Defendendo um pastor e uma igreja evangélica, clamando pela observância e liberdade de pregar o que a Bíblia diz, pregador católico carismático, Anderson Nunes, em sua paróquia, acerca do assunto, com denúncias e documentado por fatos e documentos. Veja e ouça!
ASSUNTOS DA ATUALIDADE E DO PASSADO SÃO RELEMBRADOS SOB UMA PERSPECTIVA BÍBLICA: vídeos, ensaios, testemunhos, imagens, estudos, etc.//// "Ensina-nos a contar os nossos dias, de tal maneira que alcancemos corações sábios." Salmos 90:12
"Oceans"
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sábado, 9 de julho de 2011
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
O QUE É SER SALVO?
Uma da coisas ditas por quem não é crente ( cristão evangélico ), é exatamente " COMO PODEM DIZER QUE SÃO SALVOS?", expressando o inconformismo com a chamada "certeza da salvação" expressa e confessada pelos evangélicos em geral. Por desconhecimento até do próprio cristianismo, da autêntica fé cristã, acha-se plenamente possível e portanto plausível, a prática da vida cristã sem nenhuma certeza, para uma posterior aprovação de Deus ou não ( sem reavaliação do que significaria estar ou ser um perdido por toda a eternidade ).
Quero colocar portanto alguns pontos que ajudem a correta compreensão do que significa ser um "salvo" dentro do que a Bíblia revela concernente a fé cristã autêntica. Primeiramente, "salvação" não é prêmio ou premiação, embora em certos aspectos possa ser confundida como tal. No conceito estritamente bíblico, salvação ou ser "um salvo", é um estado, uma condição. É como estar desempregado / empregado, sadio/ doente, rico/pobre, feio/bonito, jovem/velho, etc. Sob esse aspecto, uma pessoa é no exato momento da pergunta, uma pessoa salva ou perdida e ponto final.
Outro ponto é que a salvação, como estado, é dada e recebida e não algo construído aos poucos, gradativamente. Não é uma evolução, um aperfeiçoamento. É portanto um estado imediato.
Há ainda o fato de ser unilateral. Uma pessoa ( no caso Deus unicamente ) salva a outra, portanto Deus salva o homem. No que concerne a uma condição de existência e manutenção da vida ( que é a da vida após a morte ) só Deus salva, por ser Ele unicamente, a única fonte e o único doador da vida. Religião não salva, religiosos não salvam, santas e santos não salvam, práticas religiosas não salvam, sacramentos não salvam mesmo que sejam legitimamente cristãos, como batismos, etc..
Considere-se ainda que a salvação não é algo sem critérios, casual e caótica. Como resultado da ação direta de Deus, corresponde a um ato pessoal resultante da plena e perfeita justiça de Deus. Portanto Deus não é arbitrário e incoerente ao salvar alguém e portanto essa "salvação" outorgada a alguém não pode, não carece, não é vulnerável de alguma reclamação ou objeção.
Essa salvação é ainda uma grande coisa, um fato exemplar, algo a ser desejado, satisfaz plenamente a carência e a necessidade do perdido. É expressa como a água que satisfaz o sedento e o alimento que sacia a fome. O consolo que enxuga toda a lágrima e a completa e real ausência de toda a dor imaginável ou inimaginável.
Finalmente a salvação como tal não é de modo alguma uma condição passageira, com duração finita, ou que será fatalmente e abolida sob alguma condição esteporânea mesmo de Deus. É uma salvação que não de perde, pois segundo as mesmas Sagradas Escrituras, os dons de Deus, são dados sem arrependimento.
Resumida e didáticamente é assim que compreendo a salvação e a condição de salvo expressa na Bíblia, na Palavra de Deus. Demonstremos a seguir, através de passagens das Escrituras, cada uma das colocações acima.
