"Oceans"

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terça-feira, 10 de junho de 2014

CRIAÇÃO OU EVOLUÇÃO, VOLTANDO AO ASSUNTO ( PARTE I )


ESSES ATIVISTAS ATEUS... ACHARAM QUE MARCARAM UM PONTO... MAS ERRARAM FEIO ( DE NOVO)

Errado! a Evolução é sim uma teoria... a gravidade é um fato cotidiano... a diferença é que ninguém vai ver uma chimpanzé dando a luz a uma Juliana Paz... há uma teoria difícil para explicar a força da gravidade, difícil e pouco conhecida, mas a gravidade independe do que eu ache dela, a experimentamos todos os dias e a todos os momentos. Já a evolução não! Não há de fato nenhuma prova dela no dia a dia. A grande contribuição da controvérsia darwiniana foi, não a Evolução, mas a MUTAÇÃO, que é outra coisa, mas um leigo ou uma pessoa mal informada sobre o assunto não vê a diferença entre uma e outra coisa..



Essa foi a minha resposta a uma postagem de fonte atéica em uma rede social importante, no caso no facebook. Algumas pessoas a leram e concordaram comigo, posicionando em oposição ao que o poster reivindicava e comemorava.

Ainda em resposta, em um lembrete de meu filho ainda postei:

No Residente Evil 2 ( APOCALIPSE ) há uma fala de um cientista com a personagem principal ( Alice ) "Você não é uma MUTAÇAO, você é uma EVOLUÇÃO!" Se até o roterista de ficção sabe a diferença... rs... rs... rs... rs... 





VEJAMOS O QUE PODE SER REFLETIDO NA POSTAGEM ABAIXO:

Para várias pessoas o debate traz respostas à dúvidas e à perguntas não feitas ou não respondidas. Uma boa parte das pessoas, na maioria as que tiveram acesso à educação formal e bem além da educação básica, mais por alinhamento a um novo patamar educacional, curso superior, área de conhecimento, etc, escolhem defender o Evolucionismo ou à Teoria da Evolução. È como preferir um time de futebol, uma cor ou um gênero musical.



O que transparece para as demais pessoas é um aparente nível de conhecimento mais aprofundado, atualizado, “científico”, o que não é exatamente a verdade. Isso é mais patente pela exagerada simplificação do que foi o processo de construção da própria teoria, e o que de fato redundou de benefício e de conhecimento prático para a própria ciência e para o desenvolvimento de outros procedimentos na área da biologia, farmácia, medicina, etc. 



Algo que seria dito no final, estamos todos com o mesmo dilema: o do surgimento do ovo ou da galinha, não havendo como supor logicamente, de um ou de outro modo, com base somente na nossa experiência diária com a realidade do mundo como cenário da vida, testemunhado por nós a cada dia, geração após geração.



Afirmar que a vida “evoluiu” é muito mais um esforço inconsciente de tirar Deus do processo do surgimento da vida ( como a ciência o faz em suas descrições sistematizadas ) do que qualquer busca sincera da verdade, como demonstro a seguir.



Se Deus existe, pouco ou nada importa filosoficamente ( lembrando do real significado do pensar filosófico ) se a vida para sua maturidade na terra, ascendeu repentinamente a um status satisfatório ou se evoluiu vagarosamente através de ensaios e erros. Ao vermos um universo com tal complexidade pronto e funcional, quem quer que o tenha feito, não teria nenhuma limitação ou necessidade para fazê-lo do segundo modo.



Do mesmo modo se Deus não existe e se a matéria irrazoalvemente se autocriou e se autoformou, faltaria para uma criação e construção paulatina uma inteligência e um juízo para julgar, ou seja, avaliar os pontos negativos e positivos de qualquer mudança, entenda-se evolução. Ou seja no quesito razoabilidade, coerência filosófica, a evolução é uma excrecência. O interessante é que essas questões filosófica, e não menos importantes, e até basilares, ficam completamente de fora dos debates correntes e apresados sobre o assunto.



Do ponto de vista moral, ético, é conveniente para certos interesses, tirar a ideia e a pessoalidade de Deus da cena da história humana, seja individual ou coletiva. Pois afinal Deus é um incômodo à liberdade humana. Para muitos, dar contas, ter uma ética que escapa a que podemos e queremos livremente construir, é um entrave a toda forma de autoexistencia. Aos animais é irrelevante que Deus exista ou não, tenha opiniões ou não, mas tal coisa é extremamente incômoda e restritiva ao homem somente.

