"Oceans"

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

PARABÉNS A TODAS AS IGREJAS, PASTORES, DENOMINAÇÕES, E POR TUDO QUE A DESPEITO DE FALHAS E ERROS PASSÍVEIS, O EVANGELHO ALCANÇOU E SALVOU SIM, MILHÕES DE PESSOAS EM NOSSO PAÍS E NO MUNDO


Mais um ano chega ao seu final, cumprindo-se o que é revelado como determinado por Deus nas Sagradas Escrituras, que os tempos sejam contados. Embora tenhamos todos e cada um de nós até legítimas reclamações referentes a escândalos, erros, pecados, etc, mais uma vez cumprindo-se o que também declara a Palavra de Deus, as portas do inferno não prevaleceram contra a Igreja, a despeito do volume de críticas nem sempre construtivas feitas por tantos irmãos, tanto na web como através de outros meios, como redes sociais, rádio e até tv.

Esquecendo-se de sermos mais zelosos conosco e auto críticos somos em geral mais críticos dos outros. Mesmo assim a igreja em geral cresceu, anunciou a mensagem da salvação, foi ao encontro dos perdidos nas mais difíceis e duras situações. Lembremos todos que nada somos mais do que simples testemunhas, desse modo com toda a confusão e muitas vezes batendo cabeça uns contra os outros demos testemunho verbal que não em outro nome nenhuma esperança real, mas somente no Deus da Bíblia e no Filho a quem enviou, Jesus Cristo.

Que nesse novo ano, essa seja a principal palava dada, dita a qualquer um que possa ouvi-la seja em que circunstância for. Que cores denominacionais e teológicas não estejam acima dessa mensagem. É razoavelmente impossível que Aquele que só Ele opera a salvação não possa cuidar daquele que ouve falar dEle, creia nEle e passe a amá-Lo. Mais fé na operação sobrenatural de Deus do que em programas, cartilhas, discipulados, doutrinamento mecânicos e programados. Afinal, operando Ele quem O impedirá? Testemunho e oração por cada um que ouvir falar de Jesus.

Desse modo também graças sejam dadas a Deus por todas e cada igreja, particularmente evangélica, no Brasil independentemente se calvinista, arminiana, tradicional, pentecostal, neo pentecostal, etc, pois eu conversando com pessoas, sabendo de histórias, o nosso Deus salvou muitas pessoas, restaurou muitas vidas, mudou muitos destinos, curou e deu nova chance a muitas outras, sustentou a todos nós e influenciou a despeito de tudo, positivamente o nosso país. Continuaremos com diferenças e desafetos teológicos, mas essa como outras diferenças são nada diante do que Deus pode e deseja fazer através de cada um de nós, sejamos figuradamente samaritanos ou judeus.

Que haja mulheres samaritanas, também bons samaritanos, Josés de Arimateia, Estevãos e Paulos e muitos anônimos como a jovem escrava do general Naamã sejam eficientes e ativos esse novo ano. Que haja muitos Elias e Joãos Batistas. Muitos Isaias e Neemias. Muitos Moisés e sobretudo todos sejamos como o discreto Enoque e andemos verdadeiramente com Deus. Muitos Abraãos e Jós. Muitos Joãos amados pelo Senhor e de confiança de Deus. Muitas Esters, muitas Raabes, Muitas Anas e muitas Marias que saibam tomar decisões importantes e limitar-se ao seu importante papel.

Se eu e você e tantos hoje, sabemos a quem buscarmos, a quem agradecermos e temos a confiança  que qualquer que seja a situação, há um que pode e deseja mudar todas as coisas e ainda nos dá o seu inigualável amor, devemos isso a todos e qualquer um, que proclame a tempo e fora de tempo a verdadeira esperança no Evangelho.

Feliz 2014, a todos os queremos e amamos o único e verdadeiro Deus  revelado em Jesus Cristo. A cada denominação com suas falhas e erros, a cada um que está em posição de pastor e pregador, cuja responsabilidade é maior que as suas capacidades humanas e maior que suas falhas, que de alguma forma seja nesse novo ano benção e meio para que, esses sob a sua responsabilidade e alcance, fiquem firmes, e muitos outros sejam alcançados e salvos! Amém!

Por Helvécio S. Pereira




CURIOSIDADE


SE HÁ GRANDES ESTÁDIOS ESPORTIVOS ( DE FUTEBOL, BASEBOL, FUTEBOL AMERICANO, ETC )  POR QUE NÃO IGREJAS?

OS MAIORES TEMPLOS EVANGÉLICOS DO MUNDO POR DENOMINAÇÃO E COM OS NOMES DE SEUS PASTORES RESPONSÁVEIS


O QUADRO ABAIXO MOSTRA O NÚMERO DE PESSOAS QUE OS MAIORES TEMPLOS COMPORTAM EM UMA ÚNICA REUNIÃO OU EM REUNIÕES EM UM ÚNICO DIA NO MESMO ESPAÇO




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domingo, 8 de dezembro de 2013

CHOCANTE!!! A IGREJA EVANGÉLICA BRASILEIRA ESTÁ PERDENDO NOÇÃO DO RIDÍCULO, IGNORANDO PRINCÍPIOS UNIVERSAIS DO QUE DE FATO DEVA SER DEDICADO AO DIVINO, A DEUS, O QUE RECONHECIDAMENTE É DE EXCELÊNCIA!!! VEJAM!




ASSISTA ESSES DOIS VÍDEOS ( ASSISTA NA ÍNTEGRA O PRIMEIRO, VALERÁ A  PENA E É BEM MELHOR QUE O PROGRAMA DO FAUSTÃO, DE LONGE! ) LOGO DEPOIS SIGA O RACIOCÍNIO EXPOSTO NA REFLEXÃO ABAIXO E TIRE AS SUAS CONCLUSÕES!


Antes é importante ressaltar que o vídeo acima é para exemplificar um louvável esforço e busca de perfeição, seja musical, seja artística. Não é o registro de um culto mas de uma das apresentações comemorativas feitas pelo coral e orquestra da Catedral Mórmon no estado de Utá nos EUA. Contém hinos, canções populares e eruditas como uma da ópera Carmem e apresentação de dança. Entretanto em nenhum momento há um traço sequer de desleixo, de desorganização, de desrespeito ao local que pela igreja é usado, segundo a sua própria teologia, como lugar d  culto regular de seus membros e fieis.

Funciona também, como em qualquer igreja cristã no mundo, como uma amostra do que se cultiva e de como se portam as pessoas, os membros de sua igreja. Pode se fazer obviamente restrições teológicas, à suas excentricidades teológicas particulares, mas pelas suas reuniões e de como são realizadas as apresentações e a música, sem dúvida nunca, e isso sim é o grande exemplo que queremos que líderes, pastores, músicos que professam uma teologia cristã mais ortodoxamente bíblica não sejam desleixados em suas igrejas influenciados por uma  cultura secular, mundana cada vez mais decadente, chegando as raias do escândalo.

Portanto, mais uma vez, antes de tratar do que me proponho a tratar, devo por exigência de clareza no assunto, em definir ainda que rapidamente alguns conceitos. 


1) Conceito de Música como Linguagem

Música é uma linguagem antes mesmo de ser classificada como ruim, boa, excelente, moderna, antiga, brega, perfeita, etc. Como linguagem a música ( e no caso o mundo inteiro utiliza a chamada música Ocidental, inventada pelos antigos gregos e desenvolvida por bem mais de dois milênios, de forma lenta e progressiva ) é capaz e sempre o faz, de comunicar coisas, tocando ao mesmo tempo  a emoção e razão quando junto da melodia, enriquecida e valorizada por uma harmonia, carregada pelo ritmo, traz uma letra, um poema, recheada de ideias e pensamentos que vão de coisas abstratas às mais reais do dia a dia.

2) Cultura

É o conjunto maciço de crenças e comportamentos permeados pelos valores e crenças de um grupo humano de uma época, um tempo, uma região, uma nação, um povo e muitas vezes de uma etnia.

3) Sagrado



O que e santificado, separado, enobrecido, tornado nobre pela relação com aquele a quem e por quem é algo produzido pelo saber e capacidade humanas de fabrico,concepção, etc.

4) Cristianismo, cristãos

Tecnicamente entendido todos os religiosos e religiões, normalmente igrejas, que têm certo grau de referência que não possa ser desvinculada de seu credo fundamental a pessoa de Jesus Cristo. Desse modo a contragosto de muitos, são tecnicamente cristãos para fim de reconhecimento estatístico, todos os católicos, protestantes, ortodoxos e paraprotestantes embora possa e se deva questionar a fidelidade e relação de suas crenças com às Escrituras, com a Bíblia Sagrada.

Assim posto é comum com a expansão histórica da crença em Jesus Cristo e na sua mensagem e apreensão do conceito do Deus bíblico, o enobrecimento do perfil físico das igrejas, catedrais, dos alteares, púlpitos, ornamentos religiosos, liturgias e portanto a música. Em todos esses quesitos o que produzido e oferecido a Deus é o mais nobre do que se possa produzir e oferecer a Deus.

Os esforços em aproximar o perdido, o inconverso da mensagem cristã tem promovido ao longo da história da igreja cristã uma aproximação necessária e lógica entre o mais nobre, entre o mais sagrado e mais popular e profano. Esse processo não é ruim e nem errado em si, pois já que como linguagem, a música deve ser entendida e cativar o ouvinte tanto ou mais do que quem a toca ou canta, levando a efeito à compreensão e à experiência com o divino.