Comecemos por alguém que não foi um religioso exemplar e cuja prática religiosa não pode ser considerada exemplo e nem base para salvação; o ladrão da cruz, aquele que ficou conhecido por ser "o bom ladrão ", uma alusão não ao fato de ser ladrão, mas de ter conseguido a salvação nos últimos instantes da sua feia vida. Jesus lhe disse claramente: " hoje estarás comigo no paraíso." Doutrinária e teologicamente, em especial os Adventistas do sétimo dia, por negarem a eternidade da alma e distinção dela do corpo físico, negam a clareza do que é expresso nas palavras de Jesus. Mas o relato deixa claro, alguém perdido passa a ser imediatamente salvo, sem vida religiosa ou prática exemplar, sem nada, a não ser uma palavra direta ao Senhor e um pedido para ser salvo.Pedido aceito pelo Senhor Jesus, Deus conosco, Emanuel, o próprio Deus portanto. Temos aí a realidade da salvação, a imediatêz da salvação, a graça da salvação e um critério: a pessoa de Jesus como única intermediação e concretização da salvação de uma ser humano. O contrário disso tudo seria a condição, por exclusão, de perdição, não salvação.
Muito mais pode ser considerado, mas especialmente gostaria de considerar o ponto seguinte: quem pode ser salvo? Doutrinária e teologicamente há semelhantemente à salvação certa confusão. A reforma protestante trouxe a luz e a tona a verdade escriturística da salvação pela graça somente e não pelas obras. Esse é um ponto pacífico e passivo entre os crentes, portanto entre os cristãos evangélicos,sejam de que corrente forem. Confessamos a nossa fé na salvação dada por Deus a parte de qualquer merecimento, pois reconhecemos com base nas mesmas declarações escriturísticas, sermos incapazes de alcançarmos ( por vários motivos demonstráveis ) o alto padrão de Deus ( embora não sejam esses exatamente os motivos que invibializariam de modo lógico a autosalvação do homem ).
Há os que asseveram que Deus tenha providenciado a salvação de alguns e não de outros, dessa forma preparado a salvação para os primeiros e fechado as portas aos demais. As pretensas justificativas são várias e nem sempre tão simples, desde uma preordenança até uma organização lógica para que o grande cenário onde o bem e o mal materializam as suas ações, os perdidos necessariamente estariam inseridos. Por julgar exatamente inadequada tal abordagem, o que desviaria o foco direto dessa postagem, remeto-me á minha posição. A salvação é um projeto para toda a humanidade com complexos desdobramentos, e que possibilita a salvação de todas as criaturas, e sem distinção, porém graças a um critério unicamente, haverá salvos e perdidos. Ou seja: todos podem ser salvos, muitos ( a maioria ) não serão salvos.
Trata-se de um erro grave e uma distorção da verdade escriturística, a afirmação descabida de que Jesus não morreu por todos mas apenas por alguns. Cristãos e pastores que assim pregam, não pregam o verdadeiro Evangelho, mas uma distorção grave do mesmo e por várias razões, todas ligadas ao julgo teológico espúrio, e não uma compreensão inequívoca do plano divino da salvação. Jesus Cristo veio para salvar a todo o homem e o critério único é conhecê-Lo como resultado de crer nEle como Deus e Filho de Deus, o que não se confunde com assentimento doutrinário, filiação religiosa ou pratica religiosa cristã. Trata-se de um encontro e uma confissão pessoal feita a Ele mesmo.
