. Se você entregar sua vida para Deus, ele vai te usar [...] O link que a gente tem que ter com essas pessoas perdidas, com as pessoas que a gente quer alcançar, é o link do amor. Amar as pessoas independentemente das diferenças delas. Às vezes nos afastamos das pessoas que são diferentes, que estão afundadas em trevas, como se a gente tivesse que manter distância, como se fosse contagioso e não é, a gente é que é contagioso, é o nosso amor que vai mostrar se a gente é de Jesus ou não, eu acho que é muito mais por aí”, explica Rodolfo. Para ele, quem busca Jesus está procurando novidade de vida: “Em tudo que eu já li a respeito de Jesus na Bíblia, eu nunca ouvi dizer que ele precisou se parecer com as prostitutas para falar do amor de Deus para elas. Eu nunca o vi tendo que se parecer com o endemoninhado gadareno para falar de Jesus para ele. Tudo o que ele fazia é ser luz nas trevas, é isso o que a gente precisa. Quem faz a diferença na vida de uma pessoa é a Palavra de Deus e não qualquer artifício. Isso é uma estratégia humana muito da ‘mixuruca’ perto do que é o poder de Deus”.
Da mesma forma, o teólogo Vailatti entende que Jesus também interagiu com grupos alternativos e marginalizados de sua época, mas comportou-se de forma diferente. “Acredito que a tatuagem pode sim auxiliar na evangelização de tais grupos, tomando como hipótese que aquele que os evangeliza também está tatuado. Isso cria uma identificação entre ambos. Porém, uma vez que o exemplo a ser seguido pelos cristãos é Cristo (cf. 1 Jo 2.6), temos que ter em mente que o que havia em Jesus que atraía as pessoas era justamente o fato dele ser “diferente”, e não “igual” aos demais. Dito de outra forma, se Jesus vivesse em nossos dias ele certamente não precisaria se tatuar para evangelizar pessoas tatuadas, pelo mesmo motivo pelo qual também não precisou se tornar mendigo para proclamar o evangelho a estas pessoas. Aliás, Jesus também interagiu com os “grupos alternativos” de sua época, tais como “as prostitutas, os leprosos, os mendigos e os coletores de impostos”, dentre outros, os quais, assim como os grupos alternativos de hoje, também eram marginalizados pela sociedade. Todavia, o que atraía as pessoas em Jesus, entre tantas outras coisas, era o seu amor incondicional por elas, o seu respeito pelos excluídos da sociedade e a sua falta de preconceitos para com todos. Jesus conquistava pessoas de todas as camadas sociais não porque se adaptasse a cada uma delas, mas sim porque ele continuava a ser ele mesmo dentro do pluralismo religioso, cultural e social de sua época. Acredito que o nosso maior desafio nos dias de hoje seja evangelizar tais “grupos alternativos” (seja lá quais forem) sem, contudo, perder ou anular a nossa própria identidade”.
Fonte: Gospel+

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

O TESTEMUNHO DE UMA JOVEM CHAMADA BÁRBARA... É DE FATO UMA PENA QUE TANTAS VEZES ALGUNS CRENTES SE OCUPEM EM PRESCRUTAR APENAS QUE IGREJA IR OU DEIXAR DE IR...VEJA ESSE TESTEMUNHO!



Vitória surpreendente

Aos 12 anos, Bárbara já era mulher de bandido e ajudava no tráfico. Aos 15, fugiu para o Rio de Janeiro, onde foi aliciada para ser garota de programa. O que a vida reservou a esta jovem?


Neia Meneses
redacao@folhauniversal.com.br


Uma reportagem feita em 2010 pelo canal BBC, de Londres, revelou dados alarmantes sobre o turismo sexual no Brasil. De acordo com uma investigação realizada pela emissora, as crianças e adolescentes são os atrativos principais para a vinda de turistas em busca de sexo fácil. São meninas que “vendem” a hora por 5 dólares em troca de serviços. Para estas jovens, os dez clientes que costumam ter por noite são suficientes para a compra do crack, droga muito comum nesta área. Estima-se que mais de 250 mil crianças brasileiras estejam perdendo a infância para a prostituição.