Mas afinal a Evolução é uma comprovação científica? 

A resposta é não! embora no rol de indícios haja de fato e naturalmente elementos que a apontem como outros que a desapontem como verdade e realidade. O que acontece é que em debates gerais, nenhuma das partes, contra e a favor, dominem ou ao menos consigam elencar todos os elementos, todos os pontos, e rivalizá-los, compará-los um a um. Muitos ficam de fora, muitos são mal confrontados e muitos são infelizes, ou seja, não corresponde ao que se sabe.

Antes de prosseguirmos demos uma rápida olhada no que seja de fato a ciência, e se ela é homogênea como instituição e como representação da verdade absolutas. Sim a Ciência é uma instituição humana, de consolidação muito recente em termos históricos, não homogênea, com varias correntes dentro dela, servindo a interesses diversos contaminados por vários e diferentes ativismos internos e externos, de forma que o que prevalece e chega ao grande público e a educação como instituição também só chega às pessoas depois de uma filtragem ideológica, política e econômica ( não nessa ordem necessariamente ). Logo assim como a religiosidade, as ações políticas, as ações econômicas, as ideologias, a educação podem e devam ser questionadas e submetidas à críticas razoáveis, à ciência deva se submeter o mesmo rigor. Logo a Ciência, como as demais instituições necessárias e humanas, não está exatamente acima de nada e nem é a portadora máxima e a própria “verdade”!

Logo, em um debate, quando alguém a título de encerrar uma polêmica, afirma que “a ciência diz” isso de fato não significa nada em termos de argumentação, e a afirmação só terá valor real dependendo da fonte, dos dados, do tipo de pesquisa, dos agentes ou instituição interessadas e muitas vezes, financiadora ( sim ciência tem um preço caro e quem o paga, o banca, não o faz desinteressadamente.

Finalizando essa introdução ( sim é apenas a introdução ):

Ciência e Religião buscam as mesmas respostas, para as três questões existenciais do ser humano:

De onde viemos? Quem somos? E para onde vamos?

As caríssimas viagens não tripuladas a Marte recentemente e a tão sonhada viagem tripulada ao mesmo planeta, buscam respostas a uma pergunta simples e aparentemente indiferente: a vida teria surgido lá primeiramente e de lá chegado à terra?




1 ) O tempo e a Evolucionismo ( ou a evolução )


O tempo é uma entidade tão implacável no âmbito do raciocínio e cosmovisão humanas que em termos práticos poderia ser um tipo de Deus para muitas pessoas. Tudo se submete aparentemente a ele ( o tempo ) e de forma irreparável. Logo a possibilidade de “evolução” se prende ao tempo. Pareceria impossível o surgimento ou a consolidação de algo, matéria, objeto ou ser, sem submetida à aparente onipotência do tempo. De forma bem simples, um ovo pode ser cozido imediatamente ao ser colocado em água fervente absurdamente quente, já um feijão só com mais tempo sob fervura e sobre diminuição de pressão, com tampa sobre a sua penela. Não supomos nada sem o arbítrio poderoso do tempo, as mudanças das coisas, a própria vida ou a morte.

Do mesmo modo, ao vermos diante de nós uma bela mulher jovem, com toda a sua graça e formosura, com toda a sua potencialidade intelectual e artística desenvolvidas, parece impossível de ser e de existir sem a concorrência de uma pressuposta evolução. Parece, preguiçosa e simplificadamente ser aparentemente mais lógico, essa jovem ter tido ancestrais peludos, com caudas, moradores de árvores, agitados, coletores e com certa similaridade humana. E para dar intelectualidade e razoabilidade necessárias a apreensão dessa simplificação recorre-se ao tempo, sempre com uma ou duas unidades seguidas de incontáveis e claro inexatos milhões ou até bilhões de anos.

Esquece-se contudo que a vida seja de fato uma instituição e um fenômeno tão frágil, que por si mesmo, abandonada ao casuísmo e ao meio fortuito em que ela mesma constantemente se vê em combate com si mesmo ( algo facilmente apreensível e perceptível no dia a dia ) fácil e razoavelmente se autodestruiria sem ter algo o que a salvasse, e a salvasse para quê.

