"Oceans"

terça-feira, 30 de julho de 2019

NUNCA MAIS SEJA ENVERGONHADO AO PREGAR O GÊNESIS PARA QUEM QUER QUE SEJA!!O QUE OBJETIVAMENTE GÊNESIS QUER NOS DIZER? PORQUE NÃO CAIR NAS ARMADILHAS APOLOGÉTICAS E CIENTÍFICAS QUE PROMOVEM QUASE SEMPRE DEBATES INFINDOS?

א big ב /big ראשית ברא אלהים את השמים ואת הארץ
ב והארץ היתה תהו ובהו וחשך על פני תהום ורוח אלהים מרחפת על פני המים
ג ויאמר אלהים יהי אור ויהי אור
ד וירא אלהים את האור כי טוב ויבדל אלהים בין האור ובין החשך
ה ויקרא אלהים לאור יום ולחשך קרא לילה ויהי ערב ויהי בקר יום אחד  {פ}
ו ויאמר אלהים יהי רקיע בתוך המים ויהי מבדיל בין מים למים
ז ויעש אלהים את הרקיע ויבדל בין המים אשר מתחת לרקיע ובין המים אשר מעל לרקיע ויהי כן
ח ויקרא אלהים לרקיע שמים ויהי ערב ויהי בקר יום שני  {פ}
ט ויאמר אלהים יקוו המים מתחת השמים אל מקום אחד ותראה היבשה ויהי כן

Gênesis 1:1-9

Reiteradas vezes a menção aos versos exatamente que descrevem a criação do universo, inclusos aí, as estrelas, o Sol, a Lua e a própria Terra suscitam debates entre crentes e ateus, entre religiosos e cientistas muitas vezes avessos ao Cristianismo ( visto que quase nunca dirigem críticas tão contundentes a outros livros religiosos e a outras fés ) que não dão vitória a nenhum dos dois lados, visto que o fato de haver um Criador ou não havê-lo fica sempre em segundo plano, pois a concentração dos debates se reduz ao "como" tudo tenha surgido, com ou sem Deus.

Vale lembrar que o principal desfecho de qualquer reflexão acerca do Gênesis, não é como foram feitas ou surgidas todas as coisas, visto que só há duas opções que descartam-se mutuamente: ou houve uma Criação ou não houve uma Criação, nesse segundo caso apenas um irrazoável e injustificável surgimento de todas as coisas. Em ambos os casos como foi é o que menos importa, por se tratar objetivamente de um fato, a priori sem testemunhas humanas, ou mesmo sem testemunha alguma, no caso de uma existência auto criada.

O choque se dá quando evidências científicas parecem também crassa e objetivamente contradizer leituras apressadas do econômico texto bíblico, uma síntese de tradições orais e detalhadas certamente muito mais antigas e mais detalhadas do que temos finalmente após a compilação pelo legislador e líder histórico, Moisés. 

Como afirmar uma criação em sete dias, quando evidências nos dão o lento desenvolvimento e própria idade do Universo? igualmente a chamada Ciência tão orgulhosa de seus avanços de última hora se negar a admitir que esses mesmos textos ridicularizado sistematicamente por alguns de seus acadêmicos da última hora e nem tão geniais assim, estarem desde sempre corretos ao dizerem que houve um "princípio", uma "gênesis", um "Big Bang"*, contra o grande erro dessa mesma Ciência vaidosa que só à poucas décadas deixou de acreditar em uma "eternidade do universo" ou seja em um universo incriado.

A mesma Ciência vaidosa e presunçosa deveria ao apontar um Big Crunch*, que há quase dois mil anos a mesma Bíblia que os "céus se enrolarão com um lençol" descrevendo o fim desse universo e apontando finalmente para "novos céus e nova terra"!

Logo quando o texto econômico do Gênesis descreve os dias da Criação ele não erra, nós é que como crianças, mesmo no auge do conhecimento reunido e crescente do século XXI, continuamos a entendê-lo erraticamente. 

Logo a escolha de cada um de nós independente do volume de informações fidedignas ou não, quase sempre já decidimos a priori de qualquer coisa, de há um Criador ou não. O que passa disso é dissimulação.