Outro drama vivido por estes brasileirinhos se refere ao aliciamento por parte de traficantes para integrar uma quadrilha. Muitos se iniciam no mundo do tráfico em comunidades como “olheiros”, onde cumprem a função de avisar os demais companheiros sobre a entrada da polícia ou facções rivais. Munidos de armas potentes, estas crianças em sua maioria vêm de lares onde a situação financeira dos pais é crítica e, assim, acabam se deixando levar pelo fascínio do dinheiro fácil.


O drama de Bárbara


Bárbara Oliveira, de 29 anos, cresceu em um lar destruído. A mãe era traficante e usuária de drogas. Com medo que a matassem, ela a trancava em casa a fim de protegê-la. “Minha mãe era viciada em cocaína, bebia bastante e de 6 em 6 meses se relacionava com mulheres. Eu presenciava tudo isso e nunca conheci o meu pai. Ela serviu aos encostos por 17 anos e quando os largou, a situação só piorou”, conta.

Tentando melhores condições de vida e a proteção da mãe, que aos poucos foi perdendo o controle da própria vida e de seus atos, Bárbara começou a traficar no lugar dela, passando a andar armada. “Eu era conhecida como a ‘princesinha do pó’ e só andava bem-arrumada. Nessa época, estava morando com um traficante. Era respeitada, considerada, vivia uma vida de rainha, mas era deprimida, infeliz. Despertava inveja nas outras mulheres; mesmo sem querer, fiz inimizades. Até pela inexperiência, pois era uma criança e me tornei intolerante. Apesar de nunca ter matado ninguém, gostava de ver as pessoas morrendo. Eu não tinha mais sentimento algum por nenhum ser humano”, comenta.


A morte da mãe de Bárbara era uma tragédia anunciada. Totalmente dominada pelo vício, nos momentos de lucidez implorava para que ela não usasse drogas. “Lembro que me pedia isso constantemente... Era uma mulher linda, mas que se destruiu com o vício. Eu a amava demais e, pensando que a estava ajudando, levava cocaína para ela, pois sem a droga ela ficava louca, quebrava tudo o que via pela frente. Na minha concepção da época, era uma forma de tentar ajudá-la.”


Mas todo o esforço da filha não foi capaz de salvá-la da morte. Um ano depois, quando Bárbara tinha 14 anos, sua mãe foi assassinada por traficantes. “A morte dela foi brutal. A molestaram sexualmente, estrangularam, deram um tiro na cabeça e ainda queimaram o corpo dela na rua. Não pude identificar o cadáver no Instituto Médico Legal (IML), porque estava irreconhecível e eu era menor de idade”, revela.

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Após o assassinato da mãe, ela se viu praticamente só, sem família ou parente algum, além da irmã. Foi nesta época, que Bárbara encontrou abrigo na casa de Rachel de Carvalho Oliveira, de 66 anos, a quem chama carinhosamente de mãe. “Ela sempre passava alguns períodos em minha casa, mas após a morte da mãe, ela acabou ficando por mais tempo”, declara.


E agora? O que faço?


Lágrimas, um enterro simples e duas filhas desamparadas. Assim terminava a história de Sandra, mãe de Bárbara. “Ficamos sentadas no meio- fio, chorando e sem saber para onde ir. Decidi fugir com a minha irmã. Como somos filhas de pais diferentes, a levei para a casa dos avós paternos e fui viver a minha vida, mas prometi que um dia voltaria para buscá-la. Neste momento vi o quanto a minha vida era desgraçada. Chorei por mim e por minha irmã que tanto amava”, recorda sem conter as lágrimas.


Ódio, muito ódio. Desprezo pelas pessoas, ausência de sentimentos bons e perspectivas. Assim ficou a adolescente ao constatar que estava sozinha e sem rumo.


Aliciada pela prostituição


Com a vida destruída e sozinha, com 15 anos, ela saiu de São Gonçalo, região metropolitana do Rio de Janeiro, para tentar uma nova vida na capital. Com saudades da irmã, passando fome, sem casa, à mercê da violência urbana, a vontade de Bárbara era morrer. Por diversas vezes ela relata ter tentado o suicídio, mas, por causa da promessa feita à caçula, acabava desistindo da ideia. Ao chegar a Copacabana, zona sul do Rio, Bárbara foi aliciada por uma mulher para ser garota de programa, mas ao se deparar com as meninas mais experientes, recuou.