Curiosamente, após a própria Ciência, como instituição ter concluído que o Universo não seria eterno, fato acontecido e concretizado somente no século XX, mais exatamente em 1947 de modo oficial e definitivo, e hoje com uma descrição minuciosa, de que o Universo, embora surgido no Big-Bang ( nome errático do próprio ponto de vista científico pois não foi nem mesmo uma explosão segundo descrição da própria Ciência ) esse surgimento, chamado corretamente de expansão, se deu em uma fração tão ínfima de tempo, que praticamente após esse mesmo lapso ínfimo de tempo, o Universo era praticamente do tamanho do que é exatamente hoje.

E aí temos duas constatações importantes e que não pode ser desprezada razoavelmente: se a matéria, entidade não viva, pode ser organizada tão imediatamente, como a vida dependeria ou demandaria uma pressuposta “evolução”? Trata-se de uma inconsistência importante.

Temos o seguinte quadro portanto:

A ciência afirma e reafirma a concorrência da organização necessária e portanto intríscica para a VIDA e despreza essa mesma concorrência ( organização necessária ) ou a pensa irrelevante para o surgimento da matéria.*

A Bíblia, como revelação e registro da tradição judáica-cristã afirma o mesmo imediatismo para o surgimento da matéria e da vida. Ou seja o Deus bíblico diferentemente das descrições científicas e até das concorrentes mitológicas não depende do elemento tempo. Deus está acima do tempo, e Ele mesmo segundo a Bíblia é o criador do Tempo, como entidade irremovível e aparentemente inseparável das coisas e dos processos.

* quadro com dados acerca do Big-Bang com o tempo imaginado, quase instantâneo, para a formação do universo, em uma próxima postagem. Tenho os dados, mas não os pude converter ao layout do blog.

Por ora o aparente conflito entre Criação e Evolução é uma opção pessoal gerida ou impulsionada por interesses de negação da existência ou não de um Deus reconhecido como Criador e com direitos sobre a sua criação, direitos intelectuais e morais. Aproximar-se apressada e afetivamente de uma teoria com fortes inferências ideologicamente materialistas é oferecer e construir subsídios à uma negação da existência de um Deus com abertura a todo processo humano autônomo, seja ético, moral, prático. Se não há Deus, não há juízo, nem Juiz, julgamento e nem condenação, e o caos bem poderia ser instaurado por quem ousar adquirir forças para fazer o que lhe convier. Tal só não aconteceu, pois de fato, a humanidade jamais se afastou de uma concebida deidade, ainda que em vários períodos da história deidades foram fonte de legitimação de atrocidades in acreditáveis, sempre houve paralelamente uma ética ordenadora e responsabilizadora que de certo modo a contivesse. Aparentemente quando o caos parecei se instaurar definitivamente, outro povo ou tribo, com outra ordem destruíra a primeira e se instauraria em seu lugar. Nos países onde o materialismo dialético se instaurou ( a última exceção é sem dúvida hoje e tardiamente a Coreia do Norte ) a ética religiosa permanecera ainda no inconsciente coletivo, ordenando moralmente toda uma sociedade semelhantemente ao estado sob influencia religiosa ou de deidade.

Por Helvécio s. Pereira 
graduado em Historia da Arte, Desenho e Plástica, Pedagogo.  



CONTINUA... ( EM UMA PRÓXIMA POSTAGEM ) -


Você, caso interesse pode visitar outras postagens nesse mesmo blog, sobre o mesmo tema, digitando no espaço para  pesquisas por palavras, tendo acesso a vídeos e debates em importantes universidades do mundo, da Europa e dos EUA, debates esses entre proeminentes evolucionistas e ateus confessos e teólogos e também cientistas de mesmas  áreas profissionais e acadêmicas criacionistas. Portanto boa investigação sobre um assunto  que é quase uma obceção atual para muitas pessoas, e por que não importante e necessária.

MAIS SOBRE O ASSUNTO EM VÁRIAS POSTAGENS ( clique no link abaixo e veja ):

Um facebookfriend simpático à Teoria da Evolução e portanto que diferentemente de mim aplaude o poster no início dessa postagem produzido por ativistas ateus brasileiros usando a figura e a formação do Pastor Silas Malafaia contra o conhecido cientista Richard Dawkins me sugeriu ver o seguinte vídeo ( eu esperava algo melhor mais consistente que uma propaganda de um dos livros do próprio Dawkins cujo debate na íntegra poderá ver no meu link um pouco antes, quando ele Dawkins e confrontado ponto a ponto por dois teólogos calvinistas e como ele cientistas renomados em áreas científicas intimamente relacionadas):
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NO VÍDEO ABAIXO, O DEBATEDOR DEFENSOR DA NÃO EXISTÊNCIA DE DEUS, MAIS EXATAMENTE DE UM CRIADOR BÍBLICO, SE ESMERA EM ATACAR AS CRENÇAS JUDAICO-CRISTÃS E NÃO CONSEGUE EM NENHUM MOMENTO RAZOÁVEL E CIENTIFICAMENTE DEFENDER O SEU PONTO DE VISTA!