O erro é quando esquecido o princípio do sagrado ( percebido e reproduzido em todas as religiões desde as mais primitivas  e não cristãs ) é esquecido por pessoas que conheçam e creiam na verdadeira mensagem do cristianismo e  como elevado princípio estritamente bíblico.

Dessa forma essa postagem faz a seguinte reflexão legítima:

Até quando decair do sagrado ( consagrado unicamente a Deus ) e do concebido como algo perfeito dentro do esforço mais legítimo e possível possa ser trocado por um tipo de música igualmente produzida para o lazer e entretenimento secular do próprio homem sem nenhuma separação?

O vídeo acima é da igreja Mórmon nos EUA, uma igreja paraprotestante como Adventistas do Sétimo Dia, Testemunhas de Jeová, etc. com problemas teológicos estritamemente anti biblicos mas herdeira da melhor tradição protestante construída historicamente e que não se rende a modismos e exageros as quais congregações e igrejas com teologia mais bíblicas perderam todo o cuidado.


Gostaria de ouvir as colocações dos irmãos sobre esse importante  e polêmico assunto e que ele fosse tratado em suas respectivas igrejas que mais e mais por várias questões não conseguem mais espaço para uma musicalidade de melhor qualidade, não obrigatoriamente que seja a hinologia tradicional de mais de dois séculos, mas que não decai tanto e complexidade, beleza e nobreza, dedicada a Deus.


NOTA IMPORTANTE:

O vídeo acima, no início da postagem, é um registro e uma produção da Igreja Mórmon, da qual, ou com a qual não concordo com as suas doutrinas singulares e frontalmente anti-bíblicas se distanciando muito além de outro grupos paraprotestantes.

A razão é que o cuidado  inegavelmente exemplar deles com a música dedicada a Deus, desde a formação, treinamento, dos músicos e cantores e seu lugar no serviço litúrgico são claramente exemplares no que se concebe como algo concebido e dedicado ao Criador de todas as coisas, ao único e Supremo Deus que nem o céus dos céus podem contê-Lo e a toda a Sua glória.

Agora para você que não compreendeu ainda do que estamos falando, o que se refere a um grave problema de discernimento básico e de percepção do que convém e do que não convém na igreja, do princípio básico de se dedicar a Deus algo que somente seja nobre, louvável, perfeito, único. Essa era a grande lição do sacrifício oferecido a Deus, somente animais belos, sem defeitos.

Enquanto isso no Brasil, por várias razões práticas e culturais incluída aí  uma dificuldade de manter e atrair jovens para a igreja ( ??) e num esforço injustificável em bajular esses  mesmos jovens, aliado tudo isso a uma completa e crassa falta de bom senso e de bom gosto, numa situação claramente patética em que a cauda é quem abana o corpo do cão e não ao contrário, líderes, pastores sorriem e apóiam inadvertidamente tudo o que é mal feito e de péssimo gosto, de má origem no mundo e trazem, introduzem e incentivam dentro das suas próprias igrejas!


O segundo vídeo  ( e espero que vocẽ não seja mais um dos relativistas, fora e dentro da igreja que acham que nada é definitivo, depende de como se olhe e veja ) registra o que foi feito e deve estar sendo feito e aceito, em muitas igreja pelo Brasil. Tal fato lamentável ou pelo menos suspeito se explica na ânsia e com base em uma conceito errado de que tudo pode ser repentinamente tornado sagrado para Deus, independente da qualidade básica imaginada e aceita quase que universalmente. Em todas as religiões do mundo incluindo religiões não cristãs, com todas as variáveis culturais e econômico-sociais, não se dedica a uma divindade, seja qual for, o pior, o desprezível. Uma lição muito mais digna de atenção por se tratar no caso de cristãos, de crentes evangélicos, a música como louvor, dedicada ao único Deus, o criador de todas as coisas o doador de nossas próprias vidas. E isso é fato, infelizmente, e pior recorrente nos dias de hoje em muitas igrejas no Brasil, notadamente as pentecostais.

Finalmente, fale desse assunto, principalmente entre os jovens e líderes na igreja, entre os músicos, encarregados da música nos cultos e nas reuniões, estudem biblicamente sobre o assunto e sobretudo permeie toda essa ação com oração. Não é possível que se erre orando e ouvindo a direção de Deus. Que Deus abençoe a sua igreja no Brasil.

Por Helvécio S. Pereira


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sexta-feira, 8 de novembro de 2013

OS CÉUS MANIFESTAM A GLÓRIA DE DEUS E O FIRMAMENTO AS OBRAS DE SUAS MÃOS (SALMO 19:1)



O que é de fato louvar? Basta ir a igreja e cantar Aleluias melodiosos ou gritar alguns Glórias a Deus? Ou será que o verdadeiro reconhecimento deve vir como resultado de uma constatação real de que após entendido em parte ou mais profundamente a obra de Deus, não há outra coisa a fazer senão dizer a Ele ( Deus ) e sobre Ele que nos maravilhamos com as Suas obras, feitos, julgamentos e propósitos?


Portanto a falta de reconhecimento é um elemento indesejável pois parece ser bastante necessário à produção de um verdadeiro, sincero e permanente louvor. O louvor nesse cado seria o justo crédito, à autoria e a surpreendente qualidade de algo feito por Deus diante de nós ou a nosso favor. Funcionaria como um testemunho a ser dado a outras pessoas, por parte de nós que a constatamos. Desse modo também palavras vazias de sentimento e de algo que brote do íntimo da pessoa baseada em uma sólida percepção, soaria como orações constituídas de belas frases de efeito como a feita pelos fariseus e tão denunciadas como falsas pelo próprio Senhor Jesus. O mesmo  crente que canta durante duas horas em uma reunião pode ser o que amaldiçoa a chuva ao sair do templo. Não há sentido verdadeiro nesse tipo de louvor por mais musical e impactante que tenha a sua aparência e efeito emocional nas pessoas.

Se é assim, há de se, usar a inteligência dada a nós por Ele, para essa constatação e para a produção desse reconhecimento, desse verdadeiro louvor. Desde que há algumas décadas, gravar discos, ser cantor ou cantora "gospel", tem todas as implicações e dinheiro tanto quanto a música popular secular ( as vezes bem mais ) plágios, falta de autenticidade, modismo, pressa em produzir uma peça musical, mediocridade têm sido uma tônica em muitas produções difundidas como "louvor" no meio evangélico.

Uma boa canção de louvor, portanto além de ter todos os elementos e características de uma obra musical, de uma obra artística ( música é uma linguagem da Arte ) apresentar subsídios razoáveis para que provoque em outras pessoas, ouvintes da canção ou da peça musical, a mesma constatação e reconhecimento ( louvor ).


Assista o vídeo e tende entender minimante ao menos, a complexidade e maravilha que é exatamente o que em parte podemos perceber como Sua criação, da qual fazemos parte.

Por Helvécio S. Pereira

domingo, 3 de novembro de 2013

HÁ CRENTES QUE DISCUTEM TEOLOGIA, TEÓLOGOS, LITURGIA, CURIOSIDADES BÍBLICAS, HISTÓRIA BÍBLICA, GEOGRAFIA BÍBLICA, MODA NA IGREJA, QUEM É DE PAULO, QUEM É DE SILAS, DÍZIMO, OFERTA, ATÉ "FOFOCA GOSPEL" E NÃO DISCERNEM O QUE É BÁSICO E PRÁTICO COMO O QUE É DEVIDAMENTE ESCLARECIDO NESSE VÍDEO. VEJA!



Não temos um "papa" evangélico, mas temos várias lideranças operando em prol do Reino de Deus e da verdadeira igreja de Jesus com seus acertos e erros, mas a guerra contra as trevas, sempre foi e será a mesma e única. E a pergunta: em que lado você se coloca a cada dia? Ou será que você é aquele combatente perigoso que sempre se constitui no terrível e desastroso "fogo amigo"?

Pouco importa se você é calvinista, hipercalvinista, moderado, etc... batista tradicional, batista reformado, paraprotestante ( adventista, mórmon, testemunha de Jeová ) pentecostal, neopentecostal, mesmo católico... o que está em jogo no Brasil é que tudo o que de ético, moral, que o cristianismo fomentou e fomenta em termos de devoção, gratidão a Deus, temor  a Deus e pureza de vida, incluídas aí, a sexual e a da família, os legisladores e parte dos governantes no Brasil estão solapando dia a dia debaixo de seus narizes. E se você só tem olhos para a sua comunidade, para a sua igreja e denominação, você corre o risco bem real e grande de toda a sorte de imundícias, aceitas legalmente com a tutela da lei maior desse país baterem a tua porta e você impedido pela lei não poderá fazer mais nada.

Logo ao invés de se juntar aos inimigos de Deus e prazerosamente ajudar a denegrir o irmão, "a" ou "b", por motivos razoáveis ou não, use o seu talento, força e energia para sim, rechaçar todo esse lixo, e a forma disso, além de orar, jejuar pelo pais e pela igreja é poro pé na estrada e dar a "césar" o que é de césar. Na hora e momento do voto, eleja alguém que esteja afinado com os valores cristãos, seja de que igreja o sujeito for, e não deixe que um pervertido oportunista e blasfemo esteja no lugar de um cristão nas câmeras de vereadores, de deputados e nos vários escalões do governo. Esqueça a bobagem que lhe fora ensinada de que a política é suja e que você deva se manter distante dela... isso é uma mentira travestida de verdade e convenientemente diabólica. Quando posta em prática as raposas tomam literalmente conta do galinheiro e a igreja vai sofrer consequências graves!... e isso já aconteceu outras vezes e foi necessário o uso de incrédulos para socorrer a igreja, pois não havia crentes em posição para fazê-lo.


