A vida humana, quer o homem goste ou não, tem duas implicações diretas: o aqui e o além. a percepção dessa realidade só obstinadamente negada pelo ser humano contemporâneo embevecido pelos confortos modernos ainda que mal distribuídos socialmente. afinaltemos luz elétrica, energia elétrica, máquinas, veículos, comunicação e entretenimento como jamais houve em toda a história humana. De fato, em comparação com o nosso passado histórico, a vida para grande parte da população tem marcas de um paraiso, de quase um playground. Desse modo uma via além túmulo fica descartada ou adiada e pouco se pensa nela com a devida seriedade.
ASSUNTOS DA ATUALIDADE E DO PASSADO SÃO RELEMBRADOS SOB UMA PERSPECTIVA BÍBLICA: vídeos, ensaios, testemunhos, imagens, estudos, etc.//// "Ensina-nos a contar os nossos dias, de tal maneira que alcancemos corações sábios." Salmos 90:12
"Oceans"
Mostrando postagens com marcador Reino do Céus. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Reino do Céus. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
CONSIDERAÇÕES SOBRE O INFERNO
Marcadores:
Céus,
eternidade,
Gena,
Hades,
Inferno,
juízo de Deus,
morte enterna,
paraiso,
Reino do Céus,
vida eterna
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
NASCER OU MORRER por Jorge Fernandes Isah
Jorge Fernandes Isah
Há um trecho que sempre me chamou a atenção na pregação de João o Batista, quando as multidões vinham ouvi-lo as margens do Jordão, desde Jerusalém e toda a Judéia, para serem batizados (Mt 3.5-6). Em dado momento, ele avista os fariseus e saduceus, e profere: “Raça de víboras, quem vos ensinou a fugir da ira futura? Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento” (Mt 3.7-8). É uma exortação que serve para qualquer um de nós, judeus ou não; é uma pregação dura, mas que também serve a qualquer pecador, revelando-lhe a necessidade de apartar-se do mal e fazer o bem (Sl 37.27).
Contudo, em vista de a quem a advertência foi dirigida, revelava a intenção dos corações e de seus verdadeiros intentos: “E não presumais, de vós mesmos, dizendo: Temos por pai a Abraão; porque eu vos digo que, mesmo destas pedras, Deus pode suscitar filhos a Abraão” (Mt 3.9). Puxa, esse foi um direto, um verdadeiro “knockdown” que colocaria o tolo mais persistente a beijar a lona. Porque João lançou por terra qualquer expectativa dos fariseus e saduceus de serem herdeiros étnicos do céu. E mais do que isso, implicava em duas outras coisas:
Contudo, em vista de a quem a advertência foi dirigida, revelava a intenção dos corações e de seus verdadeiros intentos: “E não presumais, de vós mesmos, dizendo: Temos por pai a Abraão; porque eu vos digo que, mesmo destas pedras, Deus pode suscitar filhos a Abraão” (Mt 3.9). Puxa, esse foi um direto, um verdadeiro “knockdown” que colocaria o tolo mais persistente a beijar a lona. Porque João lançou por terra qualquer expectativa dos fariseus e saduceus de serem herdeiros étnicos do céu. E mais do que isso, implicava em duas outras coisas:
- Nem todos são filhos de Deus. Nenhuma filiação religiosa ou étnica pode garantir a filiação divina. Como Paulo disse: “Porque não é judeu o que o é exteriormente, nem é circuncisão a que o é exteriormente na carne. Mas é judeu o que o é no interior, e circuncisão a que é do coração, no espírito, não na letra; cujo louvor não provém dos homens, mas de Deus” (Rm 2.28-29).
- Deus pode fazer o que quiser segundo a Sua vontade, sem precisar do consentimento humano, até mesmo tornar pedras em filhos de Abraão se assim desejasse. Pois, se não fosse pelo Seu poder transformador, quem creria? E quem se converteria?