“Elas me disseram que meu corpo não suportaria o ‘ritmo de trabalho’ e que, para isso, eu precisaria cheirar muita cocaína. Apesar de ter crescido no meio do tráfico, eu nunca usei, pois tinha medo de me tornar uma viciada como a minha mãe. Não aceitei e saí correndo. A dona da casa me bateu e disse que eu não precisaria fazer programas, somente atender as ligações e lavar as roupas de todas as outras prostitutas. Aceitei porque não tinha jeito, eu precisava comer. Mas lavava roupa de mais de 20 pessoas. Ficava exausta”, conta.


A beleza da jovem chamava atenção dos clientes que a assediavam, oferecendo altas quantias por um programa com ela e a cada recusa apanhava da cafetina.


Água gelada? Não, água do vaso sanitário


“Após tanto sofrimento, eu fui evangelizada por um rapaz, que hoje já morreu. Ele havia se afastado da Igreja Universal do Reino de Deus e me disse: ‘Vou te levar a um lugar que vai mudar a sua vida. A minha não mudou porque eu não quis, mas você precisa ter essa oportunidade’. Eu fui por consideração, pois não acreditava que minha vida poderia ser transformada. A única coisa que ele me pediu foi para abrir meu coração quando chegasse lá”, lembra.


Bárbara conheceu a IURD de Botafogo ainda com 15 anos. Segundo ela, a libertação não foi fácil, mas ela perseverou por acreditar que aquela era sua última chance. “Quando a cafetina descobriu, passou a me dar comida estragada e água do vaso sanitário. Ela também não me deixava tomar banho, para que na Igreja as pessoas sentissem o mau cheiro e não me aceitassem. Mas isso não aconteceu, pelo contrário, as obreiras me tratavam como filha”, conta.


Sem ter outro lugar para ir, algumas vezes dormia na casa da cafetina, onde era trancada ou passava a madrugada na praia de Botafogo a fim de conseguir participar das reuniões. “Na casa dela, se eu quisesse comer comida fresca ou beber água gelada a condição era não ir para a IURD, mas eu perseverei, porque tinha a certeza de que era lá que a minha vida ia mudar”, enfatiza.


Sem condições de perdoar


Determinada a ter a vida transformada, Bárbara buscou e alcançou a libertação, porém, o sentimento de mágoa persistia e não conseguia perdoar aqueles que lhe fizeram tanto mal. “Me batizei nas águas e, como eu ainda morava na rua, as outras pessoas achavam que eu não tinha mudado em meu interior, mas, a transformação total obtive quando eu consegui perdoar. Em seguida, fui batizada com o Espírito Santo, aí consegui amar todos os que fizeram mal a mim e a minha família”, diz.


Após a conversão, Bárbara cumpriu a promessa feita à irmã. “Só voltamos a nos ver quando ela voltou para me buscar. Ela cuidou de mim e hoje é uma grande mulher de Deus. A vida dela hoje é só vitória”, diz a irmã Cíntia Cristina da Silva Longobuco, de 23 anos, no que concorda a amiga Vanessa de Oliveira, de 31.


“Estudamos juntas na adolescência. Acompanhei a sua luta com a mãe dela que era viciada em drogas, chegando ao ponto de dever aos traficantes e sendo morta por eles. Quando isso aconteceu, Bárbara ficou desnorteada. Ela entrou de cabeça na vida do crime, foi mulher de traficante. Apesar de ter medo de usar drogas, se envolveu muito na vida do crime. Graças a Deus foi transformada pelo Poder de Deus”, garante.


Uma nova mulher


O esposo de Bárbara, pastor Claudio Oliveira, que na época era membro do Força Jovem, observava o comportamento dela e acompanhou o processo de libertação e conversão da garota. “Muitas pessoas, quando souberam que me interessei por ela, me falavam para desistir porque ela só ia me atrapalhar. Nem mesmo as pessoas de dentro da Igreja acreditavam na mudança. Começamos a conversar, oramos e, como ela ainda morava na rua, pedi para que fosse morar com a minha irmã”, revela.


Cerca de um ano depois, eles se casaram e hoje servem a Deus no altar. “Somente o Deus Vivo, que é amor, poderia fazer o que Ele fez por mim. Eu falo para esse rapaz, para essa jovem, que há um caminho de vitória, há um Deus que pode tirá-lo dessa situação, desse barraco, dessa vida de sofrimento. Ele quer te dar a paz, que é o que eu tenho hoje”, assegura Bárbara.