Dessa forma quem nunca o encontrou, não pode se reconhecer salvo, não é salvo de fato. Quem nunca Lhe dirigiu uma palavra reconhecendo o quem Ele é, pedindo para ser salvo , não pode ser salvo e não é salvo. Quem nunca aceitou a loucura da história da cruz como providência eficiente de Deus para concretização da sua salvação, não pode e não é salvo. Não importa se faz parte ou não de uma igreja cristã, se é religioso profissional e atuante ou não, se é cidadão exemplar ou não. Até mesmo posições doutrinárias e teológicas não importam. Um calvinista pode ser salvo ou perdido. Um arminiano, pode ser salvo ou perdido. Um batista, um assembléiano, um adventista, um presbiteriano, um metodista, um da Universal, da Graça de Deus, da Renascer, etc, etc. Não importa. Nenhuma igreja ou mesmo uma religião tecnicamente cristã, não pode salvar ninguém. Nenhuma igreja evangélica "vende" salvação como muitos de fora errôneamente atribuem a algumas denominações. Todo evangélico sabe que a salvação é um dom exclusivo de Deus e ponto final e que é algo entre Deus e o homem somente.
A salvação passa, portanto, única e indesviavelmente, por uma relação pessoal graciosa com o seu salvador. Não passa por critérios humanos, mas individuais, da relação do salvo com o seu Salvador. Começa num encontro do perdido com o Jesus ( Deus e Filho de Deus ) e sob essa única e autêntica experiência se mantém por toda a vida, ultrapassando a morte, o juízo, e alcançando a eternidade. Essa salvação atemporal pode ser alcançada hoje, agora e imediatamente. A salvação é um ato de Deus que de modo justo possibilita a redenção de todo ser humano em que condição ele exista como homem ou mulher, em qualquer cultura, condição de formação e educação, poder ou falta dele. Trata-se de fato de uma "tão grande salvação" como revelam as Escrituras.
Se você é um salvo, o é por estar enquadrado nas condições e pontos colocados acima, e encontráveis clara e inequívocamente na Bíblia, nas Escrituras. Se não o é, fatalmente é ainda um perdido. E a sua religião, mesmo cristã não o salva, a sua recomendável vida como cidadão não o salva embora se insira em outro contexto, de uma análise, se Deus permitir, em outro momento. Vá hoje mesmo a uma igreja evangélica ( ela não o salva mas preenche um dos requisitos para a salvação que é a confissão pública de Jesus com o Deus e Filho de Deus ) . Possivelmente alguém fará um apelo, compreendida a sua condição de pecador e de perdido, responda positivamente e sinceramente a esse apelo tão especial. O resto é pessoal, e se for sincera a sua posição e confissão, Deus fará um milagre na sua vida, e você saberá que foi salvo. Uma experiência única que por mais que o mundo e as pessoas a seu redor neguem você saberá que ela aconteceu e que é tão real como o ar que respira e a luz que vê.
Deus o abençoe por meio de Jesus Cristo, o Salvador, cujo único nome, no céu e abaixo do céu nos é dado para plena e toda suficiente salvação.
Por Helvécio S. Pereira
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
DOCE OU AMARGO por Helvecio S. Pereira
Se pudéssemos, ou se tivéssemos a certeza que uma análise do tipo que mostrarei a seguir fosse efetivamente útil, com certeza deveríamos utilizá-la e um grande benefício seria, igualmente, usufruido a partir da compreensão do que somos de fato, de como funcionamos essencialmente.
Todos os seres humanos poderiam e podem, ser separados ou classificados em dois grandes grupos: os pessimistas e os otimistas. Isto em toda e qualuer situação, secular ou religiosa, como é noswsa intenção refletir no memento. Significa, em última instância que alguns veem a vida e a sua dinâmica com um olhar mais crítico e nada para eles, seja o que for, nunca estará tão bom e portanto passível de alguma correção, reparação ou reprovação. Não entramos ainda no mérito lógico e razoável de quando qe quanto poderiam ser essas críticas e observações, prausíveis e razoáveis. Há como uma natureza que os faz ( ou nos faz todos ) assim. Há outros também que opostamente, produzem um discurso e uma prática que nada é taão ruim, tão grave, taão errado ou tão perverso como se imagina. Novamente uma natureza produz essa posição, tal postura e dá força a esse tipo de discurso e prática.