Lembre-se e seja justo e sábio em seu julgamento: cada crente sincero faz o que pode e as vezes sinceramente, mas é necessário ter consciência da realidade e a Bíblia, a velha e eficaz  Bíblia, nos adverte o tempo todo, pois afinal não há nada de novo debaixo do céu.

Por Helvécio S. Pereira







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sexta-feira, 25 de outubro de 2013

ATUALIZADO!!! INCLUÍDO NOVO LINK PARA DOWNLOAD DO LIVRO PDF GRÁTIS! O EMBUSTE DE FÁTIMA, O PADRE PORTUGUÊS MARIO DE OLIVEIRA, DENUNCIA O ENGODO DE FÁTIMA EM SEU LIVRO "FÁTIMA NUNCA MAIS!" ( LEIA O CAPÍTULO I E BAIXE O E-BOOK )




Com todo respeito devido aos católicos romanos mais sinceros e piedosos, cerrar os ouvidos e os olhos à verdade que hoje se tem não só a possibilidade de ser conhecida como a liberdade de denunciar as mais poderosas e históricas mentiras, só permanece no engodo quem de fato não se abre à verdade e à realidade dos fatos.

Esse vídeo é parte das declarações contundentes e irrefutáveis historicamente dadas por uma respeitável padre português. Veja e divulgue-o já, antes que o vídeo seja tirado do ar ou que o depoente seja calado ou faleça.

O padre português Mário de Oliveira, autor do livro "Fátima Nunca Mais", faz denúncias e as documenta em uma publicação obrigatória para todos que sinceramente gostaria de conhecer os reais fatos e libertar-se desse irrazoável mito.

Vale ressaltar que não é alguém de fora e claramente combatente ativo do catolicismo romano, mas ao contrário um membro ativo da própria igreja Católica Apostólica Romana moderna e  contemporânea. Isso deve ser visto e reconhecido como prova, ao menos de sinceridade e de uma voluntariosa prestação de contas aos próprios fiéis católicos romanos e a uma verdade histórica a ser revisada urgentemente.

O curioso é que fofocas, "fuxicos gospels" fazem tanto sucesso entre as pessoas, entre os próprios cristãos e crentes, o mesmos que não acham interesse nenhum em destruir uma mentira secular como essa, imposta a milhões de pessoas sinceramente crédulas e tementes a Deus, confundindo uma estória piegas como evento revelador divino.

Por Helvécio S. Pereira


E ATENÇÃO!

SE VOCÊ CONTRIBUIR COM UM DOCUMENTO RELEVANTE PODERÁ BAIXAR GRATUITAMENTE O ARQUIVO EM PDF (E-BOOK) DO LIVRO "FÁTIMA NUNCA MAIS" DO padre MÁRIO DE OLIVEIRA CLIQUE AQUI!

CONSTATEI QUE  O LIVRO FORA DELETADO DO ENDEREÇO ACIMA, O QUE É INFELIZMENTE COMPREENSÍVEL E JÁ ACONTECIDO COM OUTROD OUTROS LIVROS QUE DENUNCIAM AS MUITAS MENTIRAS E ENGODOS PRODUZIDOS E TÃO BEM SUCEDIDOS NO ENGANO DAS PESSOAS, MAS TAO LOGO LOCALIZADO NA WEB SERÁ DISPONIBLIZADO ESSE NOVO LINK!




Fátima nunca mais!
E
m abril de 1999 publicou em Portugal pela Editora Campo das letras o livro "Fátima nunca mais" e consiguiu oito edições em 12 meses.1 Padre Mário de Oliveira tenta desfazer o mito e apresenta provas que desmentem as aparições de Fátima. A utilização de Jacinta Marto, Francisco Marto e Lúcia de Jesus dos Santos numa suposta aparição de Nossa Senhora de Fátima, em 1917, arruinou a vida das três crianças. Padre Mário de Oliveira acusa clero de Ourém2 e a Igreja Católica de ter abusado psicologicamente das 3 crianças, a ponto de duas delas terem morrido de pneumonia por estarem fracas devido aos jejums religiosos, e enfiado a sobrevivente num convento e diz que oque foi feito com estas crianças foi pior que crime de pedofilia que tanto se evidencia hoje nas igrejas. A Igreja só mantém a montagem feita pelo clero porque aquilo é um grande negócio e rende muito dinheiro


CAPÍTULO 1



Quando, há tempos, aceitei participar num debate promovido pela sic e respondi abertamente "não!" à pergunta "acredita nas  aparições de Fátima?", foi um escândalo (quase) nacional. nunca tal se ouvira na televisão, para mais, da boca de um padre católico. Infelizmente, o debate abortou pouco depois de ter começado, e quase não me foi possível apontar as razões do meu não. O que terá deixado toda a gente mais ou menos frustrada. E  até a pensar menos bem de mim. Mas o impacto da minha resposta foi tal, que até o próprio jornalista que conduzia o debate não conseguiu esconder o seu ar de espanto. Apressei-me, por isso, a recordar tanto a ele como a todas as portuguesas e portugueses que, nessa hora, sintonizava-na sic - e deveriam ser milhões, tal o impacto do debate que, ao contrário do que pensa a maior parte das pessoas, mesmo não católicas, as aparições de Fátima não fazem parte do núcleo da fé cristã católica; o que quer dizer que se pode não acreditar em Fátima e continuar a ser cristão católico romano. Mesmo assim, e talvez porque não costuma ser esta a mensagem-informação sobre as aparições de Fátima que passa nas pregações dos párocos e dos bispos, nem nas peregrinações que, um pouco de todo o país e de muitas partes do mundo, são reiteradamente organizadas para lá, a verdade é que, se eu já era um padre meio maldito, passei, desde então, a ser maldito de todo, aos olhos de quase todos os meus irmãos e irmãs de fé católica.


Entretanto, se ainda me aflijo com isso, não é por mim que me aflijo, mas por todos aqueles e aquelas que, preguiçosamente, preferem continuar a escandalizar-se com as minhas declarações,honestamente ditadas pela fé cristã que me anima e dá sentido à minha vida, em vez de, interpelados por elas, apressarem-se,elas e eles também, a meter mãos ao trabalho para investigarem seriamente o que se passa à volta de Fátima. 





É que, com posições assim preguiçosas e acomodada objetivamente tão contrárias à fé cristã, dificilmente conseguiremos ir longe em liberdade e em responsabilidade humanas. E, em vez disso, manter-nos-emos, geração após geração, como uma espécie de Portugal dos pequeninos e uma igreja de crianças (não é verdade que na generalidade, todos os que nos confessamos católicos, fomos baptizados poucos dias ou poucas semanas depois de termos nascido e que nunca mais crescemos na fé nem nas razões dela?), inevitavelmente à mercê de influentes hierarquias políticas e eclesiásticas! uma postura social e eclesial que, indubitavelmente, também a senhora de Fátima tem ajudado, e muito, a implementar. Não só em Portugal, mas também um pouco por todo o mundo católico.


2. Entretanto, quando, na sic, respondi que não acreditava nas aparições de Fátima, mais não fiz do que retomar hoje a mesma atitude que a igreja católica em Portugal tomou entre 1917 e1930. Na verdade, durante 13 anos, também ela não acreditou nas aparições de Fátima. e podia ter-se apressado a reconhecê-las, porque, até então, eram já muitos os milhares de pessoas que acorriam a Fátima, entre 13 de maio e 13 de outubro, de cada ano. E, inclusive, havia já ocorrido o chamado "milagre do sol", no dia 13 de outubro de 1917. Porém, só em 1930 é que a igreja católica reconhece Fátima. Um reconhecimento oficial a que não terá sido alheio o facto de ter saído vitorioso o golpe militar de 28 de maio de 1926. O novo regime, obscurantista católico, saído deste golpe militar e presidido pela dupla Salazar-cardeal Cerejeira, carecia de uma coisa assim, para mais facilmente se implantar nas populações. A Senhora de Fátima, com a mensagem retrógrada, moralista e subserviente que lhe é atribuída e que, ainda hoje, vai tão ao encontro da generalidade dos nossos funcionários eclesiásticos católicos e do paganismo religioso-católico das nossas populações, vinha mesmo a matar. nem sequer era preciso.







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Esforçar-se por arregimentar as populações à volta do clero. Bastava ir ao seu encontro, todos os meses, em Fátima. Vai daí, em lugar de continuar a demarcar-se do fenômeno e até a hostilizá-lo, a hierarquia maior da igreja católica, em 1930, mudou radicalmente de estratégia e reconheceu-o e canonizou-o, como sobrenatural. Terá percebido nessa altura que, se não adiasse mais esse reconhecimento, os lucros seriam enormes, como, efetivamente, foram. Lucros financeiros, lucros políticos, lucros clericais. Lucros eclesiástico-católicos. Algo assim como um verdadeiro "milagre", não de Deus, evidentemente, que Deus nunca faz milagres - com eles, faria de nós uns súbditos assustados, em vez de filhas e filhos livres e responsáveis-, mas um "milagre" produzido por aquela vertente demoníaca que, sobretudo em horas de maior aflição, sempre se manifesta no mais fundo dos seres humanos e os leva a prostrar-se de joelhos não só diante de imagens surdas e mudas, mas também diante dos representantes do idolatrado poder religioso e eclesiástico, na ilusória esperança de que, assim, as suas muitas aflições poderão encontrar uma qualquer mágica saída.