Leia mais: "Bárbara", a nova minissérie da Record
Colaboraram: Vanessa Sendra, Ivonete Soares, Jorge O’hara


Fonte: Folha Universal de 28 do 08 de 2011

sexta-feira, 25 de março de 2011

EX-MÓRMON, EX-ATEU E EX-EVOLUCIONISTA TEM ENCONTRO REAL COM DEUS APÓS LONGO E PERSISTENTE CAMINHO



Três anos depois e ainda seguindo forte, um homem continua a provar aos ateus que sua conversão não foi uma “infração cerebral temporária.”
Cristão nominal, o missionário Mórmon, ateu, e agora Cristão nascido de novo, Richard Morgan recentemente falou ao Apologetics315 sobre sua mudança de vida, ou salvação, experiência sem referência no site infame de Richard Dawkins.
Conhecendo seu testemunho de sua pesquisa religiosa quando mais jovem, Morgan percebeu que ele estava constantemente em busca de algo, espiritual ou não.
Abraçando respostas na forma que assumissem, ele se viu um Mórmon quando encontrou dois missionários Mórmons. Mas depois de se tornar um missionário, ele começou a ter sérias dúvidas sobre suas crenças, o que depois o levou a abandonar aquela religião de uma vez.
Buscando cegamente ainda por algo para se ater, Morgam revelou em sua entrevista, “eu estou consciente que provavelmente muito mais do que buscando a Deus eu estou buscando um contexto social onde eu possa ser aceito. Eu penso basicamente que todos nós, lá no fundo, estamos todos buscando ser aceitos de alguma maneira ou de outra.”
Tendo crescido sem a necessidade de um apoio moral, contudo, à medida que  se tornou adulto, Morgan um dia começou a ler o livro de Dawkins, O Relojoeiro Cego, o qual revolucionou a sua vida e fez fazer sentido para tudo o que ele havia vivenciado.
O livro deixou clara uma coisa: Não havia nada para buscar, então pare de buscar e siga em frente a sua vida.
“Eu não sinto que eu virei ateu, o sentimento foi mais de que eu me dei conta que eu sempre fui um,” expressou Morgan. “Eu tive um sentimento de que eu nunca realmente acreditei em Deus mas eu estava buscando por alguma razão psicológica não saudável [para acreditar]… saindo como um ateu foi realmente uma experiência de Aleluia para mim.”
O interesse de Morgan na evolução aumentou dramaticamente depois de ler o livro, redirecionando sua atenção para o entendimento da natureza de coisas vivas ao redor dele mais do que tentando entender as coisas que estavam em cima.
Mais do que um debate religioso, foi o seu interesse em evoluir que o levou a seguir Richard Dawkins. Ao encontrar a website atual do autor, Morgan ficou entusiasmado em comunicar-se com cientistas e filósofos quem poderia oferecer mais visão dentro da evolução.
Mas mais do que discutir a natureza da evolução no “oasis da lucidez,” Morgan ficou horrorizado ao descobrir em seu primeiro fórum que mais da metade das pessoas dedicavam suas vidas dizendo coisas rudes sobre os crentes usando uma linguagem extremamente suja.
“Eu não sei se você viu ‘A Rede Social’ mas há um ponto onde uma mulher diz ao seu personagem principal ‘Fique somente em seu quarto escuro e faça comentários sarcásticos porque é isso que o que a raiva faz nesses dias.’”
Depois de testemunhar a discussão em primeira mão, o recém-evolucionista concordou que a Internet era mais um lugar onde as pessoas podiam esconder-se no anonimato e dizer todas as coisas rudes como um tipo de terapia.
Ainda buscando por respostas, Morgan continuou a ser parte da comunidade, atraído para a discussão sobre a carta aberta da David Robertson respondendo ao primeiro capítulo de Dawkins de A Desilusão de Deus.
Solicitado a escrever uma resposta para cada capítulo de Dawkins no livro, o pastor Scottish eventualmente compilou todas as cartas em um livro chamado As Cartas de Dawkins.
Criticando o livro nos fóruns, membros começaram a atacar as cartas até um dia que o próprio Robertson apareceu nas discussões e começou a defender os pontos que ele fez.
“Eu não sei quantas horas ele deve ter ficado somente respondendo bem calmamente e polidamente às pessoas que estavam enviando os mais violentos insultos e críticas,” relembrou Morgan. "Ele somente continuava voltando e ocasionalmente, com poucas palavras das Escrituras citadas em seu discurso geral.”
Incapaz de entender o que havia de errado com Robertson, Morgan postou uma questão nas discussões perguntando por que o pastor continuava voltando e que resultado ele esperava. Um dos posters experientes do fórum comentou: “é somente um outro Cristão buscando atenção.”
“Sim, David Robertson estava buscando atenção mas não era para David Robertson. Nós todos sabemos que ele estava buscando atenção,” expressou o agora Cristão, Morgan.
Por vários dias os ataques continuaram, até que um dia alguém respondeu que David Robertson era um mentiroso. Mas Morgan ao longo de todos os tópicos não havia notado isso e perguntou onde o pastor havia mentido, trazendo-lhe um ataque de críticas também.
“Eu era provavelmente tão ignorante para ver onde que ele estava mentindo,” lembrou-se Morgan.
À medida que o tempo passou, ele começou a ver mais e mais a brutalidade e crueldade dos chats, relembrando um post chocante onde o administrador do site publicou um artigo sobre um profeta extremista russo que tentou cometer suicídio quando sua data de previsão para o fim do mundo não havia se tornado realidade.