Há uma outra diferença: em geral os que creditam a Deus toda a Criação não são deterministas, já os que defendem um ciclo infindável e injustificável de surgimento e morte das coisas existentes são deterministas criando um também infindável início e ressurgimento de todas as coisas sem um porquê: o "Big Rip"! 


O propósito dessa postagem e de um levantamento de uma nova tese ( que pode não corresponder aos reais fatos ) é dar elementos aos crentes, não para com base nessa ou em outra tese, fazer uma defesa do texto bíblico frente aos incrédulos, pois esses já decidiram rejeitarem a Deus, não por questões científicas mas por haverem se decidido pessoalmente a serem inimigos dEle. Todo o que se converte passa crer nEle mesmo que jamais ( e isso é a mais objetiva verdade ) não entendamos jamais todas as coisas ( não caiamos na tentação e presunção de Satanás e sugerida maldosamente por ele, se sabermos tanto quanto Deus saiba! )

O objetivo dessa postagem é ajudar os já crentes a não dizerem abobrinhas em nome de Deus ou fazerem defesas inapropriadas que não colaboram para a disseminação da Bíblia como a Palavra de Deus e para a pregação do Evangelho mesmo para os cientistas e demais pessoas com melhor educação  escolar e acadêmica. 

Na verdade dentro das possibilidades atuais, alguém pode se informar de maneira a ter um quadro completo do Universo, com seus fenômenos e leis cada vez mais conhecidos e ainda sim não crer e negar a Deus.

O contrário também é verdade desde sempre, o fato de ignorar os mecanismos da matéria e do Universo não ser um empecilho a uma conversão, fé e comunhão espiritual com o único, verdadeiro, eterno e perfeito Deus e Senhor de todas as coisas.

De fato, nenhum crente tem que ter respostas científicas a quem quer que seja para justificar ou diante dessa pessoa que não crê, basear a sua fé!

Eu não tenho nem que explicar porque os dias de Gênesis são ou não dias literais de vinte e quatro horas. O próprio  registo deles da maneira literária como estão registrados e confirmados posteriormente através de Moisés e Arão diante de Faraó e dos egípcios, não tem o objetivo precípuo de provar que foi dessa ou de outra maneira, mas de mostrar que o Deus conhecido pelos israelitas não é um deus que faz parte da natureza como os demais deuses dos diversos povos contemporâneos dos israelitas mas o Deus eterno que antecede e só Ele é pré existente a todas as coisas e cuja existência não tem portanto, nem início e nem fim, uma revolução, uma verdadeira novidade teológica!

Mas voltando ao propósito desse texto, dessa minha postagem:

O que temos de novidade ( científica inclusive! ) que clareia e confirma o aparente contraditório relato bíblico do Gênesis?

1) O Universo teve realmente um começo!

Ninguém em sã consciência e com mínimo de honestidade intelectual defende mais a "eternidade do Universo"!

"No princípio criou Deus os céus e a Terra" é sim uma verdade cientificamente incontestável. Claro que para o cientista não crente soa solenemente como: "houve um segundo zero para o Universo e por consequência a própria Terra".

E mais a sequência exata é: primeiro o Universo ( os céus ) depois singularmente a Terra!


2) A luz na criação do Universo foi o primeiro elemento!

O verso após o verso de Gen 1:1 não é uma sequência ( uma ocorrência após o verso 1 ) mas uma descrição dos eventos na criação apontada no verso de Gen 1:1.

A luz não é cientificamente reconhecida nem como matéria pura nem como energia enquanto todo o Universo até quanto se saiba é constituído ou de matéria ou de energia. Aliás a energia é que só ela dá origem à matéria enquanto é verdade também que para obter energia há de se destruir a matéria ( como por exemplo você queima uma vela produzindo luz e calor! ).

3) O Sol, a Lua e as demais estrelas ( constelações, etc ) não estão nos seus lugares ( do ponto de vista da Terra e de nós humanos ) sem propósito definido!