Por outro lado, esta nova atitude da hierarquia maior da igreja católica veio revelar-se, igualmente, como um verdadeiro trunfo contra a república de 1910 e contra a liberdade. Contra a autonomia individual. E contra todas as outras igrejas não católicas. Contra a maçonaria. e contra a laicidade e a cidadania, então incipientes. Mas o pior - e parece que na igreja católica ainda ninguém, entre os mais responsáveis, deu por isso - é que essa surpreendente mudança de estratégia da hierarquia maior católica, relativamente às "aparições" de fátima, materializava também uma histórica traição ao evangelho de jesus cristo. uma traição que acabou por desfigurar completamente o cristianismo, tal como o próprio Jesus Cristo o inspirou com a sua prática e palavra, no sentido de que ele materializasse, na história, a via de realização humana integral, saudavelmente cômoda, como o sal da terra, e libertadoramente subversiva, como a luz do mundo (mt 5). 


3. Só que Fátima e as suas pretensas aparições resumiam-se, nessa altura, praticamente a nada. para cúmulo, das três crianças







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que, em 1917, afirmaram a pés juntos que tinham visto nossa senhora - uma delas, francisco, nunca ouviu nada e tanto ele, como a sua irmã, Jacinta, nunca disseram uma palavra que fosse à senhora das "aparições", apenas lúcia foi protagonista, o que prova que até nas "aparições do céu" há díscrímínação!... - duas delas já tinham morrido, há uns dez-onze anos, de pneumonia. e também em consequência do terror que a senhora de Fátima lhes incutiu (entenda-se, certas catequeses moralistas e terroristas de grande parte do clero de então). Na circunstância, valeu, por isso, ao regime e à sua poderosa dupla, Salazar-cardeal Cerejeira, a existência de lúcia, a mais velha das três antigas crianças "videntes". talvez, por ser mais vigorosa e menos ìmpressionável, conseguiu sobreviver a todo aquele terror que a Senhora de Fátima materializava e materializa ainda hoje.







Entretanto, alguns clérigos mais fanáticos do catolicismo obscurantista e moralista de então - eles viam nas "aparições de Fátima" não a presença do demoníaco, como elas efetivamente são, mas sim a presença do divino, e até um verdadeiro milagre do céu - haviam conseguido arrastar a pequenita lúcia, poucos anos depois de 1917, para fora da sua aldeia e encurralaram-na, primeiro, no asilo de vilar, no porto, e, depois, num convento da Galiza. foram ao ponto de lhe arrancar o nome (é o mesmo que tirar-lhe a identidade) e passaram a chamar-lhe - imagine-se! irmã Maria das Dores. ao mesmo tempo, proibiram-lhe que alguma vez falasse a alguém das "aparições". O terreno estava, pois, mais do que preparado para obter desta antiga "vidente" uns relatos bem mais completos das "aparíções", os quais, duma vez por todas, impusessem Fátima à igreja e ao mundo. e, se bem o pensaram, melhor o fizeram. Deram ordens à irmã dores (atualmente, ela é, de novo, lúcia), sempre em nome, é claro, do voto de obediência, para que ela escrevesse. E até lhe forneceram, antes de cada relato, orientações muito precisas sobre o que ela deveria escrever. Finalmente, corrigiram-lhe os textos que ela manuscreveu, para que pudessem ser publicados sem erros e com boa pontuação. Tudo muito isento, como se vê!...


CONSTATEI QUE  O LIVRO FORA DELETADO DO ENDEREÇO ACIMA, O QUE É INFELIZMENTE COMPREENSÍVEL E JÁ ACONTECIDO COM OUTROD OUTROS LIVROS QUE DENUNCIAM AS MUITAS MENTIRAS E ENGODOS PRODUZIDOS E TÃO BEM SUCEDIDOS NO ENGANO DAS PESSOAS, MAS TAO LOGO LOCALIZADO NA WEB SERÁ DISPONIBLIZADO ESSE NOVO LINK!





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Curiosamente link após link que disponibilizava a obra do pe Mario de Oliveira gratuita e rapidamente para download, parece ter sido cancelado ( por quem seria? ). O texto abaixo fala do livro e traz o endereço da editora para quem quiser adquirir o referido livro:

