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sexta-feira, 1 de abril de 2011

CRENTES CURIOSOS

Interpelado por um leitor, ao qual considero a sua interpelação até certo ponto legítima, já que por enquanto seu coração tem mais dúvidas e perguntas do que respostas, pois ainda não teve o encontro pessoal com o próprio Senhor, e nem por Ele foi ainda tocado... ouvi a sua reclamação de que as respostas dadas a algumas de suas indagações foram evasivas, por parte de cristãos católicos e  crentes evangélicos ( embora eu pense sinceramente que nenhum de nós tem exatamente a obrigação e principalmente a autoridade, para dar a última palavra a questões oriundas na nossa curiosidade e pior, dúvida natural. Ao que se deva saber as Escrituras tem a resposta, cada um a ache por sua própria conta ou não. Quanto ao crente a sua autoridade é para ser testemunha do Evangelho e portanto de Jesus Cristo. Alguns errôneamente extrapolam a essa que é a mais nobre  das atribuições divinas confiadas ao homem que a Ele conhece.

Entretanto duas coisas tem sido novidade para mim graças a tecnologia da informática e principalmente da web: 

             A primeira: a maldade dos autodenominados cristãos e até mais especificamente crentes evangé licos, uma maldade que supera muitas vezes e de longe, com a justiça, a exercida por incrédulos. O grau de ofensa, desprezo, ataques e alegria em denegrir o outro, em se autoproclamar acima do outro, seja do crente, do irmão de fé, é de corar o mais sensível a este tipo de coisas;

             A segunda: a busca por respostas que não sejam exatamente as respostas às questões primordiais, sejam da vida como um todo, concernetes à vida cristã, e acerca do próprio Deus.

Não defendo a ignorância, pois nas Escrituras vejo, percebo, um Deus que deseja que entendamos os Seus elevados propósitos, e que atinjamos o seu alto padrão, daí o uso da razão, da capacidade de compreensão e de reconhecimento das coisas como elas realmente são. Não sou contra a verdadeira e boa ciência, que a cada dia descobre "segredos" lá a espera, de que no devido tempo, os compreendamos, e façamos bom uso dessa compreensão. Não a coloco no lugar de Deus como a guardiã da verdade absoluta, capaz de descobrir o que lhe é, de certa forma velado, por estar  fora de seu natural alcance.

Não sou contudo a favor da religião, que em nome de seus esquemas particulares, fecha a porta a toda e qualquer nova possibilidade, temendo inconscientemente perder a sua suposta "autoridade" e última palavra sobre tudo. Mas há um limite, que é o de justamente perceber que Deus não se insere por Sua própria elementariedade, nem como objeto da ciência e nem como objeto da especulação religiosa.

Se contudo, se estabelece um rompimento desse limite, Deus deixa de ser "Deus", ainda que sob pretensa justificativa e se transforma em um "deus" dependente de nossos cuidados, tais quais são os ídolos de pedra, de barro, de madeira, ou de metais preciosos. Deus é Deus, é o que Ele é, e pronto!

Fala-se, dessa forma sobre Ele não como uma testemunha de Seus maravilhosos feitos, mas com o olhar de um cientista da religião, de um doutor em divindade (?! ), de um teólogo, que sem nenhum pudor ou resquício de humildade legítima, produz discursos e textos elaborados acerca dEle. Temos perguntas, temos curiosidades legítimas? Se temos comunhão com Ele e verdadeiramente a nós, destina-se a promessa que Ele mesmo, através do Seu Espírito, nos GUIARIA EM TODAS AS COISAS, como estamos confusos, e hierarquizamos tão porcamente o que é importante e o que não é importante, o que é essencial e o que é aleatório? 

Será que nem de longe imaginam que não é só o pecado que nos faz diferentes dEle? Aliás o pecado nos fez igual a Ele ( Deus ) conhecedores do bem e do mal e diferentemente dEle incapazes de lidar com essas duas possibilidades. Sem o pecado ainda seríamos menores do que Ele, simples homens, não sabemos porque, maiores do que os anjos, mais valiosos que pardais, cujas cada alma em si, vale mais do que o mundo inteiro. Como tratá-Lo sem temor? Como falar dEle sem temer ser ( e de fato somos ) ouvidos? Como esperar agirmos sem sermos observados? Como ter qualquer ação sem temer sermos julgados? O ladrão da cruz ( um deles ) disse, Como não temes a Deus?