PORTANTO DIVIRTA-SE E INFORME-SE!


NESSE SEGUNDO VÍDEO MAIS UMA VEZ O DEFENSOR DA IDEIA DE UM CRIADOR SER UMA ILUSÃO, FALHA NA DEFESA DE SUA IDEIA E NÃO FORNECE SUBSÍDIOS RAZOÁVEIS AO QUE SE PROPÔS: PROVAR A NÃO EXISTÊNCIA DE DEUS!




E
m uma próxima postagem me proponho a desmistificar e confrontar o simplismo de Richard Dawkins no seu livro e pior nesse vídeo promocional de seu próprio livro. Embora seja ele um profissional com formação profunda na área. Me basearei claro no que seus colegas cientistas como ele e cristãos tem dito contra as suas afirmações. Portanto aguardem e compartilhe esse debate sobre essas questões, que querendo ou não têm inferências individuais espirituais. Se Dawkins estiver certo estaremos todos livres de Deus, como o próprio Dawkins em depoimento em um dos debates por mim sugeridos se sentiu  após a sua sincera e frustrada experiência religiosa dentro da igreja Anglicana, algo bastante compreensível.

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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

TEMOS DIFERENÇAS REAIS COMO CRISTÃOS E CRENTES MAS NO ESSENCIAL CONCORDAMOS, E QUANDO SE TRATA DA EXISTÊNCIA DE UM DEUS ÚNICO E CRIADOR DE TODAS AS COISAS SOMOS UNÂNIMES NESSA JUSTA DEFESA

Thomas Nagel 
Esse artigo é fruto da pena talentosa do rev Augustus Nicodemos um conhecide o respeitado calvinista, pastor, teólogo e educador brasileiro. Publicado originalmente no O Tempora ( CLIQUE AQUI PARA ACESSAR A POSTAGEM ORIGINAL ).

É para que justamente essas informações alcance o maior número de crentes e pessoas que possam apresentar perante a alguma oposição nesse assunto apresentar últimas mudanças no mundo acadêmico e no seleto e fechado grupo de ciência no mundo.


Coisas que até um ateu pode ver


Postado por Augustus Nicodemus Lopes



Um número razoável de cientistas e filósofos ateus ou agnósticos vem em anos recentes engrossando as fileiras daqueles que expressam dúvidas sérias sobre a capacidade da teoria da evolução darwinista para explicar a origem da vida e sua complexidade por meio da seleção natural e da natureza randômica ou aleatória das mutações genéticas necessárias para tal.

Poderíamos citar Anthony Flew, o mais notável intelectual ateísta da Europa e Estados Unidos que no início do século XXI anunciou sua desconversão do ateísmo darwinista e adesão ao teísmo, por causa das evidências de propósito inteligente na natureza. Mais recentemente o biólogo molecular James Shapiro, da Universidade de Chicago, ele mesmo também ateu, publicou o livro Evolution: A View from 21st Century onde desconstrói impiedosamente a evolução darwinista.
Thomas Nagel


E agora é a vez de Thomas Nagel, professor de filosofia e direito da Universidade de Nova York, membro da Academia Americana de Artes e Ciências, ganhador de vários prêmios com seus livros sobre filosofia, e um ateu declarado. Ele acaba de publicar o livro Mind & Cosmos (“Mente e Cosmos”) com o provocante subtítulo Why the materialist neo-darwinian conception of nature is almost certainly false (“Por que a concepção neo-darwinista materialista da natureza é quase que certamente falsa”), onde aponta as fragilidades do materialismo naturalista que serve de fundamento para as pretensões neo-darwinistas de construir uma teoria do todo (Não pretendo fazer uma resenha do livro. Para quem lê inglês, indico a excelente resenha feita por William Dembski e o comentário breve de Alvin Plantinga).