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Este texto é um extrato do livro do mesmo título, que foi publicado em Portugal em abril de 1999, pela Editora Campo das letras (campo.letras@mail.telepac.pt), e consiguiu oito edições em 12 meses. Suas argumentações são melhor compreendidas desde a leitura completa da obra. O livro pode ser solicitado a: Jornal Fraternizar (fraternizar@mail.telepac.pt)
I. Deuses contra Deus
Em Fátima, como em qualquer outro santuário ou templo, não basta invocar Deus, para se concluir que estamos perante uma manifestação de Fé. Pelo menos de Fé cristã. Quando muito, estamos perante uma manifestação religiosa. O que não é a mesma coisa. De resto, o cristianismo, no início, nem sequer quis aparecer como uma religião. Os textos fundantes do Novo Testamento, do que falam, não é duma nova religião, mas duma via ou caminho. Via ou caminho que nos há-de levar, não a Deus, sem mais, mas ao outro, aos outros, aos que não são da nossa carne e sangue, e até aos que temos como "inimigos". Para que entre nós e eles, entre todos e todas, se estabeleça, progressivamente, uma relação de fraternidade/sororidade. Pois só quando esta relação de fraternidade/sororidade se torna efectiva, é que o Deus de Jesus é honrado e cultuado. E a Fé cristã verdadeiramente acontece. "Nem todo o que me diz Senhor, Senhor, entrará no Reino dos céus, mas sim aquele que fizer a vontade de meu Pai que está nos céus" (Mt 7, 21). O Evangelho e assim. Não admite fugas, porventura, muito religiosas, mas também muito alienantes, desumanizadoras e desfraternizadoras.
Em Fátima, como em qualquer outro santuário ou templo, é preciso inquirir, com humildade e a toda a hora, que Deus é que lá está a ser invocado e cultuado. Que Deus é que atrai as pessoas e as faz movimentar. Porque, ao contrário do que, habitualmente, se pensa, não há apenas um único Deus. Sempre houve, através dos tempos, muitos deuses. E a dificuldade em poder discernir, entre tantos deuses, qual o verdadeiro, aquele que progressivamente nos humaniza e fraterniza (e só um Deus que nos humaniza e fraterniza é que é Boa Notícia para os humanos), sempre foi muito grande. E, hoje, parece ser ainda maior do que no passado. Porque os deuses são muitos e qual deles o mais atraente e sedutor.
Sabemos que Caim, por exemplo, já nos alvores da Humanidade - é a primeira Carta de João que o lembra, nos alvores do Cristianismo - e segundo reza o mito bíblico do Génesis (4, 1-16), também invocava Deus, cumpria com todos os ritos religiosos, frequentava, regularmente, a liturgia da época. Isso, porém, não o impediu de, na maior das calmas, e com a mais sossegada das consciências, matar o irmão Abel. O Deus que invocava e cultuava e ao qual, generosamente, oferecia as primícias das suas colheitas, não era incompatível com uma acção fratricida. Pelo contrário, até lha terá sugerido ou inspirado. No momento do culto.
A narrativa foi escrita, não como um conto para nos distrair, mas para nos edificar. Para nos alertar. Para nos ajudar a discernir. Para nos revelar que não basta admitir a existência de Deus, ser deísta, ser religioso, frequentar actos de culto, a horas certas e em locais tidos como sagrados, para sermos, automaticamente, homens e mulheres humanos, humanizados, fraternos, numa palavra, cristãos. Podemos fazer tudo isso e muito mais, por exemplo, contribuir com chorudas ofertas para a construção de templos e santuários, fazer difíceis e dolorosas promessas, e cumpri-las escrupulosamente, manter até um bom entendimento com os sacerdotes de alguma das múltiplas religiões que por aí existem e, ao mesmo tempo, alimentar sentimentos de ódio e vingança, de ciúme e de morte contra o outro e os outros. Pior ainda, podemos até passar a vias de facto e matar o outro, matar os outros, os "inimigos", os que não pensam como nós, os que não são da nossa religião, nem aceitam fazer o nosso jogo. E tudo isto, sem chegarmos a perder a tranquilidade de consciência. Pelo contrário, com todo o ar de quem cumpre um dever, de quem pensa que, assim, é que está a ser religioso.
Escrever e dizer estas coisas, pode ser eventualmente chocante para muitos e muitas, crentes em Deus ou ateus, mas não devia sê-lo, pelo menos, para os cristãos e cristãs e respectivas Igrejas. O cristianismo que, no início, nunca quis ser uma religião mais, entre as múltiplas existentes no Império romano, mas apenas uma via ou caminho que, teimosamente, nos há-de levar ao outro, aos outros, mesmo aos que uma certa educação cívica e religiosa nos aponta como "inimigos" nossos, para com todos e todas fazermos a descoberta e a experiência da fraternização/sororidade e da comunhão cada vez maior, nasceu, como se sabe, desta revelação definitiva, a mais radicalmente libertadora da Humanidade e também a mais humanizadora e fraternizadora.
Jesus de Nazaré, reconhecido e proclamado pelos primeiros aderentes e seguidores como o Cristo, por força da Ressurreição que, inesperadamente, lhe aconteceu, havia sido, até então, o mais odiado dos homens, condenado à morte como blasfemo e subversivo, e executado na cruz. Ora, quem está por trás de todo este crime maior da História da humanidade, quem conduz todo o processo, até que seja consumado, são homens religiosos, profundamente crentes em Deus, postos à frente de instituições, as mais sagradas. Mais. Quando assim procedem, os príncipes dos sacerdotes e o Sinédrio, juntamente com os teólogos de serviço, fizeram-no na convicção de que, dessa maneira, davam glória a Deus, ao Deus cultuado e adorado, também por eles, no grandioso Templo de Jerusalém. Tanto assim que, mesmo depois de terem cometido tão horrendo crime, continuaram, de consciência tranquila, a frequentar o templo e a promover o culto em honra do seu Deus, em dias e horas certos.
Ora, o que se passou com Jesus de Nazaré, chamado o Cristo, tornou-se, pelo menos, para os cristãos e cristãs e respectivas Igrejas, no acontecimento mais revelador da História, a Luz que ilumina todo o homem que vem a este mundo. O novo e definitivo Big-Bang da Criação da Humanidade e do Mundo. O Novo e definitivo Começo. Nele e com ele, a Humanidade nasceu de novo, nasceu definitivamente fraterna e solidária.
Sabemos, por isso, e de maneira definitiva, a partir de Jesus crucificado que o Pai ressuscitou, que, de facto, Deus não é, nunca foi, uma realidade unívoca. Há muitos deuses. Há Deus e deuses. E há até uma luta dos deuses contra Deus. Há deuses altamente perigosos, assassinos e opressores, que não estão bem sem vítimas inocentes, cujo sangue reclamam insaciavelmente. Deuses sádicos que devoram os seus adoradores, os escravizam e degradam. Numa palavra, os desumanizam e, finalmente, matam. E que assim como são, fazem ser os seus adoradores que, por isso, podem ser muito religiosos, como Caim, mas também assassinos. À imagem e semelhança dos deuses que invocam e cultuam.
E há o Deus das vítimas, Ele próprio vítima dos deuses todo poderosos e assassinos, que ressuscitou Jesus dos mortos. Este é o Deus de Jesus e dos homens e mulheres que prosseguem a sua Causa (cristãos e cristãs e outros de boa vontade), o Deus vivo que vive e faz viver, o Deus que não quer outro culto senão a promoção da vida e vida em abundância para todos, o Deus que não só não quer nem faz vítimas, como trabalha sempre para as tirar da Cruz, o Deus que está presente e se manifesta no olhar e no corpo das vítimas da História, a partir das quais lança aquela mais perturbante e desafiadora pergunta, também a mais potencialmente criadora de fraternidade, dirigida a todos os que O invocam como Caim, mas que, como ele, matam os irmãos: "Onde está o teu irmão? Que fizeste do teu irmão?" ou esta outra, actualizadora daquela: "Por que me persegues?" (At 9, 4).
II. Do Deus de Fátima, livra-nos, Senhor!
Duas crianças que morrem e uma terceira que sobrevive, mas é retirada da sua terra e para sempre impedida de levar uma vida em tudo semelhante à das outras pessoas (primeiro, internaram-na, secretamente, no Asilo de Vilar, no Porto, e, depois, mandaram-na para Espanha e fizeram dela freira de clausura para o resto da vida, situação que, 76 anos após os acontecimentos de 1917, ainda se mantém!), eis o principal balanço das chamadas Aparições de Fátima. Provavelmente, nunca ninguém da Igreja católica ousou olhar as aparições sob este ângulo. Jornal FRATERNIZAR, porém, embora corra o risco de perder alguns dos seus assinantes, não pode deixar de o fazer, nesta edição de Maio-93.
Não pensem que o fazemos, para alinhar com os chamados "inimigos" de Fátima. O que nos move é a fidelidade ao Evangelho e ao Deus de Jesus que Maria de Nazaré, melhor do que ninguém cantou, como libertador e salvador da Humanidade, particularmente, dos pobres e excluídos.
A leitura que fizemos do livro mais importante sobre Fátima, "Memórias da Irmã Lúcia", a isso nos obriga. É que o Deus que aí é anunciado e revelado, não tem nada a ver com o Deus revelado em Jesus de Nazaré. Tem tudo a ver com um Deus sanguinário, que se compraz no sofrimento de inocentes, um Deus criador de infernos para castigar aqueles que deixam de ir à missa aos domingos, ou dizem palavras feias, um Deus ainda pior do que algumas das suas criaturas.
Aos leitores e leitoras, pedimos que, em vez de se escandalizarem, experimentem ler também o livro da Irmã Lúcia. Porque, se o fizerem, mas à luz do Evangelho de Jesus, acabarão, provavelmente, a rezar também connosco, "Do Deus de Fátima, livra-nos, Senhor!".
Ambiente de terror
O livro de Lúcia faz-nos recuar no tempo e mergulhar no ambiente religioso e eclesiástico em que também as crianças de Fátima tiveram de viver, por volta de 1917. Eram os tempos da Primeira Grande guerra. Mas o terror que se respirava, nomeadamente, nos meios populares e rurais, não vinha apenas daí. A catequese familiar e paroquial, mais as pregações dominicais e outras, então, muito requentes, constituíam um género de terror não menos intenso e, também, não menos nefasto e assassino. Porque incidia sobre a consciência das pessoas, especialmente, das crianças, pequeninos seres indefesos e carregados de sensibilidade, prontos a acreditar em tudo quanto lhes dissessem os adultos, pais e mães, e ainda mais, bispos e párocos, cuja palavra era, miticamente, escutada e seguida, como se fosse a própria vontade de Deus, presente no meio do povo. (O livro de Lúcia mostra, à saciedade, que ela própria, ainda hoje, tantos anos depois, se mantém nesta visão mítica da realidade, também da realidade eclesial, embora uma tal visão seja completamente estranha à libertadora mensagem do Evangelho).
Jacinta e Francisco, mai-la Lúcia, respiram um ambiente assim. O livro não deixa dúvidas a quem o souber ler nas entrelinhas, criticamente, sem se deixar envolver no misticismo religioso, quase doentio, em que ele nos aparece escrito.