O temor a Deus, o verdadeiro princípio da sabedoria segundo a Bíblia, só pode ser exercido e cultivado pessoalmente, individualmente. Não é possível temer junto com a igreja, temer junto com o pastor, temer junto com o irmão da fé. Se teme a Deus no coração ou não. Trata-se de um limite interno, secreto, pessoal entre você e o Seu Deus. As vezes mão teremos respostas nem as nossas curiosidades e nem as nossas necessidades, como expresso por Jó quando disse: "Não recebi de Deus o bem, por que não receberia dEle o mal?" Jó não tinha resposta, nenhuma que satisfizesse a razão de sua sua situação, reservou a Deus a total e plena soberania pelo simples e único fato de ser Deus. O falta do temor afasta Deus e abre brecha para o pecado. Toda vez que peco ( e peco sem até perceber ), o faço por deixar Deus fora da minha ação, ainda que por segundos ou minutos, inconscientemente imagino que Ele não está observando o que faço, penso ou digo.

Tem dúvidas e perguntas? fale com Ele na sua comunhão com Ele. Ele poderá na Sua soberania não dizer nada, e nesse caso satisfaça-se  com o Seu segredo com relação a você. Talvez Ele lhe ilumine e lhe dê a resposta, mas essa é uma situação para os humildes que como Maria guardam tudo nos seus corações. Talvez lhe diga não, como a Paulo,por três vezes sobre um tal "espinho na carne". E daí Ele é Deus. Esqueceu-se alguma vez disso? Então lembre-se e arrependa-se já. Nosso Deus nos abençoe.

Por Helvécio S. Pereira


SOBRE A CURIOSIDADE

curiosidade é a capacidade natural e inata da inquiribilidade, evidente pela observação de muitas espécies animais, e no aspecto dos seres vivos que engendra a exploração, a investigação e o aprendizado. A curiosidade faz parte do instinto humano, pois faz com que um ser explore o universo ao seu redor compilando novas informações às que já possui. Também se designa desse modo qualquer informação pitoresca.A curiosidade é mais uma característica do instinto animal.



Curiosidade humana

curiosidade humana é o desejo do ser humano de ver ou conhecer algo até então desconhecido. A curiosidade, porém, quando ultrapassa um limite pré-estabelecido pela ética social, como por exemplo a invasão de espaço alheio, pode ser reprimida. Alguns termos populares podem designar alguém demasiadamente curioso: xereta, bicão, intruso, intrujão, olho de tandera, etc.

Fonte: Wikipedia



bíblia online

Pesquisa bíblica


  

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

VOCÊ AMA A PALAVRA DE DEUS OU A SEUS PRÓPRIOS PENSAMENTOS? A VERDADE É QUE IMPORTA OU A SUA OPINIÃO?



O caminho do homem nesse mundo, começa ao nascer, passa pela adolescência, juventude, maturidade, velhice e morte. Não como escapar desse processo a não ser morrendo prematuramente ou antes que o ciclo todo se complete. A salvação do homem passa pelo evangelho e pela pessoa de Jesus Cristo unicamente. Por mais que uma pessoa qualquer ame uma das igrejas  cristãs disponíveis dentro de sua cultura, país, nação , cidade, bairro, etc, elas podem no máximo apontar com maior exatidão ou não para a pessoa do Salvador, único nome dado para que qualquer um de nós possa ser salvo.

A salvação pela graça, conhecida amplamente na época de Jesus, na origem da igreja cristã, a igreja primitiva, ofuscada três séculos depois e novamente  resgatada  quase doze séculos mais tarde, pode hoje ser ainda ofuscada por liturgias, práticas aculturadoras e doutrinas que se esforçam em explicar em detalhes as minúcias da revelação bíblica e aspectos vários da relação homem-Deus criador.