O que isso quer dizer? Que esses judeus não consideravam a hipótese de arrependimento, em suas mentes corrompidas tinham a certeza de garantia do reino de Deus pela raça. Como mentes irregeneradas, perverteram a aliança e as promessas de Deus, ao seu bel prazer, assim como a lei. João o Batista mostra-lhes a necessidade de regeneração, do novo nascimento, a fim de se tornarem em verdadeiros filhos de Deus. Como o Senhor disse a Nicodemus: “Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus... O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito. Não te maravilhes de te ter dito: Necessário vos é nascer de novo” (Jo 3.3;6-7). Ao que Paulo ecoou o ensino de Cristo: “Porquanto a inclinação da carne é inimizade contra Deus, pois não é sujeita à lei de Deus, nem, em verdade, o pode ser. Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus” (Rm 8.7-8).
Da mesma forma que os judeus acreditavam que o povo de Israel não precisava de um novo nascimento, percebe-se, hoje em dia, o mesmo sentimento errôneo de que através de dogmas e filosofias humanas (não se esqueça de que tanto o farisaísmo como o sadoquismo eram filosofias dentro do judaísmo), cristãos se consideram inseridos no reino de Deus, não pelo sacrifício de Cristo na cruz, mas pela tradição de que são herdeiros pelo nascimento, pelos rituais ou pela proteção eclesiástica. Pensemos sinceramente, qual a garantia a Bíblia dá de que, nascendo em um lar cristão, cumprindo os sacramentos cristãos, ou estando em uma igreja, a salvação está assegurada?
Em outra passagem, Cristo confrontou os judeus a conhecerem a verdade, pois a verdade os libertaria (Jo 8.32). Porém, eles se revoltaram contra o Senhor, em suas obscuridades espirituais criam que o fato de serem descendência de Abraão era a garantia de liberdade. Respondeu-lhes Jesus: "Em verdade, em verdade vos digo que todo aquele que comete pecado é servo do pecado" (Jo 8.34). Eles insistiram: "Nosso pai é Abraão. Jesus disse-lhes: Se fôsseis filhos de Abraão, farieis as obras de Abraão... Se Deus fosse o vosso Pai, certamente me amaríeis, pois que eu saí, e vim de Deus; não vim de mim mesmo, mas ele me enviou... Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai" (Jo 8.39; 42;44).
Cristo mostrou-lhes como estavam enganados, e viviam uma crença completamente oposta àquilo que Deus havia estabelecido para os seus servos. Ali, Ele deixou claro que a genealogia, a etnia e, porque não, a fé equivocada, em nada assegurava-lhes a salvação. Os judeus invocavam uma justificação por obras, através de si mesmos, dos antepassados, da condição transmitida pela carne. Ao passo que Cristo revelou-lhes a completa loucura de suas mentes, as quais eram incapazes de compreendê-lO: "Por que não entendeis a minha linguagem? Por não poderdes ouvir a minha palavra... porque vos digo a verdade, não me credes" (Jo 8.43;45).
À mente natural, inconversa, não resta mais nada a não ser a morte. Não há vida, nem salvação. Para se ver o reino de Deus é necessário nascer do Espírito: "a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome; Os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus" (Jo 1.12-13). Por que, então, alguns ainda negam o novo nascimento? Como se a salvação pudesse ser transmitida de pai para filho, através dos sacramentos, ou pela linhagem de um povo?
Os judeus acreditavam que apenas os estrangeiros e os que pertenciam a outras religiões careciam da conversão. Sairiam de onde estavam (a cultura, etnia ou crença) e seriam transplantados ao judaísmo. Da mesma forma, muitos hoje acreditam que a troca de endereços ou a permanência neles (saindo de uma igreja ou ficando) garantir-lhes-á a segurança do céu. Sem regeneração? Impossível! Nem se adequando ao formalismo religioso, ao cumprir certos rudimentos ritualísticos; mesmo tendo-se convicção intelectual, uma aceitação pela perspectiva meramente religiosa. Porque a vivificação é obra exclusiva do Senhor, a demonstração do Seu poder em resgatar o pecador da morte e da condenação: Porque Deus, "estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos), e nos ressuscitou juntamente com ele e nos fez assentar nos lugares celestiais, em Cristo Jesus" (Ef 2.5-6). Esse é o poder que transforma o pecador em santo, o condenado em salvo, a criatura das trevas em filho de Deus; o qual opera independente da vontade humana, do homem querê-lo ou não, de buscá-lo ou não, pois essa prerrogativa é divina, algo que somente o Criador pode realizar, pois "a carne e o sangue não podem herdar o reino de Deus, nem a corrupção herdar a incorrupção" (1Co 15.50).