O Cruzeiro do Sul é uma constelação assim identificada e só vista no hemisfério sul de nosso planeta. Se hipoteticamente déssemos uma volta de modo a observá-la de outro ponto diverso e distante do universo ela teria objetivamente outra forma e não de uma "cruz" e isso é um fato, e um fato científico.

Se a Lua não existisse atualmente na exata distância que  se situa de nós, da Terra e não descrevesse o seu movimento singular em torno de nosso planeta, segundo a própria ciência, a vida não seria possível em nosso mundo!

Do mesmo modo o Sol, se estivéssemos mais próximos dele, seriamos como Vênus e mais distantes como Marte. Se a Terra de algum modo se aproximar mais de Vênus ( ficando mais próxima do Sol ) ou de Marte ( ficando mais distante ) nem que seja por distâncias tão grandes, a Terra se colapsará e certamente a vida aqui se tornará de repente impossível!

Logo o texto bíblico não afirma que a a Terra nasceu primeiro do que o Sol, a Lua e as estrelas, mas descreve a relação nossa com eles, uma relação em que toda a chamada "natureza" se baseia e se apoia e como nós seres humanos aprendemos a tirar proveito de suas posições e por assim dizer "funções previamente determinadas!



4) Os Vegetais nascem ou surgem antes dos animais marinhos ( entendidos como vida marinha )!

Seria essa uma crassa contradição? uma contradição científica exata?

Aprendemos desde os primeiros anos escolares que "a vida surgira na água" e que de algum modo em algum devaneio essa vida se cansa dos mares e resolve "viver na terra"! o que é uma grande contradição: se excluirmos a ideia da cadeia alimentar, que em uma enorme sequência uns se alimentam de outros ( e isso é um fato! ) as águas são um espaço muito mais amplo, seguro, e plenamente adaptado para seus incontáveis habitantes. Não é possível morrer de sede dentro d'água, por insolação, por frio ou calor, a não ser que determinado animal ou outro ser vivo mude de um vulcão submerso para uma geleira ou vice-versa.

Na terra seca se pode cair, morrer de sede, em um alagamento, por raios, furacões, granizo, solidão, desorientação, etc. Portanto é um péssimo negócio deixar o espaço submarino e em repente migrar para a superfície seca.

Obviamente, qualquer classificação quando criada, atende certas necessidades e organização do classificador. Portanto os "vegetais" em Gênesis capítulo 1 não correspondem exatamente à classificação de vegetais moderna, mas não constitui uma intransponível contradição senão vejamos:

É da terra ceca que fluem os nutrientes e até venenos, modernamente falando, para os mares e oceanos e não ao contrário. Logo é muito revelador que as primeiras formas de vida, seja vegetais, bactérias ou fungos, tenham surgido e se desenvolvido justamente na superfície fora das águas e como até hoje e desde sempre tenha concorrido, fluido da superfície seca para todo ajuntamento de águas, sejam rios, lagos, mares ou oceanos! dessa forma o relato bíblico não pode ser apontado como errático!

O quarto dia, sucedendo ao terceiro, criação dos "vegetais e árvores" não uma sequência dos fatos, mas um apêndice, um hiato, um lembrete de como esses astros, da maneira como percebemos a sua ordem afetam todos os seres vivos e a nós seres humanos. Colocada essa menção justamente entre o terceiro e quinto dias, nos lembram da dependência da vida da previbilidade e exatidão dos tempos!

Possivelmente lembrando que ( hoje sabemos ) que a vida mais complexa depende muito mais dessa exatidão de dias, noites, estações do ano, marés, que espécie de vidas inferiores, como vírus, fungos, bactérias. Ou alguém duvida ( a Ciência afirma ) que as primeiras formas de vida foram as formas simples e não as complexas?