Uns posters em resposta à história que o profeta caído falhou em sua tentativa de colocar sua vida ao fim. Chocado com o nível de desumanidade, Morgan quis saber como uma pessoa civilizada poderia dizer que eles queria ver alguém morrer. Escrevendo um protesto para alguma forma de humanidade nos fóruns sobre seu choque e decepção com os membros, um membro respeitado no site simplesmente respondeu ao seu posto com um LOL – dando gargalhadas.
Foi então que Morgan percebeu que ele não quis ser parte dessas pessoas. “Eu não estou condenando todos os ateus,” ele esclareceu na entrevista. “Eu estou falando sobre os ateus anônimos nas discussões da internet e mensagens que eles expressam que são extremamente negativas, infantis e cheias de ódio…”
Voltando para as respostas de Robertson para todas as “maldades e hostilidades,” que o próprio Morgan era parte, compondo uma música para insultar o pastor, Morgan releu os debates e ficou impressionado com aspectos severos da participação de Robertson.
Primeiro, sua persistência e presença contínua nas discussões impressionaram Morgan. Robertson sempre voltava e às vezes se levantava duas horas antes na manhã para responder adequadamente no momento das críticas.
Em segundo lugar ele se defendeu de uma maneira robusta enquanto não hesitava em desejar o bem de todos. Ele não era o humilde e manso Cristão que dizia “Eu amo todos e vocês são todos bons,” mas o tipo de Cristão que se parou para defender o que ele acreditava.
Imprimindo todas as páginas dos posts de Robertson, Morgan leu todos os posts novamente e não encontrou mentiras. O que ele descobriu ao invés disso foi humildade, inteligência, sensibilidade, e diversas referências da Bíblia.
Em seu estado confuso, sem Deus ou uma comunidade de ateus a quem recorrer, Morgan começou a postar no fórum do The Free Church of Scotland, do qual o pastor era parte.
Escrevendo para Robertson sobre como ele apreciou suas respostas e comentários, Morgan compartilhou como ele não podia acreditar em Deus. “Eu não sou um ateu porque eu quero ser um ateu. Eu não sou um ateu feliz. Eu sou um ateu porque eu não consigo acreditar em Deus.”
Em resposta ao post de Morgan, Robertson, o “bolo de frutas residente” nos fóruns de Dawkins, perguntou-lhe duas coisas que mudaram sua vida subsequentemente: 
1) Por que você não acredita em Deus? 
2) O que poderia fazer você acreditar em Deus?
Descartando a primeira questão como tola, a reação inicial de Robertson para a segunda questão foi “certamente não há prova e evidência.”
Neste momento, a resposta instintiva de Morgan conjurou a sua memória, provavelmente de seus dias anteriores como Mórmon, o verso, “Nós amamos porque ele nos amou primeiro.” E naquele instante, Morgan entendeu a expressão “graça maravilhosa.”
“Eu tinha certeza de que Deus existia sem nenhuma explicação racional de sua existência, que ele me amou sem esperar para amá-lo, que ele me amou incondicionalmente sem esperar que eu merecesse.”
“Ciência e filosofia são manifestações maravilhosas das capacidades enormes da mente do ser humano, mas a Palavra de Deus é verdade, e verdade é o que me libertou,” afirmou Morgan. “Somente uma relação pessoal com Deus pode nos trazer para uma verdade significativa, pessoal e transcendental.”
Em sua experiência renovada com Deus, ele voltou ao site de Dawkins e postou sobre sua nova fé pelo qual muitos responderam com insultos vis e comentaram: “Você precisa de aconselhamento” e “Isso é uma infração cerebral temporária.”
Mas agora, três anos mais tarde, a “infração cerebral temporária” que afetou Morgan continua a persistir. Morgan está ainda maravilhado e sente o amor de Deus ainda mais agora todos os dia, estando ligado a uma Igreja, da qual Robertson o indicou.
“Eu não deixei de conhecer tudo o que eu sabia antes e não me esqueci de tudo que aprendi sobre a evolução ou, de repente, perdi o interesse. Eu [apenas] fiquei consciente de quão limitado isso era, como não poderia responder a necessidades mais profundas do homem.
“Há uma citação famosa do francês que diz:” No coração de cada pessoa há um vazio ( um buraco ) no formato de Deus. “Sou consciente da presença desse buraco no formato de Deus e que somente o amor de Deus pode preenchê-lo.”
Aconselhar os fiéis a falar com pessoas em sua língua e manter linhas abertas de comunicação como Robertson tinha antes nos fóruns, Morgan comentou: “Não adianta falar a verdade, se você está falando uma língua que a pessoa na frente de você não pode entender.”
“É importante entender que os ateus são oriundos de seus argumentos modernos e quantas refutações válidas existem na mensagem cristã a todas estas críticas.”
Falando aos ateus, Morgan disse: “A ciência e a filosofia não tem resposta para tudo. Se você estiver disposto a ouvir com uma mente aberta e um coração aberto e simplesmente dizer ‘talvez eu não possua toda a verdade,” isto é um ato de humildade e sei que Deus nunca rejeita ou ignora os atos de humildade.”
Referindo-se a Apocalipse 3, onde Jesus falou: “Eis que estou à porta e bato,” Morgan concluiu: “Jesus não o convidou para vir e bater na sua porta. Ele diz, ‘eu estou aqui, eu estou em pé na porta, e bato. “Tudo que você tem a fazer é abrir a porta e convidá-lo a entrar.”
O testemunho de Morgan é agora uma parte da edição renovada das Cartas de Dawkins, por David Robertson.
Christian Post / Portal Padom ( com correções de tradução )