É preciso nascer de novo, ou morre-se para sempre.
Da mesma forma que os judeus acreditavam que o povo de Israel não precisava de um novo nascimento, percebe-se, hoje em dia, o mesmo sentimento errôneo de que através de dogmas e filosofias humanas (não se esqueça de que tanto o farisaísmo como o sadoquismo eram filosofias dentro do judaísmo), cristãos se consideram inseridos no reino de Deus, não pelo sacrifício de Cristo na cruz, mas pela tradição de que são herdeiros pelo nascimento, pelos rituais ou pela proteção eclesiástica. Pensemos sinceramente, qual a garantia a Bíblia dá de que, nascendo em um lar cristão, cumprindo os sacramentos cristãos, ou estando em uma igreja, a salvação está assegurada?
Em outra passagem, Cristo confrontou os judeus a conhecerem a verdade, pois a verdade os libertaria (Jo 8.32). Porém, eles se revoltaram contra o Senhor, em suas obscuridades espirituais criam que o fato de serem descendência de Abraão era a garantia de liberdade. Respondeu-lhes Jesus: "Em verdade, em verdade vos digo que todo aquele que comete pecado é servo do pecado" (Jo 8.34). Eles insistiram: "Nosso pai é Abraão. Jesus disse-lhes: Se fôsseis filhos de Abraão, farieis as obras de Abraão... Se Deus fosse o vosso Pai, certamente me amaríeis, pois que eu saí, e vim de Deus; não vim de mim mesmo, mas ele me enviou... Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai" (Jo 8.39; 42;44).
Cristo mostrou-lhes como estavam enganados, e viviam uma crença completamente oposta àquilo que Deus havia estabelecido para os seus servos. Ali, Ele deixou claro que a genealogia, a etnia e, porque não, a fé equivocada, em nada assegurava-lhes a salvação. Os judeus invocavam uma justificação por obras, através de si mesmos, dos antepassados, da condição transmitida pela carne. Ao passo que Cristo revelou-lhes a completa loucura de suas mentes, as quais eram incapazes de compreendê-lO: "Por que não entendeis a minha linguagem? Por não poderdes ouvir a minha palavra... porque vos digo a verdade, não me credes" (Jo 8.43;45).
À mente natural, inconversa, não resta mais nada a não ser a morte. Não há vida, nem salvação. Para se ver o reino de Deus é necessário nascer do Espírito: "a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome; Os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus" (Jo 1.12-13). Por que, então, alguns ainda negam o novo nascimento? Como se a salvação pudesse ser transmitida de pai para filho, através dos sacramentos, ou pela linhagem de um povo?
Os judeus acreditavam que apenas os estrangeiros e os que pertenciam a outras religiões careciam da conversão. Sairiam de onde estavam (a cultura, etnia ou crença) e seriam transplantados ao judaísmo. Da mesma forma, muitos hoje acreditam que a troca de endereços ou a permanência neles (saindo de uma igreja ou ficando) garantir-lhes-á a segurança do céu. Sem regeneração? Impossível! Nem se adequando ao formalismo religioso, ao cumprir certos rudimentos ritualísticos; mesmo tendo-se convicção intelectual, uma aceitação pela perspectiva meramente religiosa. Porque a vivificação é obra exclusiva do Senhor, a demonstração do Seu poder em resgatar o pecador da morte e da condenação: Porque Deus, "estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos), e nos ressuscitou juntamente com ele e nos fez assentar nos lugares celestiais, em Cristo Jesus" (Ef 2.5-6). Esse é o poder que transforma o pecador em santo, o condenado em salvo, a criatura das trevas em filho de Deus; o qual opera independente da vontade humana, do homem querê-lo ou não, de buscá-lo ou não, pois essa prerrogativa é divina, algo que somente o Criador pode realizar, pois "a carne e o sangue não podem herdar o reino de Deus, nem a corrupção herdar a incorrupção" (1Co 15.50).
É preciso nascer de novo, ou morre-se para sempre.