Percebe-se bem que o terror é uma constante nas vidas destas três crianças. Vivem apavoradas com o pecado, com o inferno e com os pecadores que vão, aos magotes, para o inferno. Tudo para elas é pecado. Até dar um beijo a outra criança, no jogo das prendinhas.
Dar um beijo, para a Jacinta, por exemplo, só se for a Nosso Senhor, na imagem do crucificado. Como se uma outra criança, companheira de brincadeira, não fosse muito mais imagem dele, mas apenas e só ocasião de pecado. (Quem despertou uma visão tão moralista, na pequenina e angelical Jacinta? Que satânica catequese lhe distorceu tão gravemente o olhar? Quem lhe tirou, tão precocemente, a naturalidade?).
Depois, tudo pode levar ao inferno. Deus, aos olhos destas crianças, está já tão cansado com os pecados das suas humanas criaturas, que a sua ira está a ponto de atingir os limites. E só não o fará, se elas aceitarem sofrer-sofrer-sofrer, fazer toda a espécie de sacrifícios por amor dEle e pela conversão dos pecadores e, ao mesmo tempo, rezarem muitos terços.
Ora, como não podia deixar de ser, as crianças que recebem toda esta informação - sensíveis e indefesas como só elas são - sofrem, choram, têm pena de Nosso Senhor. E começam a pensar em assumir-se como vítimas, até à morte, para desagravarem a Deus e, de alguma maneira, forçarem-nO a perdoar aos pecadores. Ficam completamente possuídas por uma mística da morte, uma mística sacrificial, que diz bem com um Deus que se alimenta de gente, em vez duma mística de vida, a única que o Deus de Jesus pode inspirar aos seus filhos e filhas, já que Ele próprio é um Deus que trabalha continuamente para que todos tenhamos vida e vida em abundância.
Verdadeira tortura
Viver, num clima de religiosidade assim, tornou-se uma verdadeira tortura. Pelo menos, para estas três crianças aterrorizadas, que sempre levam tudo tão a sério. Tornou-se também um terrível risco. O risco de vir a ser condenado ao inferno. Bastava fazer algum pecado. E o pecado, para elas, era, por exemplo, dizer palavras feias, ou cometer pequenas traquinices. O bastante para poder ser condenado ao inferno, descrito por elas próprias em imagens, as mais terríficas. Nunca mais, então, estas crianças puderam sentir vontade e disposição de fazer sacrifícios pelos pecadores. O inferno era, afinal, a grande ameaça para todos. E o que, com mais probabilidade, poderia acontecer a qualquer um. E, para os pecadores, mais do que ameaça, era já uma certeza.
Num clima assim, de religiosidade verdadeiramente esvaziada de Evangelho, pior, contra o Evangelho, não é de estranhar que o desejo maior destas rês crianças fosse ir para o céu. Porque essa seria a única maneira de não chegarem a cair no inferno, onde quem lá caísse ficaria, para sempre, a arder na imensa fornalha de fogo que ele era, e na companhia de animais, os mais asquerosos e horrendos.
Pelo que conta Lúcia, neste seu livro, os dois irmãos, Jacinta e Francisco, viviam aterrorizados com o inferno. Outra coisa nem era de esperar. A mãe, nas frequentes catequeses familiares que lhes ministrava, carregava bem nas cores do terror. E os pregadores de missões paroquiais que seguiam, com fidelidade, o livro "Missão Abreviada", não lhe ficavam atrás.
Por isso é que, num ambiente assim, de verdadeiro terror teológico, o que mais espanta e escandaliza a quem, hoje, procura ser discípulo de Jesus e deixar-se fazer pelos valores do seu Evangelho libertador, é que aquela Senhora que as crianças dizem ver e ouvir, aos dias 13 dos meses de Maio a Outubro de 1917, apesar de se dizer vinda do céu, isto é, de Deus, não tenha aparecido para as libertar do medo e convidá-las à alegria de viver. Pelo contrário, começa por lhes anunciar, às duas mais novinhas e também mais aterrorizadas, que brevemente as vai levar para o céu, maneira eufemista de dizer que elas vão morrer antes do tempo.
Catequese terrorista Em lugar da boa notícia libertadora de que Deus quer que elas vivam e vivam em abundância, anuncia-lhes que vão morrer brevemente. No fundo, limita-se a reproduzir e a autenticar a catequese terrorista e negadora do Evangelho que as crianças constantemente ouviam em casa e no templo paroquial.
Mas o mais chocante estava ainda para acontecer. É a própria aparição que, em Julho, durante a conversa que mantém com elas, mostra às três crianças o inferno. E a impressão que lhes causa é tal, sobretudo, à Jacinta e ao Francisco, que bem se pode dizer que os dois irmaozinhos, de tenra idade e de saúde manifestamente debilitada, nunca mais se recompuseram desta visão terrífica e acabam por morrer de susto. Também da fraqueza que, entretanto, se apoderou irreversivelmente dos seus corpos, uma vez que tanto ela como ele, desde então, nunca mais conseguiram ser crianças como as outras, nunca mais conseguiram brincaram descontraídas, nunca mais conseguiram encarar a vida como crianças saudáveis (o Francisco, por exemplo, até deixou de ir à escola; em vez disso, preferia esconder-se na igreja, a rezar pelos pecadores!), e nunca mais se alimentaram convenientemente.
Em todos os momentos, a partir daquele dia, a visão do inferno persegue as duas crianças, aterroriza-as, obriga-as a rezar pelos pecadores, e força-as a fazer sacrifícios pela conversão dos pecadores. O livro das "Memórias" de Lúcia testemunha que os dois irmaozinhos eram capazes de passar dias inteiros sem comer, davam a merenda às ovelhas, não bebiam ponta de água, mesmo em pleno mês de Agosto, andavam todo o dia, e mesmo durante o sono da noite, com uma corda permanentemente amarrada à cinta, até fazerem sangue.
Masoquismo religioso
Com estas atitudes, carregadas de masoquismo religioso e sacrificial, pretendiam, numa ingenuidade e inocência que confrange, e de que, pessoalmente, não são responsáveis mas vítimas, consolar Nosso Senhor e o Papa (as preocupações pelo Papa surgem, depois que em certa ocasião, um sacerdote lhes terá falado dele e informado de que ele estava a ser muito perseguido pelos "inimigos" da Igreja).
Chegou-se, assim, à total inversão da Boa Notícia que é a Revelação de Deus na História da Humanidade e que culminou em Jesus de Nazaré, a maior e mais libertadora Boa Notícia que os empobrecidos do mundo e todos os que, oficialmente, são tidos como pecadores, alguma vez puderam ouvir.
Nesta caso de Fátima, em vez de Deus ser aquele que vem, como companheiro e pai com coração de mãe, consolar as crianças e libertá-las do terror e do sofrimento em que uma catequese sacrificial e sádica as condenou a viver, são as crianças que O consolam a Ele e se imolam para conseguir que Ele, à vista do sofrimento delas, vítimas inocentes, contenha a sua ira e desista de dar cabo das humanas e pecadoras criaturas. Ou seja, reduzem-se, para que Ele cresça. Numa liturgia tipicamente sacrificial, mas também verdadeiramente repugnante que, quando acontece, é sempre um insulto ao Deus de Jesus e, simultaneamente, uma das principais causas que explicam o desenvolvimento do ateísmo no mundo.
Urge evangelizar Fátima
Pode, pois, dizer-se que o livro "As memórias da Irmã Lúcia", onde ela escreve tudo o que recorda dos seus tempos de criança, em Fátima, e o faz por obediência a alguns homens da Igreja que, estranhamente, se arrogam de uma tal autoridade sobre ela, até lhe darem ordens dessas irrecusáveis, contém e veicula uma teologia (reflexão sobre Deus) nos antípodas da teologia cristã.
Trata-se duma teologia sobre um Deus que ainda continua aí como o Deus de muita gente, mas que tem tudo a ver com um ídolo devorador de pobres, bem pior do que algumas das suas criaturas, um Deus à imagem e semelhança dos verdugos que só sossega a sua ira castigadora e destruidora, diante do sangue, muito sangue, de vítimas inocentes, um Deus justiceiro, verdugo, sanguinário, um Deus contra o homem/mulher e sem entranhas de misericórdia, tirano e déspota, um Deus intrinsecamente perverso, a quem é preciso apaziguar e cujo braço justiceiro está aí pronto a cair sobre a Humanidade, o que só não aconteceu ainda, porque, felizmente, temos junto dEle uma criatura, a mais santa de todas e, ao que parece, mais misericordiosa do que Ele, a Senhora do Rosário, de seu nome, que tem conseguido sustê-lo.
Mas ela própria está a ponto de não poder aguentar mais a fúria e o ódio dEle contra a Humanidade pecadora e, por isso, decidiu sair do céu até á terra, mais concretamente, a Portugal, onde alguns anos antes, por coincidência, se instaurou uma República maçónica e ateia, para pedir a três inocentes crianças que a ajudem nesta ingente tarefa.
"Quereis - disse-lhes, logo na primeira aparição que lhes fez - oferecer-vos a Deus, para suportar todos os sofrimentos que Ele quiser enviar-vos, em acto de reparação pelos pecados com que Ele é ofendido e de súplica pela conversão dos pecadores?"
As crianças, educadas numa catequese sacrificial e terrorista, disseram que sim. E, como elas, ainda hoje muita gente continua a dizer o mesmo a um Deus assim. Só quem não queira ver, é que pode ignorar que, em Fátima, o Deus que mais é procurado pelas pessoas que sofrem doenças e aflições de toda a ordem, é um Deus assim. Um Deus que nos apavora, nos inspira medo, nos castiga, nos dá e tira a vida, conforme o humor de momento. Um Deus que exige sacrifícios humanos, que todo se compraz em ver os pobres autoflagelarem-se, numa imolação que pode ir até ao limite das forças e da vida. Um Deus à revelia do Evangelho, com mais de demónio do que de Deus, que, desde os alvores da Humanidade, tem habitado o nosso inconsciente colectivo e onde, manifestamente, ainda não chegou a boa nova libertadora de todo o medo, que é o Evangelho de Jesus.
A Igreja católica que, desde a primeira hora, tem gerido Fátima, ainda não foi capaz de evangelizar Fátima. A valer. Pelo contrário, tem parecido mais interessada em aproveitar-se sacrilegamente do fenómeno. Talvez porque ele, como diz a publicidade do totoloto, é fácil, é barato, dá milhões. E garante elevadas estatísticas, na hora de contabilizar os católicos portugueses, o que dá muito mais poder reivindicativo à respectiva hierarquia, frente ao poder instituído.
Entendemos que é chegada a hora de mudar. Desde raiz. É arriscado? Sem dúvida. Mas é também imperioso e urgente. Está em causa o Nome de Deus, do eus revelado em Jesus de Nazaré. Está em causa a Fé cristã. E, sobretudo, está em causa a Humanidade, particularmente, a maioria empobrecida e oprimida, também em nome de um certo Deus que, em Fátima, continua a ditar, impunemente, a sua sacrificial lei.
Os teólogos cristãos têm, pois, uma palavra a dizer. Com lucidez e coragem. Com discernimento. Na luta de deuses em que vive a Humanidade, a palavra dos teólogos cristãos é insubstituível. Pode ser, para alguns, martirial, como tem sido para outros companheiros nossos, na América Latina. Mas não podem os teólogos deixar de a dizer. Assim como as comunidades cristãs onde eles se inserem. Pactuar, nem que seja com o silêncio, é um pecado contra os pobres e contra o Espírito Santo.]-