Nós cremos na soberania e na sapiência total, perfeita e irrestrita de um Deus criador. Portanto essas caracterísitcas são indicutivelmetne úteis a seus propósitos, e planos para a raça humana como um todo. Homens e mulheres, protanto diferentemente aparelahados, ferramentados podem , dessa forma servir uns aos outros como humanidade e sociedade suprindo as nossas muitas e complexas necessidades. Ou seja precisamos dos odis lados, de ambos os ladaos da mesma moeda, chamada humanidade, vista como conjunto de características que fazem com que sejamos o que somos efetivamente.
Qual é, portanto, o mérito e gratificação, o real benefício, advindo dessa reflexão? Simples. Se cada um de nós produz idéias baseadas ao que nossa inclinação natural faz cm que a produzamos, é razoável que boa parte de nossas conclusões não são absolutamente verdadeiras. Somos maus. A partir de uma tendência construimos discursos sobre qualquer assunto baseados nessa tendência absolutamente "carnal" para usar um termo escriturístico ( Bíblico ).
A Bívblia afirma, revela que Deus, o Deus em quem cremos é perfeito.Perfeitametne bom. Só há "um bom que é Deus", declaram as mesmas escrituras. O homem não é "bom", pelo menos bom como Deus é perfeitametne bom. Jesus disse, "se vós que sois maus dão boas coisas a seus filhos..." O homem não é bom mas é capaz de fazer o bem. Não um bem pleno, falando-se agora de sua tendência ou inclinação natural, mas é capaz de fazer atoos bons, fazer o bem, ocasionalmente sim, e é exortado, animado, a proceder assim sem,pre: "procurai as coisas do alto", "quem é limpo, limpe-se mais" e dezenas de outros textos assemelhados.
Por isso os fariseus não produziam justiça nem quando argumentavam em nome e em defesa das coisas de Deus. Seguiam a sua própria natureza. Natureza essa que pode ser multiplicada de forma caótica ( no verdadeiro sentido da palavra ou seja, mostrando, espelhando um leque grande de possibilidades) que se cruzam e determinam outras inúmeras possibilidades. Por exemplo, você pode ter uma população de uma região, país, tribo, cidade, pessoas de uma família, de determinada cultura ( pessoas que produzem uma cultura e não que sejam resultado em última instância dessa cultura ) que sejam otimistas ou pessimistas. Doces ou amargos com, relação à toda uma realidade da vida. Não entram aí a ética e a moral, mas algo que antecede as mesmas e as própria cultura em que os indíduos em qustão estejam imersos.
O Clavinismo errou e seus crentes ( crentes mais no calvinismo que na Bíblia que ele calvinismo tenta refletir e ensinar ) afirmando eloquentemente que o homem não é capaz de fazer o bem, mais exatamente nehum bem, fazer o que é certo em nehuma situação, e somente o crente, o eleito é capaz de fazê-lo. Temos aí duas situações reais nem teológicas:
Uma e primeira: devem haver pressupostos "eleitos" que cujas ações e reflexões, ou o que seja não se mostraria grande coisa frente exemplos de atos de outras pessoas que nem crentes são - e esse é um problema - Deus não seria capaz de eleger pessoas que após o conheciemnto de Deus fosse de fato capazes de ações perfeitas, perfeitametne boas.
Duas: como explicar o fato real de pessoas não cristãs, não evangélicas, sem nenhuma referência cultural cristã desejável, serem capazes de altruísmo, atos de justiça que, religiosos e crentes, e muitos desses com conhecimentos privilegiados do que a Bíblia revela sobre Deus e sua vontade, não serem capazes de fazer de forma igual.