Aos ouvintes antigo testamentários tudo que não fosse animal e tivesse vida era em última análise, plantas, árvores e frutos, curioso não? da mesma forma tudo que não fosse humano, era um animal... nos faz agora refletirmos sobre as árvores da vida, do conhecimento do bem e do mal, da serpente, etc ( isso é apenas uma tese, não uma afirmação teológica! atenção! )

O quinto e sexto dias descrevem genericamente o surgimento dos peixes e pássaros e o dos animais terrestres e o ser humano. A Ciência não discorda em que animais aquáticos tenham surgido em etapa diferente da origem dos seres humanos e nem dissocia o aparecimento do homem com o dos animais terrestres. Logo se vê que os "exaltados problemas" entre a narrativa sintética do Gênesis é quase e praticamente inexistente, excetuando-se, por razões apontadas em outra de minha postagem, pelos "dias de vinte e quatro horas", se foram dias modernos literais ou não. A Ciência sabe e descreve que os "dias terráqueos" foram inicialmente muito curtos, menos de seis horas, e que aos poucos em um processo de formação do planeta chegou-se finalmente aos cerca de vinte quatro horas, pelo menos desde o início da humanidade.

Logo os dias de vinte quatro horas passam a prevalecer no sexto dia, após a criação definitiva do homem, visto na segunda narrativa agora detalhada, da criação do homem  e da mulher e como o primeiro casal se relacionava com Deus pela "viração do dia"!

5) A novidade nessa postagem e disso você deve saber!

A Ciência descobriu mais ou menos recentemente ( dados nas citações pós essa postagem ) que a Lua contrariando certas teorias acerca do seu surgimento, é apenas um pouco mais jovem, mas muito pouco mesmo que o Universo!!

Isso você não leu errado! A Lua e quase tão antiga quanto o Universo!! apenas cinquenta milhões de anos a menos!!! ( VÍDEO EXPLICATIVO AO FINAL DESSA POSTAGEM!! )

A Ciência cria que a Lua seria muito mais jovem que todos os planetas ou que maior parte deles ( de nosso sistema solar, que nem é o mais antigo dentro todos os sistemas solares existentes até na nossa própria galáxia, a Via Láctea!

Como um objeto resultante de um teórico choque entre um planeta do tamanho de Marte com a Terra cujos destroços da Terra tenham voltado para o espaço e constituído um anel como o se Saturno e só posterior e lentamente dado origem ao nosso único e grande satélite, sem o qual a vida aqui na Terra seria, segundo a própria Ciência, algo impossível!!

Quais as implicações dessas novas informações científicas?

Para nós crentes que nos esforçamos em defender a nossa fé diante de relutantes incrédulos embora a nossa fé não dependa de novidades, seja quais forem, é nos levarmos a prestar atenção ao que sempre esteve nas Escrituras:

Em Gênesis  encontramos a descrição ( entre o terceiro e o quinto dia, portanto quarto dia como abordado anteriormente ),

 "Disse também Deus: Haja luzeiros no firmamento dos céus, para fazerem separação entre o dia e a noite: e sejam eles para sinais, para estações, para dias e anos".( Gen 1:14 )
Declaração de intenção! ( de Deus )

"E os colocou no firmamento dos céus para alumiar a Terra"
                                                                                               ( Gen 1:17 )
Declaração de ação!


Acontece que o verbo "colocar" expressa uma "ideia locativa", como a de pegar algo e colocar em local específico, intencionalmente específico!

Se a Lua, como teorizado com base em dados científicos recentes e incontestáveis para a própria Ciência, ela não foi criada no lugar em que está atualmente, ela surgiu em outro lugar e foi COLOCADA na órbita da Terra! exatamente o que você leu!

Da mesma maneira podemos imaginar e teorizar que a própria Terra fora colocada exatamente onde está e estamos, e que a semelhança da Lua seja também muito mais antiga, o que nos leva a pensar lá na declaração de Gênesis 1:2

"A Terra porém estava sem forma e vazia;"

Portanto a Terra pode ter sido um objeto inicialmente formado em outro lugar no Universo, talvez fora do nosso próprio sistema solar, semelhante a uma batata como muitos asteroides e algumas luas como as de Saturno, por exemplo, e do ponto de vista de alguém sobre a sua informe superfície, as trevas vistas do próprio Universo, a com águas a envolvendo.