Posto isso após todas as barreiras que ocasionalmente obstam o contato do homem  perdido com a verdade salvadora, que de fato o salva e reestabelece a sua relação com o único Deus, esses mesmos homens se degradiam por minúcias doutrinárias, ora de menor peso, ora de maior peso, e algumas ardentemente defendidas como troféus, e repetidas por seus defensores com dedicação e paixão, ignorando a arbitragens divinas, que aparentemente, não se mistura com nossos interesses quase sempre bastante pessoais e de zelo egoístico.

Os discursos e reflexões parecem nunca terem fim pois embora aparentemente esgotados, cada grupo tem uma artilharia preparada e treinada que excluem exatamente aquilo que poderia indicar sua incoerência. Além do mais poucos, uma vertdadeira minoria teria maior condições e preparo para, se quisessem honestamente possibilitar uma melhor posição. Os demais apenas repetem o que é dito por uma parte ou por outra, em pedaço, em retalhos que ao se olhar para eles sem a cosnciência do todo, ora parecem se encaixar perfeitamente e ora não, para cada um dos lados que se posicionam opostamente.

A dificuldade de definição clara relacionada a um número expressivo de exemplos concretos consistentes torna impraticável uma definição da melhor posição. A maioria parecem expectadores de partidas de tênis cujas cabeças ora se voltam para um lado e ora para o outro da quadra, enquanto a bola vai e vem.
Nesse processo, por economia compreensível, alguns se fixam em uma posição ou outra, e passam a vida defendendo a todo o custo  tal posição a partir de uma minúscula trincheira.

Destaco duas, defendidas por pessoas que amam ao Senhor , e crendo nele são salvas, graças a Deus.

Samuel Falcão, calvinista, e não só defensor de sua posição, mas alguém que dedica a sua vida a proclamar a sua forma de compreensão da relação de Deus conosco, e ensiná-la, cita um teológo importante, também calvinista, B. B. Warfield, quando esse afirma claramente, sem incongruências de discurso:

“Não podemos pensar em Deus senão como um ser que determina tudo o que acontece no mundo, deste mundo que é produto do seu ato criador. Todas as coisas sem exceção estão dispostas por ele, e sua vontade é a última palavra para tudo o que acontece, é ele que dirige os passos dos homens, quer eles saibam ou não, quem ergue e derriba; abre e endurece o coração; e cria os pensamentos e intentos verdadeiros do coração.”

Tal declaração  tem implicações naturais inegáveis como por exemplo: eu estou escrevendo o que o que você lê só porque nós dois estamos sendo movidos por Deus a fazê-lo, eu enquanto escrevo, ou antes penso o que escrevo, e você quando decide visitar esse blog e ler essa postagem, sempre. Nas coisas boas é assim e nas terríveis também. Se o encontro e o mato, Deus o matou através de mim e você veio ao meu encontro através de Deus. Quando isso é dito teológicamente com expressões teológicas em grego a pessoas religiosas, geralmente uma plateia cativa ou sucetível ao que lhes é dito, parece algo lógico, mas que repensado livremente não pode ser a luz da realidade e de infinitos eventos reais.

Segundo essa cosmovisão, e não há como minorar as suas consequências lógicas, todas as criaturas de Deus são meros fantoches e todos os eventos parte de um roteiro detalhado e sem nenhuma possibilidade da menor alternativa e tal realidade assim defendida com unhas e dentes parece inegável pois é aparentemente legitimada por uma total soberania divina . Desse modo também qualquer evento bíblico, é prova cabal dessa pressuposta verdade, da criação dos céus e da terra, do homem, da queda, e de qualquer fato relacionado a qualquer personagem dentro de qualquer narrativa bíblica e por extensão dos bilhões de seres humanos anônimos. Uma "verdade" raza e sem maiores e mais complexas implicações.