domingo, 20 de outubro de 2013

O MAIOR PAÍS CRISTÃO DO PLANETA EM EXTENSÃO TERRITORIAL ESTÁ EM FRANCO AVIVAMENTO ESPIRITUAL, VEJA!



Durante muito tempo e ainda hoje, ouvimos pregadores otimistas ou com rompantes de nacionalismo afirmarem que o Brasil evangelizará o mundo no futuro. Se é verdade que daqui de nossa terra após o evangelismo e influência norte-americana que além de nos darem as igrejas históricas, as chamadas tradicionais, depois ajudaram  o crescimento evangélico em nosso país, dando-nos a renovação carismática ( que atingiu quase todas as denominações influenciando até setores do catolicismo romano) seguindo logo após, o neopentecostalismo, sendo levado à quase duzentas nações por apenas uma das igrejas, temos tido ultimamente muitos fatos e ações que têm deposto contra um avanço maior do evangelho no próprio Brasil.

Essa nova situação acentuada de uma década para cá ou um pouco mais,fará se não houver arrependimento e conserto, um atraso e outras nações do mundo, com crentes mais comprometidos como já fomos ocupará esse lugar e o Reino de Cristo continuará a avançar levado por outras mãos mais eficientes.

Fato é que na Rússia, Ucrânia, e outros países da extinta URSS, os novos crentes estão em um estágio de comprometimento e santidade maior que as novas gerações de crentes mais jovens no Brasil que não distinguem bem a diferença entre a mão esquerda e direita. Acrescente-se à situação do Brasil a permissividade política e moral por parte de legisladores e até de alguns lideres religiosos.

Por tudo isso, miremos no exemplo desses irmãos do outro lado do mundo, e as nossas orações para que sejam tão bem ou mais bem sucedidos do que nós somos hoje em nosso Brasil.

No registro acima o louvor em uma igreja na Rússia, com a canção Tu és o Senhor, O Meu Pastor.

Por Helvécio S. Pereira



O VÍDEO ABAIXO É DE UM PASTOR E SUAS ESPOSA, A CANÇÃO NO VÍDEO, TEM COMO TÍTULO, "FOI-SE AO TEMPO DA SECA" ( EM TRADUÇÃO LIVRE )


Andrew e Maria Kochkin Ledjaeva terminou a temporada seca






Você não se arrependerá ( pois cedo venho )  em tradução livre / Nova Geração grupo de louvor






Rússia

Em russo Россия, transl. 
Rossíya, oficialmente Federação Russa (em russo:; pron. rɐˈsʲijskəjə fʲɪdʲɪˈraʦəjə) ou Federação da Rússia, é um país localizado no norte da Eurásia. Faz fronteira com os seguintes países, de noroeste para sudeste: NoruegaFinlândiaEstôniaLetôniaLituânia e Polônia (ambas através de Kaliningrado), BielorrússiaUcrâniaGeórgiaAzerbaijãoCazaquistãoChinaMongólia e Coreia do Norte. Faz também fronteiras marítimas com o Japão, pelo Mar de Okhotsk, e com os Estados Unidos, pelo Estreito de Bering. Com 17.075.400 de quilômetros quadrados, a Rússia é o país com maior área do planeta, cobrindo mais de um nono da área terrestre. A Rússia também é o nono país mais populoso, com 142 milhões de habitantes.
A história do país inicia-se com os eslavos do leste, que surgiram como um grupo reconhecido na Europa entre os séculos III e VIII. Fundada e dirigida por uma classe nobre de guerreiros vikings e pelos seus descendentes, o primeiro Estado eslavo, a Rússia Kievana, surgiu no século IX e adotou o Cristianismo ortodoxo do Império Bizantino em 988,dando início à síntese das culturas bizantina e eslava que definiriam a cultura russa. A Rússia Kievana finalmente se desintegrou e suas terras foram divididas em vários pequenos Estados feudais. O Estado sucessor de Kiev foi a Moscóvia, que serviu como a principal força no processo de reunificação da Rússia e na luta de independência contra aHorda de Ouro. A Moscóvia gradualmente reunificou os principados russos e passou a dominar o legado cultural e político da Rússia Kievana. Por volta do século XVIII, o país teve grande expansão através da conquista, anexação e exploração de territórios, tornando-se o Império Russo, que foi o terceiro maior império da história, se estendendo da Polônia, na Europa, até o Alasca, na América do Norte.
Estabeleceu poder e influência em todo o mundo, desde os tempos do Império Russo, entre 1721 e 1917, até ser a maior e principal república constituinte da União Soviética, entre 1922 e 1991, o primeiro e maior Estado socialista constitucional e reconhecido como uma superpotência, que desempenhou um papel decisivo após a vitória aliada na Segunda Guerra Mundial, que durou de 1939 a 1945. A Federação Russa foi criada na sequência da dissolução da União Soviética, em 1991, mas é reconhecida como um Estado sucessor da URSS.
A Rússia é a oitava ou nona maior economia do mundo por PIB nominal e a sexta maior economia do mundo emparidade do poder de compra, com o quinto maior orçamento militar nominal e o terceiro maior em PPC. É um dos cinco Estados reconhecidos com armas nucleares do mundo, além de possuir o maior arsenal de armas de destruição em massa do planeta . A Rússia é membro permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas, membro do G8,G20, APEC, OCX, EurAsEC, além de ser um destacado membro da Comunidade dos Estados Independentes. O povo russo pode se orgulhar de uma longa tradição de excelência em todos os aspectos das artes e das ciências, bem como uma forte tradição em tecnologia, incluindo importantes realizações como o primeiro voo espacial humano.

Fonte: Wikipedia a enciclopédia livre

IGREJA NOVO TEMPO ( NEW TIME CHURCH UCRÂNIA )

Parte da reunião na igreja, parte do período de louvor. Ore por esses irmãos na Ucrânia um país aberto à pregação do Evangelho nesse momento, particularmente pelo pastor Andriy Kuksenko e esposa ( a que dirige o louvor nesse vídeo )


ХСЦ "НОВОЕ ВРЕМЯ" Прославление ТАНЦУЙ!!!

( HSTS "NOVO TEMPO" ADORE E DANCE!!!






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sexta-feira, 4 de outubro de 2013

EU GOSTAVA MAIS DO CAIO FÁBIO MAIS GORDO, TÃO FLEUMÁTICO QUANTO NA SUA FLEUMA QUE RI FÁCIL, MEIO "À LA" MONA LISA, DAS COISAS E DOS OUTROS APARENTEMENTE ( E SÓ APARENTEMENTE ) DE FORMA TÃO MENOS DURA... E GOSTO MENOS DELE HOJE SENTADO COMO UM GURU DE FALA PREGUIÇOSA E CHATAMENTE ARRASTADA... MAS NÃO DEVO OUVIR SÓ QUEM EU GOSTE E PORQUE GOSTE, MAS NAQUILO QUE HÁ A VERDADEIRA RAZÃO, E NESSA EU CONCORDO COM ELE...



Com reservas ao que é dito como última palavra, como se fosse ele o único a ver o que ninguém mais vê, etc, mas como visão que eu também compartilho e defendo há tanto tempo desde o início dos meus blogs evangélicos e sinteticamente teológicos, pragmaticamente teológicos... gostei mesmo sobre as besteiras ditas por todos nós contra adversários cristãos, pasmemos todos: contra irmãos, algo tão freqüentemente prazeroso hoje na web hoje e com tanta dureza e maldade. Foi o melhor dito nesse vídeo, pena que o rev. Caio Fábio não tenha humildemente se incluído nessa declaração tão verdadeira, mas pela validade, estará perdoado.

Sobre isso postei o seguinte comentário acerca do vídeo acima e do que é dito pelo rev Caio Fábio:


[...foi didática e economiza lero-lero que não conduza a nada, mas ele foi desta vez extremamente delicado com Calvino e bateu claramente em Armínio. Concordo que não convém brigar nem por um nem por outro (menos ainda por Calvino e fugir dos "calvinianismos"! ), mas ele bem que podia se incluir nas bobagens que todos nós falamos...( e que ele Caio Fábio também fala... ) E que o Senhor tenham misericórdia de todos nós ( de Caio a Macedo, passando por Malafaias, Valadões, Hernandez e tantos outros de nós mesmos, amém! )]





OBS: E... o ouvir o que é verdadeiro apesar de não ir com a cara de um irmão, com o jeito de alguém que eu não admire ou tenha algo contra, por exemplo, por "n", ou por "x" motivos, é que consiste a verdadeira sabedoria!



Por Helvécio S. Pereira







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HÁ DE SE FAZER UMA JUSTA SEPARAÇÃO: ENTRE OS ERROS DO CALVINISMO E OS CRENTES CALVINISTAS! BOA PARTE DELES QUE FORAM ALICIADOS E CONVENCIDOS, PÓS SUA CONVERSÃO GENUINA, A SE TORNAREM CALVINISTAS, ESSES OS DE FATO NASCIDOS DE NOVO, OUTROS NUNCA NASCERAM DE NOVO E SÓ O SÃO POR UM TIPO DE TRADIÇÃO OU UM TIPO DE CRISTIANISMO ANTI-CATÓLICO ROMANO


Assista nessa postagem as duas partes em vídeo com as falas oportunas e claras do teólogo e escritor cristão Dave Hunt. Refute-as se puder ou for obstinadamente teimoso, e para tal terá que ser decididamente desonesto mudando muitos fatos e informações. Entretanto se for honesto, sincero e deixar-se guiar pela Bíblia e pelo esclarecimento pessoal do próprio Senhor,conseguirá por de lado toda a tranqueira pseudo-espiritual do calvinismo, e espero que esses calvinistas nascidos de novo e que de fato amam ao Senhor e Deus, salvador de todos nós Jesus Cristo, se tornem a próxima geração de verdadeiro pregadores do verdadeiro Evangelho com poder e impacto n]ao só no Brasil mas em tantos lugares do mundo carentes da mensagem da verdadeira salvação.