segunda-feira, 21 de março de 2011

FÃ DO OFICINA G3 TOCA A CANÇÃO DA BANDA...SÓ QUE ELE NÃO TEM OS BRAÇOS...


Através de um post no perfil oficial do Oficina G3 no Twitter muitas pessoas conheceram um exemplo inspirador de superação. Um jovem chamado Jonathan Bastos emocionou a todos pois ele não olhou para sua deficiência física ao tocar a música Meus Próprios Meios do álbum Depois da Guerra.
Ao divulgar o vídeo a banda escreveu:
“Olhem esse rapaz que não viu na sua deficiência física, uma barreira. Inspirador!”

Assista abaixo ao vídeo divulgado pela banda:





Quer ouvir a música de fundo e ver a perfórmace da Banda Oficina G3? Então ouça e veja:



Fonte: You Tube

domingo, 20 de março de 2011

SÊ FORTE E CORAJOSO, DIZ A BÍBLIA...VEJA ESSE VÍDEO E ENTENDA PORQUE

Certa vez perguntaram a Jesus por que alguém tinha nascido daquela maneira, ao que Ele, o Senhor respondera prontamente, que nem ele nem seus pais haviam pecado para que tal se sucedesse mas tal se deu para a glória de Deus. Sem maiores explicações veja o vídeo e tire as suas conclusões e lembre-se não é o único caso no mundo, nem o primeiro e nem será o último.