Cientistas afirmam, ou a Ciência afirma que a água na Terra se acumulou devido a enorme incidência de cometas trazendo água e se chocando com o nosso nascente planeta. De forma geral o versos de Gênesis 1:1 e 1:2 são bastante sintéticos, registrando com poucas palavras dois enormes e obviamente complexos acontecimentos. Sabemos também que toda a divisão de versos em toda a Bíblia foi algo aleatório apenas para propiciar uma localização mais exata, havendo em algumas traduções da Bíblia em várias línguas alguns poucos versículos que são separados de forma diversa, podendo o verso de Gênesis 1:2 ser dividido em outros dois versos, podendo o final do verso 1:2 fazer parte do verso 1:3 que não mudaria de modo algum a compreensão ou o fato incontestável de como Deus agira nesse momento da criação.

Imaginemos nós como testemunhas inteligentes observando todo o processo criativo de Deus no princípio de tudo:

Algo bem pequeno se expande de repente e incontáveis explosões e aglutinações de  matéria acontecem por todos os lados, surgindo quase que imediatamente galáxias, com suas incontáveis estrelas ou sóis, cometas, asteroides e toda a sorte inimaginável de fenômenos estardalhosos que ainda se renovam e podem ser testemunhados em todo esse incomensurável universo, quando de repente, em um canto pouco ou nada mais tão expressivo que outros braços de uma galáxia também não a mais expressiva, um objeto informe viajando pelo abismo, sem nenhuma expressão ou grandeza, ainda informe e inútil a qualquer propósito, é fixado ( colocado ) em uma órbita, freado e recebendo mais matéria, tão variada e sabidamente pela Ciência, a maioria com origem em outros distantes e incontáveis cantos desse mesmo Universo, em torno de uma estrela é resfriado, modelado, de forma a adquirir a única forma, dimensão e massa que service ao propósito da vida, recebe uma lua também na medida inteligentemente pesada e calculada, servindo também a um complexo e inteligente propósito, uma matriz de água, elemento raro no Universo, em cuja matriz, diz a Escritura o próprio Deus, através do seu Espírito paira sobre essa agora sabida, esfera e faz o milagre da criação e formação de uma verdadeiro paraíso ( tomado como ideia de perfeição todo o planeta, fato perceptível palpável mesmo nos dias de hoje! ).

Finalmente:

A narrativa, rica, reveladora do primeiro capítulo de Gênesis não é problema para a fé ( e não deve ser ) para nenhum crente, para nenhum de nós que cremos no Senhor Deus como legítimo, real, criador, proprietário legítimo ( dono ), legislador, provedor, inspirador e juiz de toda a humanidade.

É esse o real objetivo e todos os elementos sucinta e suficientemente descritos na reconhecida, por nós os que cremos, Palavra de Deus, de o adorarmos por tudo que sabiamente fez!

A Ele toda a glória, todo louvor, todo reconhecimento, hoje e sempre, porque é digno, plena e totalmente digno, embora jamais, em tempo algum, possamos alcançar os seus nobres e perfeitos propósitos.

Somos Lhe gratos por sua revelação imerecida, por suas promessas a nós que em tudo se cumprirão e pela redenção provida por Ele mesmo, através de Si mesmo, na pessoa sobrenatural, do Deus conosco, como aprove se revelar e salvar-nos, através do Cordeiro, que é vivo e voltará e julgará Ele mesmo todos os povos e nações. Amém.