A tradução dos dois vídeos aqui lincados para visitação e apreciação é resultado do obstinado trabalho de tradução da irmã em Cristo Glória Hefzibá e de um outro irmão que ainda colocarei os devidos e justos créditos aqui.

Acima você pôde ver a segunda parte ( a primeira pode ser assistida no seguinte LINK )

Por Helvécio S. Pereira




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domingo, 29 de setembro de 2013

AS PESSOAS TÊM TRATADO O CALVINISMO COM UMA COMPLACÊNCIA QUE O CALVINISMO NÃO TRATA OS DEMAIS CRISTÃOS, ENQUANTO MUITAS AFIRMAÇÕES DO CALVINISMO SÃO DECIDIDA E CLARAMENTE HERESIAS GROSSEIRAS, ABSURDAS E TOLAS


Quinhentos anos depois o calvinismo sobrevive e aparenta trazer luz ao protestantismo com base no que sugere que sejam lacunas e incoerências no conjunto de compreensões por eles mesmos convenientemente lembradas como arminianas, o que não é a verdade. Suas afirmações são autodenominadas por eles como totalmente bíblicas quando não o são e as arminianas tratadas e vistas com desdém e sim como reais heresias.

Não há dúvida que no seu contexto histórico e regional  o calvinismo foi a única mensagem com alguma base bíblica e com ênfase clara na salvação pela graça e somente em Jesus Cristo contra o catolicismo poderoso institucionalmente. Não há  dúvida que um calvinista crendo em Jesus Cristo como Salvador e não simplesmente enamorado por uma cosmovisão bíblica particular e não somente um apaixonado por sua igreja calvinista seja um salvo tanto quanto outro cristão e crente da mais particular denominação cristã, na história ou em alguma outra parte do mundo. Não é essa a questão!

Se alguém fosse mais "salvo" por ser arminiano ou calvinista ou até mesmo católico romano, ou pentecostal, ou neopentecostal, não seria salvação pela graça mas outra coisa anti e portanto extra bíblica!O fato é que no decorrer da história, homens e mulheres sempre se esforçaram sinceramente para ter uma compreensão melhor das coisas de Deus, e isso é de fato algo inteiramente legítimo e louvável embora o resultado não seja em todos os casos e em todo o tempo o que deveria ser. Os exemplos são vários, no passado e hoje, e vale nesses casos todos, pelos frutos se conhece a árvore! Isso não significa que tudo o que os calvinistas fazem ou dizem seja ilegitimo ou que arminianos afirmem esteia igualmente o tempo todo e inteiramente perfeito e correto, e vice versa, não se trata disso.

A verdade é que tanto calvinista que se engajam nessa cruzada desnecessária e arminianos que priorizam esse tipo de debate, erram pois há certamente muitas outras coisas em que ambos, por priorizem exatamente essas coisas e esse tipo de disputa, relegam a um segundo plano ou nunca põem em prática do ponto de vista das Escrituras. Ambos nesse sentido erram e pior promovem um erro maior e uma distorção e desvio de prioridades dentro do cristianismo. Talvez seja isso como judeus e samaritanos sobre onde se deva adorar a Deus. Jesus não respondeu a questão lembrada pela mulher samaritana, dizendo que há uma água da vida a ser buscada, desejada e obtida, muito além dessas questões.


Entretanto há algo a ser dito: para um calvinista converter um arminiano em calvinista é aparentemente uma coisa honrosa, urgente e prioritária a ser feita mais ou menos como tirar alguém das trevas mais profundas de uma caverna e trazê-lo para a luz da manhã em uma bela e ensolarada planície, o que não é a verdade sobre todos os aspectos, sejam bíblicos, factuais, históricos, etc.

O calvinismo não abre as possibilidades, fecha-as mesmo em se tratando das coisas de Deus. Listá-las agora seria impossível ou pelo menos impróprio pois redundaria em mais um livro, entre tantos já escritos e publicados. O calvinismo parece ter algum sucesso contra católicos, contra espíritas, contra ateus, no que juntamente com os demais cristãos,católicos, protestantes e até paraprotestantes compartilham as mesmas verdades igualmente compreendidas. E não por trazer uma novidade importante e certeira! Há ainda uma afirmação importante que prevalece, e deve prevalecer sempre, contra os novos cristão liberais, acerca da inafabilidade das Escrituras como a Palavra de Deus, mas essa não é uma afirmação particular e nem exclusiva do calvinismo!

Calvinistas ficam profundamente ofendidos quando se diz que o calvinismo é uma heresia ( e o é de fato ) quando usam e abusam, ora educadamente, ora truculentamente, contra os objetivamente identificados como "arminianos". Aliás a semelhança do socialismo e do comunismo, que não encontra afirmação sem a critica sistemática ao capitalismo, o calvinismo não consegue pregar a sua própria verdade sem crítica ao catolicismo e mais ainda ( pela sua própria impotência contemporânea frente ao próprio catolicismo por causa dos desvios liberais das poderosas igrejas presbiterianas nos EUA e na Europa ) ao que considera como protestantismo arminiano.

Outrossim é que a grande maioria dos calvinistas hoje, no Brasil, foram convertidos a Cristo, não no calvinismo, mas nas igrejas justamente "arminianas".  Isso por si é uma incoerência clara e uma evidência de que as coisas não podem ser como descreve-nos a cosmovisão calvinista. Pois enquanto as igrejas reformadas murcham, diminuem as suas igrejas e membros, as arminianas crescem e se multiplicam. Calvinistas alegam que essas igrejas arminianas crescem justamente por não pregarem, segundo eles, "um verdadeiro evangelho", que curiosamente seria o "evangelho calvinista", o que por razões factuais não corresponde à verdade.

De fato, em uma lista breve e baseada em afirmações das Escrituras, a crença prevalecente calvinista leva suas igreja, pastores e membros a não praticarem uma boa parte de ordenanças e pior a negá-las, entre elas a de expulsar demônios, curar enfermos, profetizarem, etc.

Entretanto a afirmação mais desastrosa e desastrada é a negação da eficácia do amor de Deus, expressa e registrada em João 3:16 de que Deus amou o mundo de tal maneira que  Jesus tenha morrido para salvar a todos, o que afirmam baseada numa tosca interpretação linguística e em uma forçassação de barra com vista a proteger de refutação a sua crença desastrosamente herética e insustentável tanto biblicamente como factualmente sobre a eleição e predestinação.

O que fazer? tanto "calvinistas" como "arminianos", todos nós devemos ter a louvável e ideal atitude de Enoque. Nos dizem as Escrituras: "Enoque andou com Deus"... menos do que isso é nos convencermos que somos, temos e fazemos algo que talvez não sejamos, não tenhamos ou não façamos. Uma prova contundente e inegável é que o tradutor da Bíblia para a língua portuguesa, João Ferreira de Almeida era calvinista e missionário da Igreja Reformada da Holanda, e que temve entre outras lutas de refazer o seu penoso trabalho de tradução duas vezes, para que hoje confortável e preguiçosamente, pudéssemos ter em nossas mãos as Escrituras como Palavra inerrante de Deus em nossas mãos, todos calvinistas e arminianos. Logo muito dessa cruzada por nada é para muitos irmãos um sintoma grave de falta do que fazer no grande Reino de Deus.

Há um evangelho a ser pregado aos perdidos que morrem diariamente e entra na eternidade para o sofrimento eterno há todos os minutos e segundos de um dia. É uma sorte, ouvir, crer e aceitar essa tão grande e graciosa salvação. Isso não é pouca coisa. Simplificada e diretamente, pregar o Evangelho é apontar para o Salvador Jesus Cristo, e arminianos tanto como calvinistas nascidos de novo e que amam ao Senhor,  com testemunhos de que o Deus da Bíblia é o único, real e verdadeiro Deus, são as únicas pessoas sobre a terra para anunciar a salvação aos demais perdidos. Não percamos tempo, com o  que presunçosamente achamos que entendemos. Prossigamos em conhecer ao Senhor, deixemo-nos sermos guiados por Ele conforme Sua promessa expressa na Sua fiel e verdadeira revelação registrada na nossas velhas e boas Bíblias Sagradas! Amém!

Assistam essa primeira parte e também a segunda parte do vídeo com o teólogo e escritor Dave Hunt e tire todas as suas dúvidas. A segunda parte do vídeo como demais informações podem ser vistas clicando no seguinte LINK, acesso-o logo após ver a primeira parte do vídeo acima dessa postagem!

Por Helvécio S. Pereira




Sobre o nível nos debates que são sempre infindáveis em que sobra desprezo e falta amor, sempre que quando se faz necessário tirar o debatedor da conversa chega a ser muitas vezes engraçado, coisa que vinda do lado que vier não é do meu prazer e nem tem a minha concordância. Vejam a resposta de um arminiano  contra um calvinista:


COISAS QUE FILIPE NUNCA DISSE AO EUNUCO ETÍOPE:

"Que me impede de ser batizado?"

- Olha, você conhece as doutrinas da denominação? Sabe o que fazemos com o dinheiro que entra? Conhece todas as convenções etc.? Sabe qual é a maneira que a denominação interpreta e celebra a Ceia do Senhor? Sabe o que significa "aspersão" ou "imersão"? Não sabe? Vamos precisar fazer um curto discipulado de uns 6 meses com essas questões, ok? Aí depois o pastor-presidente te batiza, é que eu não tenho a autorização ainda. E pode largar esse rolo de Isaías. Taqui a Confissão de Westminster, bem melhor.




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