Marcadores:
evangelho de Cristo,
Jesus Cristo,
Nascer de Novo,
Novo Nascimento,
Reino do Céus
Assinar:
Postagens (Atom)
RECEBA EM SEU E-MAIL POSTAGENS DESSE BLOG AUTOMATICAMENTE
AS MAIS LIDAS EM TODO O BLOG
-
E u, infelizmente, na minha juventude, assisti esse programa ao vivo, lamentando que esse ministério tão frutífero estaria naquele dia ...
-
É inegável o interesse pela Bíblia, por suas histórias e de forma recente no Brasil, via poder de uma mídia com enorme alcance que é a Re...
-
N essa semana, o meu querido Pr Márcio Valadão, de quem até pouco tempo ninguém tinha nada contra ( nem o Rev Caio Fábio ), nenhuma cr...
-
C omo todos devem saber a Bíblia, contém em si, livros poéticos, proféticos e históricos. Os inimigos da Bíblia e de Deus, desejando de...
-
Quem é Allá no Islã? Allah – o Ilustre! Segundo o Alcorão, Allá é o criador todo-poderoso, senhor e juiz de suas criaturas, mas t...
-
Estou de folga, aliás hoje é dia do professor e do pedagogo ( não é tão grande coisa assim ), meu dia duas vezes, e estou usando o meu t...
-
Última Ceia ocorreu na quarta-feira anterior à crucificação O professor Colin Humphreys da Universidade de Cambridge cru...
-
ou DEUS ATUA NO BRASIL HOJE? A imagem de uma nave de igreja vazia, sem pessoas, a que nenhum ministro ou crente deseja ver. ...
-
N a teologia popular e mesmo na teologia leiga há claramente a noção de que Deus esteja presente ao lado de todas as pessoas em todas as ci...
-
C om todo respeito devido aos católicos romanos mais sinceros e piedosos, cerrar os ouvidos e os olhos à verdade que hoje se tem não s...
CRIATURAS INCRÍVEIS ASSISTA JÁ!
EM DESTAQUE! LEIA AS POSTAGENS ABAIXO LINKS CORRIGIDOS!
CONTANDO OS NOSSOS DIAS: O ESCRITOR PORTUGUÊS MAIS ...
08 Dez 2011
http://contandoosnossosdias.blogspot.com/2011/12/o-escritor-portugues-mais-publicado-no.html
CONTANDO OS NOSSOS DIAS: QUAL O NOME DE DEUS?
22 Out 2010
http://contandoosnossosdias.blogspot.com/2010/10/qual-o-nome-de-deus.html

HATI... UMA CANÇÃO E UMA AÇÃO EM AJUDA AO PAÍS
BAIXE JÁ ESSE IMPORTANTE LIVRO TEOLÓGICO
ESSAS SÃO AS POSTAGENS MAIS LIDAS NO MÊS! VEJA!
-
E u, infelizmente, na minha juventude, assisti esse programa ao vivo, lamentando que esse ministério tão frutífero estaria naquele dia ...
-
N essa semana, o meu querido Pr Márcio Valadão, de quem até pouco tempo ninguém tinha nada contra ( nem o Rev Caio Fábio ), nenhuma cr...
-
Estou de folga, aliás hoje é dia do professor e do pedagogo ( não é tão grande coisa assim ), meu dia duas vezes, e estou usando o meu t...
-
D esde o famoso "A Bíblia tinha Razão" ao qual li logo por ocasião da minha conversão,passando por uma série de outros b...
-
O lá querido(a), Graça e Paz do nosso Senhor Jesus Cristo! Meu nome é Claudio Cunha , sou casado, moro no Rio de Janeiro / Brasil, sou eva...
-
E m 2012, todas as pessoas como resultado de dois filmes norte americanos e um bombardeio de informações superficiais, foram levadas a su...
-
É inegável o interesse pela Bíblia, por suas histórias e de forma recente no Brasil, via poder de uma mídia com enorme alcance que é a Re...
-
-
M uitos ultimamente têm se levantado contra a chamada "teologia da prosperidade" o motivo não é primariamente a teologia em si,...
-
Quem é Allá no Islã? Allah – o Ilustre! Segundo o Alcorão, Allá é o criador todo-poderoso, senhor e juiz de suas criaturas, mas t...