O VENCEDOR DO CONCURSO DE TALENTOS CHINÊS EM 2010, 

Liu Wei, um pianista sem braços. Amanda Holden, jurada do Britian's Got Talent, chora ao vê-lo se apresentar:



Fonte: YouTube

sábado, 5 de março de 2011

CRISTINA MEL EM "SOM DO AMOR" E A REGRAVAÇÃO DE "JERUSALÉM E EU" DE DENISE CERQUEIRA

A cantora evangélica Denise Cerqueira tinha uma voz poderosa que pode ser ouvida em seus cds ainda disponíveis de alguma maneira ( vale a pena ). Ela e seus esposo consumidos pelo zelo evangelístico sucumbiram, primeiro ele vítima de uma bala perdida e ela do sono ao dirigir seu próprio automóvel em viagem de volta de um trabalho evangelístico. Mártires pela melhor das causas o legado do casal que deixou filhos órfãos de pais terrenos mas não de Deus tem nessa belíssima canção evangélica uma referência de testemunho e de fé.

Essa é a primeira regravação oficial, de maior repercussão fora a interpretação feita por ocasião do Troféu Talento, que homegeou postumamente a cantora Denise Cerqueir,a feita por uma das Kades Singers a grande cantora  Adriana Marques, interpretação magnífica por sinal. Agora é a vez de Cristina Mel no seu novo CD, SOM DO AMOR pela MK music, a melhor canção do CD sem dúvida, embora não inédita, ela por si faz com que o CD deva ser adquirido mais de uma vez e presenteado a alguém ( ou a si mesmo, eu já comprei dois cds originais do mesmo artista, nuca se sabe e depois não acha mais ).

Ouça agora Jerusalém e Eu com a bela, não! belíssima voz e mais bela ainda, a interpretação da nossa grande irmã, a doce Cristina Mel!




Fonte: You Tube

sábado, 29 de janeiro de 2011

BANDA JÓ:42 DA IGREJA BATISTA GETSÊMANI EM BELO HORIZONTE

O rock trouxe graças a sua fórmula inicial uma forma de expressão menos séria sob certo aspecto, explico: quando um tema ou assunto fica pesado e todas as partes já são incapazes de formular uma leitura mais facilmente apreendida do que é colocado, a fórmula do rock encurta esse percurso tornado-o de certa forma mais claro. As vezes isso é benéfico, as vezes constitui-se num crasso desastre. Aposto no primeiro caso.

Cristãos e mais especificamente crentes evangélicos, podem ser tentados em ser aceitos pelo mundo e contornar a sua fé com a visão muitas vezes anti-Deus e anti-bíblica    e assim serem aceitos, serem ouvidos e quem sabe consigam converter pessoas a Cristo. Porém chega um momento que a oposição então explícita e objetiva que o mais recomendável é "chutar o balde" e reconhecer que o que cremos e pregamos sempre será loucura para os que não crêem. Antes deixá-los com sua anti-fé do que perdermos a nossa em uma tentativa covarde de adaptarmos o que cremos ao que eles decididamente não desejam crer. Nisso se enquadra a canção"Loucos por Jesus" da banda  Jó:42 de belo Horizonte, Minas Gerais.

Por Helvécio S. Pereira

Veja o bem humorado clip de" Loucos por Jesus"  da Banda Jó:42 de BH



Fonte: You Tube

sábado, 22 de janeiro de 2011

A NOVA RAINHA ESTER



Portas abertas são como oportunidades encontradas na Bíblia no passado? 


Talvez sim. Veja:


Dias antes de ganhar o título de Miss Estados Unidos, a jovem de, Teresa Scanlan, 17, disse que estar em concursos de beleza tem fortalecido a sua fé em Cristo.


  A menina vinda de Nebraska, educada por seus pais em casa, foi coroada no sábado passado, num hotel de Las Vegas.

  “Me dei conta de que posso ver a mão de Deus operando, e posso perceber o Seu tempo perfeito e entender o Seu plano”, confirma Scanlan. “Para mim, foi muito tranquilizador saber que tudo está debaixo do Seu controle”.

Scanlan, que venceu outras 52 concorrentes para chegar à coroa, planeja estudar direito, tendo em vista uma carreira política após o seu reinado de um ano. A jovem disse que a bolsa de estudos de 50 mil dólares ajudará a pagar sua matrícula na escola de direito Patrick Henry College.


“Quero estar aí, segura de defender o que é correto, defender a integridade e a honestidade”, disse aos repórteres depois de ser coroada.

“Neste ponto, os advogados e os políticos são depreciados e têm uma reputação terrível por serem gananciosos e famintos por poder”, acrescentou Scanlan. “E eu creio, realmente, que é importante para as pessoas terem seu coração e sua mente no lugar adequado para entrar nessas posições”.