Estou mencionando estes intelectuais e cientistas ateus por que quando intelectuais e cientistas cristãos declaram sua desconfiança quanto à evolução darwinista são descartados por serem "religiosos". Então, tá. Mas, e quando os próprios ateus engrossam o coro dos dissidentes?

Neste post eu gostaria apenas de destacar algumas declarações de Nagel no livro que revelam a consciência clara que ele tem de que uma concepção puramente materialista da vida e de seu desenvolvimento, como a evolução darwinista, é incapaz de explicar a realidade como um todo. Embora ele mesmo rejeite no livro a possibilidade de que a realidade exista pelo poder criador de Deus, ele é capaz de enxergar que a vida é mais do que reações químicas baseadas nas leis físicas e descritas pela matemática. A solução que ele oferece – que a mente sempre existiu ao lado da matéria – não tem qualquer comprovação, como ele mesmo admite, mas certamente está mais perto da concepção teísta do que do ateísmo materialista do darwinismo.

Ele deixa claro que sua crítica procede de sua própria análise científica e que mesmo assim não será bem vinda nos círculos acadêmicos:

“O meu ceticismo [quanto ao evolucionismo darwinista] não é baseado numa crença religiosa ou numa alternativa definitiva. É somente a crença de que a evidência científica disponível, apesar do consenso da opinião científica, não exige racionalmente de nós que sujeitemos este ceticismo [a este consenso] neste assunto” (p. 7).

“Eu tenho consciência de que dúvidas desta natureza vão parecer um ultraje a muita gente, mas isto é porque quase todo mundo em nossa cultura secular tem sido intimidado a considerar o programa de pesquisa reducionista [do darwinismo] como sacrossanto, sob o argumento de que qualquer outra coisa não pode ser considerada como ciência” (p.7).

Ele profetiza o fim do naturalismo materialista, o fundamento do evolucionismo darwinista:

“Mesmo que o domínio [no campo da ciência] do naturalismo materialista está se aproximando do fim, precisamos ter alguma noção do que pode substitui-lo” (p. 15).

Para ele, quanto mais descobrimos acerca da complexidade da vida, menos plausível se torna a explicação naturalista materialista do darwinismo para sua origem e desenvolvimento:

“Durante muito tempo eu tenho achado difícil de acreditar na explicação materialista de como nós e os demais organismos viemos a existir, inclusive a versão padrão de como o processo evolutivo funciona. Quanto mais detalhes aprendemos acerca da base química da vida e como é intrincado o código genético, mais e mais inacreditável se torna a explicação histórica padrão [do darwinismo]” (p. 5).

“É altamente implausível, de cara, que a vida como a conhecemos seja o resultado da sequência de acidentes físicos junto com o mecanismo da seleção natural” (p. 6).

Não teria havido o tempo necessário para que a vida surgisse e se desenvolvesse debaixo da seleção natural e mutações aleatórias:

“Com relação à evolução, o processo de seleção natural não pode explicar a realidade sem um suprimento adequado de mutações viáveis, e eu acredito que ainda é uma questão aberta se isto poderia ter acontecido no tempo geológico como mero resultado de acidentes químicos, sem a operação de outros fatores determinando e restringindo as formas das variações genéticas” (p. 9).

Nagel surpreendentemente defende os proponentes mais conhecidos do design inteligente:

“Apesar de que escritores como Michael Behe e Stephen Meyer[1] sejam motivados parcialmente por suas convicções religiosas, os argumentos empíricos que eles oferecem contra a possibilidade da vida e sua história evolutiva serem explicados plenamente somente com base na física e na química são de grande interesse em si mesmos... Os problemas que estes iconoclastas levantam contra o consenso cientifico ortodoxo deveriam ser levados a sério. Eles não merecem a zombaria que têm recebido. É claramente injusta” (p.11).

Num parágrafo quase confessional, Nagel reconhece que lhe falta o sentimento do divino que ele percebe em muitos outros:

“Confesso um pressuposto meu que não tem fundamento, que não considero possível a alternativa do design inteligente como uma opção real – me falta aquele sensus divinitatis [senso do divino] que capacita – na verdade, impele – tantas pessoas a ver no mundo a expressão do propósito divina da mesma maneira que percebem num rosto sorridente a expressão do sentimento humano” (p.12).