Dentro e da Bíblia e claro, fora dela, nenhum ato bom ou ainda que ruim, constituiria uma única e isolada exceção. É como na ciência: um único foto em contrário pode derrubar toda uma teoria, ou pelo menos modificá-la substancialmente. Não há portanto, sob essa ótica, uma única, note bem, uma solitária possibilidade de alguma criatura, de algum modo produzir uma reles ação, sem que Deus o induza a tê-la.

Cristãos evangélicos principalmente, por tradição, se baseiam na revelação Escriturística, embora aparentemente não nos diga coisas, pelo menos da maneira que gostaríamos de ouvir, ora parece favorecer uma posição e ora outra. O amor ao Senhor e o desejo de agradá-Lo e serví-Lo nos une e deveria deixar-nos sempre inclinados a ouvir as Escrituras de modo definitivo aio invés de discursos e argumentação puramente humanas ainda que, teologicamente como reflexões, possam ser em princípio legítimas.

Há na Bílbia, em toda Escritura, um fato, que pela narrativa e testemunho da Palavra de Deus possamos pensar o contrário?


Sim. No livro de Jeremias 7.30,31 


"Porque os filhos de Judá fizeram o que era mau aos meus olhos, diz o SENHOR; puseram as suas abominaçöes na casa que se chama pelo meu nome, para contaminá-la.

E edificaram os altos de Tofete, que está no Vale do Filho de Hinom, para queimarem no fogo a seus filhos e a suas filhas, o que nunca ordenei, nem me subiu ao coração".

No texto citado acima, temos o testemunho de Deus, de que os pecados relacionados na passagem em questão, todos maus e terríveis, não tem origem em Deus e são ações humanas, engendradas e colocadas em prática ( praticas pecaminosas ) unicamente por seres humanos. Como consequência, temos o registro do justo juízo de Deus sobre Judá e a razoalidade do julgamento divino. Um único fato bíblico demolindo toda uma argumentação deterministica construída teimosamente por cinco séculos e defendida com ardor e paixões aquém da objetividade, quando a atenção para a verdadeira relação Deus com o homem, sua criação, deveria ser outra, o que trouxe ainda traz graves implicações no testemunho e na pregação  do evangelho, por pessoas que amam verdadeiramente ao seu Salvador e Senhor e na perdição consequente de muitos não serem alcançados pela pregação do evangelho, voluntária, solícita, criativa e esforçada por parte de cada um que já tenha encontrado o Senhor  e portanto tenha sido salvo.

Por Helvécio S. Pereira

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

A BÍBLIA É A PALAVRA DE DEUS, ALGUMA DÚVIDA?


POR QUE É A BÍBLIA A PALAVRA DE DEUS?



A essa simples e direta pergunta, muitas podem ser  as respostas, desde as travestidas em religiosidade e fé, a sustentadas por uma autoridade religiosa e especialismo acadêmico judaico-cristão, simples preferência ou repetição do que se ouve. Todas as respostas podem, e de fato o são, legítimas do ponto de vista pessoal, da experiência individual, do círuculo de pares, instituicional (seja denominacional, religioso, educacional, etc ) e a despeito de alguns torcerem os narizes, até científico, fartamente e estranhamente corroborado por historiadores, antropólogos, linguistas e uma gama vasta de gente de cultutra acima da média, sem a qual ela, a Bíblia como livro, não chegaria a té nós soberbos sobreviventes do século XXI.

Quem se atraver a discordar e descrendenciá-la terá muito ( de fato  não pouco e não tão fácilmente ) com teólogos católicos romanos, cristão católicos romanos, cristãos reformados, calvinistas, armenianos, tradicionais, pentecostais, neopentecostais, e os paraprotestantes como adventistas, testemunhas de Jeová, mórmons e no que concerne ao Velho Testamento com os judeus e com os judeus cristãos, os judeus messiânicos. Embora essa turma enorme de gente discorde entre si não sobre poucos pontos reconhecem, subtraindo-se uns mais malucos, que as Escrituras são a genuinamente a Palavra de Deus.