Por Helvécio S. Pereira

_________________________________

*1) Big Bang
O Big Bang é a teoria cosmológica dominante do desenvolvimento inicial do Universo. Os cosmólogos usam o termo “Big Bang” para se referir à ideia de que quando o Universo estava originalmente muito quente e denso, em algum momento do passado, houve uma enorme explosão e, desde então , este tem-se resfriado pela expansão ao estado diluído atual e continua em expansão actualmente. De acordo com as melhores medições de 2010 disponíveis, as condições iniciais ocorreram por volta de 13,3 a 13,9 biliões de anos atrás.
Georges Lemaître propôs o que ficou conhecido como a teoria primordial do Big Bang, embora ele tenha chamado “hipótese do átomo primordial”. As principais equações foram formuladas por Alex Friedmann que, depois de Edwin Hubble, descobriu em 1929 que as distâncias de galáxias distantes eram geralmente proporcionais aos seus desvios para o vermelho, como sugerido por Lemaître em 1927. Esta foi feita para indicar que todas as galáxias muito distantes e aglomerados de galáxias têm velocidade aparente para fora do nosso ponto de vista: quanto mais distante maior a velocidade aparente. Se a distância entre galáxias está a aumentar hoje em dia, é provável que estivessem mais próximas no passado. A teoria do Big Bang não pode e não fornece qualquer explicação para essa condição inicial, onde se considera o tempo igual a zero e onde as densidades e as temperaturas eram extremas, mas a teoria descreve e explica a evolução geral do universo desde aquele instante.
Fred Hoyle é creditado como criador do termo “Big Bang” durante uma transmissão de rádio em 1949. É relatado popularmente que Hoyle, que era a favor de um modelo cosmológico alternativo, tinha como objectivo criar um termo pejorativo, mas Hoyle nega tal afirmação referindo que apenas utilizou um termo impressionante para destacar a diferença entre as duas teorias.
*2)Big Crunch, ou em português, o Grande Colapso, era uma hipótese, já descartada, segundo ... o Universo deixará, provavelmente, de se expandir e começará novamente a se contrair. Esta contração irá ser acelerada e, eventualmente, produzirá o Big Crunch, que é o inverso do Big Bang
Esta teoria dita que, no futuro, o universo começará a contraír-se, devido à atracção gravitacional, até entrar em colapso sobre si mesmo, havendo uma inversão no tempo retornando este a zero. Esta teoria suscita um mistério ainda maior de analisar do que o Big Bang. Alguns cosmólogos perguntam-se acerca desta teoria: E depois? Será que o Universo vai realmente acabar? Ou será que teremos um ciclo eterno de Big Bangs e Big Crunchs?

Até 1998 pensava-se que a velocidade com a qual as galáxias  se separavam iria diminuir com o tempo, devido à atracção gravitacional entre elas. Pesquisas mais recentes, baseadas em observações de supernovas extremamente distantes, comprovaram que a aceleração da expansão do universo é positiva, o que significa que a velocidade com a qual as galáxias se afastam umas das outras está a aumentar e não a diminuir como se esperava, ou seja, o Universo expende-se cada vez mais rápido e aceleradamente.
A evidência da aceleração da expansão do Universo é considerada como conclusiva  pela maioria dos cosmólogos desde 2002 e com esta descoberta a hipótese do Big Crunch sofreu um enorme revés.

*3) 
O Big Rip
O Big Rip é uma teoria, apresentada em 2003, que diz que se a velocidade de expansão do Universo atingir uma velocidade acima do nível crítico ocorrerá um deslocamento de todos os tipos de matéria levando ao isolamento das galáxias e após alguns bilióes de anos os próprios átomos se desintegrarão . A chave desta teoria é a quantidade de energia escura no Universo.
O valor da chave é wa razão entre a pressão da energia escura e a sua densidade energética, variável fundamental nas equações do estado do Universo e o ser comportamento no futuro. Para w < -1, o Universo acabaria por se desagregar, as galáxias separar-se-iam entre si e logo a gravidade seria demasiado fraca para se manter uma galáxia na integra. Aproximadamente três meses antes do “fim”, os sistemas solares perderiam a sua coesão gravitacional. Nos últimos minutos dissipar-se-iam estrelas e planetas, os átomos e mesmo os bariões (formados por quarks) não compensariam com as suas interacções internas a expansão do Universo e seriam destruídos uma fracção de segundo antes do “fim do tempo”.
Em suma, contrariamente ao Big Crunch, teoria na qual tudo se concentra num só ponto, no Big Rip o Universo converter-se-á em particulas subatómicas minímas, dispersas, que permaneceriam para sempre separadas sem coesão gravitacional alguma.
Alguns autores desta hipótese calculam que o fim do Universo ocorreria em aproximadamente 35 biliões de anos após o Big Bang, ou seja, dentro de 20 biliões de anos.


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