Para Nagel, o evolucionismo darwinista, com sua visão materialista e naturalista da realidade, não consegue explicar o que transcende o mundo material, como a mente e tudo que a acompanha:

“Nós e outras criaturas com vida mental somos organismos, e nossa capacidade mental depende aparentemente de nossa constituição física. Portanto, aquilo que explicar a existência de organismos como nós deve explicar também a existência da mente. Mas, se o mental não é em si mesmo somente físico, não pode, então, ser plenamente explicado pela ciência física. E então, como vou argumentar mais adiante, é difícil evitar a conclusão que aqueles aspectos de nossa constituição física que trazem o mental consigo também não podem ser explicados pela ciência física. Se a biologia evolutiva é uma teoria física – como geralmente é considerada – então não pode explicar o aparecimento da consciência e de outros fenômenos que não podem ser reduzidos ao aspecto físico meramente” (p. 15).

“Uma alternativa genuína ao programa reducionista [do darwinismo] irá requerer uma explicação de como a mente e tudo o que a acompanha é inerente ao universo” (p.15).

“Os elementos fundamentais e as leis da física e da química têm sido assumidos para se explicar o comportamento do mundo inanimado. Algo mais é necessário para explicar como podem existir criaturas conscientes e pensantes, cujos corpos e cérebros são feitos destes elementos” (p.20).

Menciono por último a perspicaz observação de Nagel, que se a mente existe porque sobreviveu através da seleção natural, isto é, por ter se tornado na coisa mais esperta para sobreviver, como poderemos confiar nela? E aqui ele cita e concorda com Alvin Plantinga, um filósofo reformado renomado:

“O evolucionismo naturalista provê uma explicação de nossas capacidades [mentais] que mina a confiabilidade delas, e ao fazer isto, mina a si mesmo” (p. 27).

“Eu concordo com Alvin Plantinga que, ao contrário da benevolência divina, a aplicação da teoria da evolução à compreensão de nossas capacidades cognitivas acaba por minar nossa confiança nelas, embora não a destrua por completo. Mecanismos formadores de crenças e que têm uma vantagem seletiva no conflito diário pela sobrevivência não merecem a nossa confiança na construção de explicações teóricas do mundo como um todo... A teoria da evolução deixa a autoridade da razão numa posição muito mais fraca. Especialmente no que se refere à nossa capacidade moral e outras capacidades normativas – nas quais confiamos com frequência para corrigir nossos instintos. Eu concordo com Sharon Street [professora de filosofia na Universidade de Nova York] que uma auto-compreensão evolucionista quase que certamente haveria de requerer que desistíssemos do realismo moral, que é a convicção natural de que nossos juízos morais são verdadeiros ou falsos independentemente de nossas crenças” (p.28).

Não consegui ler Nagel sem lembrar do que a Bíblia diz:

"Tudo fez Deus formoso no seu devido tempo; também pôs a eternidade no coração do homem, sem que este possa descobrir as obras que Deus fez desde o princípio até ao fim" (Eclesiastes 3:11).

"De um só Deus fez toda a raça humana para habitar sobre toda a face da terra, havendo fixado os tempos previamente estabelecidos e os limites da sua habitação; para buscarem a Deus se, porventura, tateando, o possam achar, bem que não está longe de cada um de nós" (Atos 17:26-27).

Nagel tem o sensus divinitatis, sim, pois o mesmo é o reflexo da imagem de Deus em cada ser humano, ainda que decaídos como somos. Infelizmente o seu ateísmo o impede de ver aquilo que sua razão e consciência, tateando, já tocaram.


....

quarta-feira, 27 de julho de 2011

UM UNIVERSO AUTO EXISTENTE, DE ONDE VEM ESSA IDÉIA? É DE FATO "TÃO NOVA ASSIM"?

Richard Dawkins cientista ateu confesso e evolucionista
Pode de fato parecer uma reiterada revisitação a assunto que é fonte de debate sem avanços de ambos os lados ( não que necessáriamente haja possibilidade de prova inrrefutavelmente atéica ou massacre cabal dos mesmos, o que só acontecerá irreversivelmente, segundo pressupostos deistas, com a revelação final do Criador em inanulável Juízo Final ). Ou seja quando finalmente Deus em pessoa se manifestar visivelmente diante de todos os seres humanos, toda essa discussão estará tardiamente superada.

De fato os crentes não perdem nada em afirmar constantemente o que afirmam mas não é razoável os ateus pagarem para ver. Vai ver que no final haja de fato um céu para os crentes e um ifnerno para os demais, ao qual adentra cada ser humano, um a um, solitaria e irreversivelmente? 