Se duvida, vá a alguma igreja de confissão reformada ( batista, presbiteriana, etc )E  terá os ouvidos cozidos ( merecidamente ) pois os irmãos não se abster-se-ão de defender a Bíblia como a inerrante e única Palavra de Deus. Agora vá a uma igreja Neopentecostal, menos cuidadosa com a teologia sistemática, e diga para um pastor da IURD ( só por exemplo ) que o que está na Bíblia não é a Palavra de Deus, irá ouvir uma dezena de versículos, apontando para coisas que podem acontecer na sua vida como prova da veracidade e realidade da Palavra de Deus.


Fale com uma testemunha de Jeová, ele dirá que as demais traduções estão erradas, que a deles é a única válida, portanto você deve adquiri-la e lê-la o quanto breve e que as Escrituras constituem a Palavra de Deus ( no caso Jeová ). Um católico, seja padre ou fiel, dirá o mesmo. Um mórmon , um adventista, seja do sétimo dia, da promessa,da restauração, da reforma, etc. Um membro da Renascer em Cristo e de centenas de medias e minúsculas denominações concordarão nisso, como Deus é amor, Trindade divina, Carruagem de fogo, Três trindades (???), Jesus está voltando, etc, etc.

Quem está conhecendo agora a Bíblia e não saiba muito o que dizer diante de zombadores, incrédulos empedernidos e presunçosos intelectuais, saiba que você não está sozinho do lado dos que crêem nEla em alguma medida e reconhecem nela a revelação do modo, da maneira, que qualquer pessoa, possa se pautar a sua conduta e desenvolver os melhores esforços para conduzir a sua vida de modo a agradá-Lo ( a Deus ) e a influenciar positivamente esse mundo. Não faltam livros, informações, depoimentos, defesas apaixonadas, testemunhos pessoais em favor das Escrituras, de Sua efetiva mensagem, como prova de ser Ela a genuína, a única, a poderosa Palavra de Deus. Incluídas aí até a nossa altercação sobre não poucos pontos e a dificuldade de todos vermos exatamente as mesmas coisas de modo inequívoco e sem retoques ou outras possibilidades.

A Bíblia, as Escrituras judaico-cristãs, não encontram rivais em nenhum outro livro religioso ou histórico escritos arbitrariamente por homens e conduzidos pela sua humana maneira de pensar. A Bíblia, em seus relatos e registros ora revelam simplicidade que nos aturde e que nos faz presunçosamente desdenhá-la mas que um dia nos fará reconhecê-la como verdade absoluta ( para alguns tarde demais ) e outras vezes de uma complexidade tal, que os mais cultos homens, as mais renomadas cabeças intelectualmente falando não conseguem ter uma compreensão definitiva. Maravilhosamente é o único livro preparado sabiamente para ser entendido pessoalmente pelo mais simples ou pele o mais culto dos seres humanos, para aquele que desfavorecido pela cultura, época e condição social tanto para o  mais privilegiado educação, formação, cultura e situação econômica., para reis e para escravos.

Poderia discorrer por laudas e laudas e conclamar leitores a fazerem coro comigo acerca das maravilhosas  e inigualáveis características da Bíblia, como Palavra de Deus, mas gostaria de encerrar com o óbvio do qual frequentemente, mesmo imbuídos de uma paixão que a defenda e a reconheça, que a Bíblia só é a Palavra de Deus , pois é o pensar de Deus sobre o homem e todas as demais coisas, não é o nosso pensar e nem segundo o nosso ponto de vista. Por isso não a nossa dificuldade natural, não em aceitá-la como tal, mas em explicitá-la. Não é um mal mas que corrobora para a nossa não compreensão e distorção de boa parte de sua revelação. Ansiamos por torná-la racionalmente coerente, seja defendendo uma ou outra posição, forçando que Ela se encaixe num todo adequadamente palatável, pelo menos. Não encontrei eu  o ponto de equilíbrio mas quero compartilhar um pensamento que me ajuda a evitar tal erro: 

As Escrituras são o ponto de vista de Deus sobre todos os assuntos e não o nosso. Por isso é a Bíblia a Palavra de Deus. 

Pensemos todos nisso. 

Por Helvécio S. Pereira

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