Deus fala de nossas obras como panos velhos, semelhntes a trapos de imundícia. Não são tecidos perfeitos, linhos brancos. Somos capazes de fazer o certo, mas não em todo o tempo e movidos por motivações corretas e objetivos corretos. Aos religiosos que se acham capazes desse feito, de atingir essa estatura espiritual, vale a parábola contada por Jesus, nosso Senhor, sobre o Bom Samaritano. É exatametne esse recado que devemos ter em mente para não nos groriarmos naquilo que não podemos e portanto não devemos nos gloriar. Na história não são poucos os registros de perversidades mas também não são poucos os atos de extrema legitimidade e de justiça que certamente agradaram a Deus.
Muitas vezes vindo das pessoas que, dentro de uma lógica religiosa e legalista, jamais poderia ocorrer. Madalena ao lavar os pés de Jesus com um unguento caríssimo juntamente com as suas lágrimas e enxugá-los com seus, possivelmente longos e belos cabelos, o centurião que teve a fé elogiada por Jesus, fé que Ele Jesus não achou em todo o Israel, ou seja entre os judeus que conheciam o Deus Bíblico em quem cremos hoje; Zaqueu em auto determinar a correção que fariaemrelação ao prejuízo financeiro que tinha causado às pessoas as quais defraldou na cobrança dos impostos devidos à Roma e que consistia o seu trabalho. Sobre esse assunto a Bíblia, a mesma velha e boa Bíblia exclarece mais uma vez: "a justo que procede como injusto e injusto que procede como justo ".
Como saber então, que proventura esteja eu fazendo julgamentos corretos e não a partir da minha natureza carnal?Simples: quando a baliza for exatamente o que Deus acha e não aquele tipo de discurso, só ôba-ôba ou só olho-por-olho, que é uma das duas naturezas e posições naturais, para as quais frequente e naturalmente corremos, em todas as situações. Posições essas pelas quais nos empenhamos em construir discursos eloquetes e variados para dar respaldo as mesmas coisas: apontar o dedo duramente ou aplaudir com entusiasmo como se tivéssemos a última palavra e toda a razão do mundo. Que apredamos não a estar emcima do muro mas lembrando que estar de umlado ou do outro por razões erradas é igualmente desastroso e algo pelo qual efetivamente, não tenhamos exatamente que nos gloriar.
Muitas vezes vindo das pessoas que, dentro de uma lógica religiosa e legalista, jamais poderia ocorrer. Madalena ao lavar os pés de Jesus com um unguento caríssimo juntamente com as suas lágrimas e enxugá-los com seus, possivelmente longos e belos cabelos, o centurião que teve a fé elogiada por Jesus, fé que Ele Jesus não achou em todo o Israel, ou seja entre os judeus que conheciam o Deus Bíblico em quem cremos hoje; Zaqueu em auto determinar a correção que fariaemrelação ao prejuízo financeiro que tinha causado às pessoas as quais defraldou na cobrança dos impostos devidos à Roma e que consistia o seu trabalho. Sobre esse assunto a Bíblia, a mesma velha e boa Bíblia exclarece mais uma vez: "a justo que procede como injusto e injusto que procede como justo ".
Como saber então, que proventura esteja eu fazendo julgamentos corretos e não a partir da minha natureza carnal?Simples: quando a baliza for exatamente o que Deus acha e não aquele tipo de discurso, só ôba-ôba ou só olho-por-olho, que é uma das duas naturezas e posições naturais, para as quais frequente e naturalmente corremos, em todas as situações. Posições essas pelas quais nos empenhamos em construir discursos eloquetes e variados para dar respaldo as mesmas coisas: apontar o dedo duramente ou aplaudir com entusiasmo como se tivéssemos a última palavra e toda a razão do mundo. Que apredamos não a estar emcima do muro mas lembrando que estar de umlado ou do outro por razões erradas é igualmente desastroso e algo pelo qual efetivamente, não tenhamos exatamente que nos gloriar.
P.S.: Não relacionei os vercíulos citados um a um pois parti do princípiode que o leitor já esteja bastnate familiarizado coma sua velha a Bílbia e possa facilmente a cada um deles recorrer. Deus o abençoe.
por Helvecio S. Pereira
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