De fato uma provocação bastante válida e que cada ateu deveria seriamente e razoavelmente ( um elemento que enfatizam sempre em oposição ao pressuposto "fanatismo religioso" ) considerar hoje e agora em suas próprias vidas.

Por Helvécio S. Pereira 


[Richard Dawkins, eminente cientista versado em etologia[1] e autor de livros, descreve a pessoa que não crê na evolução da seguinte maneira: “Pode-se afirmar com a mais absoluta certeza que se você encontrar alguém que alega não acreditar na evolução, está diante de uma pessoa ignorante, tola ou doente mental – ou mesmo perversa, mas prefiro não considerar esta última hipótese”.[2]

Segundo uma pesquisa de opinião pública realizada pela CBS, essa descrição feita por Dawkins retrata a maioria dos cidadãos americanos. A pesquisa demonstra que “os americanos não acreditam que o ser humano originou-se a partir de um processo evolutivo [...] apenas 13% dos entrevistados declaram que Deus não teve qualquer participação [i.e., na criação]”, e “cerca de dois terços dos americanos querem que o criacionismo bíblico seja ensinado nas escolas junto com a evolução”.[3]

Em seu livro que se tornou um best-seller, intitulado The Blind Watchmaker [i.e., O Relojoeiro Cego], Dawkins argumenta que o universo existe sem nenhum projeto, ao declarar: “Eu desejo convencer o leitor de que por coincidência a perspectiva darwinista não só é verdade, mas que ela também é a única teoria conhecida que, em princípio, pode explicar o mistério de nossa existência”.[4] E o pior é que Dawkins acha que está absolutamente certo.

Outros que compartilham da mesma autoconfiança de Dawkins são os editores da revista ScienceWeek. Num editorial, eles achincalharam a perspectiva criacionista classificando-a como “blasfêmia”; acusaram os criacionistas de pensadores primitivos que “crêem que a terra é uma panqueca plana de alguns milhares de anos de idade, que se apóia nas costas de quatro elefantes gigantes”. Além disso, eles advertiram os Estados Unidos para que deixem os “beatos” fora do ensino público, porque “eles subvertem o ensino da ciência nas escolas públicas”.[5]

Ken Ham, um eminente porta-voz do criacionismo bíblico, fundador e presidente da organização Answers in Genesis [i.e., Respostas em Gênesis; sigla em inglês: AiG], foi ridicularizado e censurado recentemente pela imprensa secular por causa da construção do Museu da Criação, orçada em 25 milhões de dólares, situado em Petersburg (Estado do Kentucky), nas proximidades de Cincinatti (Estado de Ohio). O site da AiG na internet revela que o museu “proclamará ao mundo que a Bíblia é a autoridade suprema em todas as questões de fé e prática, bem como em todas as áreas a que se refere”.[6]

Andrew Kantor, colunista do jornal USA Today, chamou esse museu de “estorvo nacional” que utiliza “ciência fraudulenta para convencer pessoas ingênuas a acreditarem em tolices”.[7] O grande cisma que divide aqueles que crêem na criação e aqueles que não crêem já existe há séculos. Entretanto, os evolucionistas têm se tornado cada vez mais agressivos e mais determinados do que nunca a eliminar Deus daquilo que eles consideram ser o cenário originado a partir do Big Bang [i.e., a hipótese da “Grande Explosão Cósmica”].

A partir de quando surgiu essa grande mentira? No século VI a.C. já havia gregos que rejeitavam o conceito de um plano (ou propósito) inteligente evidenciado no universo. O biógrafo Desmond King-Hele escreveu que o grego Anaxímenes acreditava que a vida “originou-se na água, [...] surgiu espontaneamente num lodo primitivo”. King-Hele ainda escreveu que outro grego acreditava que o ser humano “desenvolveu-se a partir dos peixes num processo gradual”.[8] No primeiro século d.C., o apóstolo Paulo confrontou os cidadãos atenienses, inteligentes apesar de serem pagãos, com uma simples afirmação explicativa sobre a criação, referindo-se ao “Deus que fez o mundo e tudo o que nele existe” (At 17.24).

Até mesmo na Europa cristã de meados do século XVIII, naturalistas como o botânico sueco Carolus Linnaeus [conhecido em língua portuguesa como Carlos Lineu) e o francês Georges de Buffon levantaram dúvidas sobre o conceito da Criação, sem, contudo, descartar a ação de Deus.