Scanlan foi educada em casa durante um grande período de sua vida, após foi à escola pública secundária.

Ela tem seis irmãos e disse que seus pais a animaram a entrar em concursos como uma forma de pagar por sua educação.


Tradução: Gospel Prime
Fonte: CBN / www.padom.com.br



Leia Mais: http://padom.com.br/nova-miss-estados

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

EVANGELISMO ACULTURADO: "PIRANHAS DE JESUS"


Conheça as “Piranhas de Jesus”, o ministério evangélico para prostitutas

Fonte: Redação Gospel+ em quinta-feira, 18 novembro 2010 
Conheça as “Piranhas de Jesus”, o ministério evangélico para prostitutas
Conheça Annie Lobert, ex-prostituta dedicada a uma única missão: salvar as piranhas de Las Vegas.
Lobert e sua missão de fé, que ela batizou de “Hookers for Jesus” [Piranhas de Jesus, em tradução livre], serão o tema de “Hookers: Saved on strip“, documentário em três partes. Esse programa especial do canal Investigation Discovery estreia dia 8 de dezembro, nos EUA.
“Toda vez que eu era presa e os policiais me chamavam de ‘piranha’, aquilo realmente me ofendia. Um dia estava pensando que, se queria chegar nessas mulheres, entrar em cassinos e dizer: “Meu nome é Annie. Eu posso ajudá-la a mudar sua vida”, seria uma coisa estranha. Então pensei no nome “Piranhas de Jesus”. Acredito em Deus, além disso fui uma prostituta e agora quero ‘pescar’ essas piranhas”, disse Lobert ao The New York Post.
As câmeras de TV seguem Lobert enquanto ela tenta ensinar a ex-garotas de programa como mudar de vida. No episódio de estreia, a ênfase é a história de Regina. Ela vem de uma família de classe média de Nova Jersey e caiu na prostituição quando estava na Marinha (onde conheceu seu cafetão).
Annie Lobert, 43, é natural do Minnesota. Ela trabalhou como prostituta em Las Vegas por mais de 10 anos. Só abandonou essa vida depois de quase morrer de overdose e de sofrer repetidamente abusos físicos de cafetões violentos.
Ela começou o “Piranhas de Jesus” em 2006. Posteriormente, iniciou a parceria com a Igreja do Sul, de Las Vegas. Foi o seu pastor, Benny Perez, que ajudou Lobert a montar a “Casa do Destino” – um abrigo para ex-prostitutas que as auxilia a recomeçar a vida (arranjando emprego, moradia etc.)
“As outras igrejas não receberam as meninas como eu gostaria que elas fossem recebidas. Mas foi quando viemos para esta igreja que realmente eles ajudaram a mudar a vida das meninas”, diz Lobert.
“Depois que essas mulheres largam seus cafetões, acabam ficando sem casa, sem roupas, sem jóias, sem dinheiro e sem carro. Antes eu as levava para meu pequeno rancho ou as colocava em hotéis. Então Benny disse: “Gostaria que tivéssemos uma casa para estas meninas?”
“Nós a chamamos de Destiny House [Casa do Destino]. O nome surgiu porque eu tive um aborto espontâneo e nome da criança seria Destiny.”
A história de Lobert, que inclui a relação com seu marido, Oz Fox – guitarrista da banda de metal cristão Stryper – imediatamente pareceu interessante para um programa, diz Henry Schleiff, presidente do Investigation Discovery, parte da rede Discovery Channel.
“Certamente é algo que se enquadra na nossa ênfase: o conceito de que uma pessoa pode fazer a diferença. Apreciamos histórias fascinantes, e vemos Annie como uma mulher que viveu essa vida… mas agora está tentando salvar outras dessa indústria crescente, violenta e perigosa. Todo ano cerca de 100.000 mulheres são compradas e vendidas nos Estados Unidos contra a sua vontade. Essa minissérie colabora com nosso desejo de lançar uma luz sobre essa questão séria. Faremos isso de uma maneira divertida mas que, ao mesmo tempo, vai gerar o debate “, finaliza Schleiff.
Nossa nota: Aculturação é um conceito antropológico, cunhando inicialmente cunhado por antropólogos norte-americanos e é um dos aspectos da atual sociedade globalizada. Uma cultura ( comportamento, aspecto ) se funde ou modifica a outra, ou ainda é modificado por outra ainda que formalmente.

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