Houve vários evolucionistas precoces, embora na sua maioria desconhecidos, entre os quais se inclui Erasmus Darwin, o avô de Charles Darwin. Erasmus escreveu acerca da concepção evolucionista em seu livro intitulado Zoonomia. O cientista e filósofo francês Pierre de Maupertuis[9], escreveu extensivamente sobre mutação e o naturalista francês Jean Baptiste Lamarck concebeu uma teoria por ele denominada de “transformismo”[10] [também conhecida por Lamarckismo.] Entretanto, o livro On the Origin of Species [traduzido em português sob o título A Origem das Espécies] da autoria de Charles Darwin, publicado em 1859, denominado “o livro que chocou o mundo”, produziu a ampla aceitação da Teoria da Evolução.

Em termos simples, o livro A Origem das Espécies propõe que, na luta pela sobrevivência do mais apto, os seres jovens de uma espécie gradativamente desenvolvem variações adaptativas através de um processo de seleção natural. Essas variações seriam transmitidas geneticamente à próxima geração, promovendo, dessa forma, a evolução da espécie. Darwin também alega que todos os organismos que apresentam relação de parentesco descendem dos mesmos ancestrais.[11]

A primeira edição do livro se esgotou no mesmo dia em que chegou às prateleiras das livrarias. Todavia, a obra não solucionou a dúvida sobre a maneira pela qual o mundo realmente veio a existir. Então entrou em cena a Teoria do Big Bang. Segundo a agência espacial do governo dos Estados Unidos, a NASA (i.e., National Aeronautics and Space Administration), o Big Bang “é a teoria científica predominante acerca da origem do universo”. 

A NASA afirma o seguinte: “O universo foi criado em algum momento compreendido entre 10 e 20 bilhões de anos atrás, a partir de uma explosão cósmica que expeliu matéria em todas as direções”. Porém, o descritivo da NASA acrescenta enfaticamente esta ressalva: “Apesar da Teoria do Big Bang ser amplamente aceita, é provável que nunca venha a ser comprovada; por isso, restarão diversas perguntas difíceis para as quais não há resposta”.[12]

Outra explanação é descrita nos seguintes termos:

Acredita-se que nosso universo tenha surgido de algo infinitamente pequeno, infinitamente quente, infinitamente denso – uma singularidade. De onde isso veio? Não se sabe. Por que isso apareceu? Não se sabe. Após seu aspecto inicial, essa singularidade aumentou (o “Big Bang”), expandiu-se, resfriou-se, partindo de uma realidade tremendamente pequena, extremamente quente, para chegar ao tamanho e temperatura de nosso universo atual. O universo até hoje continua a se expandir e esfriar; além disso, nós estamos dentro dele.[13]




Hoje em dia, a crença nas teorias da Evolução e do Big Bang permeia o sistema educacional e qualquer pessoa que tenta mudar essa situação é levada aos tribunais [nos EUA]. Em outubro de 2004, o Conselho de Educação formado por diretores de escola do distrito de Dover, no Estado da Pensilvânia, decidiu, após uma votação por 6 a 3, incluir o ensino do “projeto inteligente” [i.e., design inteligente, a concepção de que o universo exibe um propósito inteligente para o qual foi criado] junto com o ensino do darwinismo no currículo de biologia para as turmas da nona série do ensino fundamental. Tal decisão, a primeira desse tipo nos EUA, provocou um rebuliço naquele pequeno distrito escolar rural situado 32 quilômetros ao sul da cidade de Harrisburg, capital do Estado, conforme esta notícia:

Os críticos interpretam a alteração no currículo de biologia para as turmas da nona série como uma tentativa velada de obrigar os alunos de escolas públicas a aprenderem o criacionismo, uma perspectiva baseada na Bíblia que atribui a origem das espécies a Deus. As escolas normalmente ensinam a evolução, a saber, a teoria de que a Terra existe há bilhões de anos e que as formas de vida nela existentes se desenvolveram durante milhões de anos.[14]

Dos três membros do Conselho que votaram contra aquela medida, dois imediatamente renunciaram ao cargo. Eles se utilizaram da decisão tomada pela Suprema Corte dos Estados Unidos no ano de 1987, para alegar que aquele mesmo decreto de inconstitucionalidade do ensino do criacionismo no Estado da Louisiana também se aplicava ao Estado da Pensilvânia.

Enquanto isso, um tribunal federal em Atlanta, Estado da Geórgia, condenou os líderes da Comarca de Cobb por aprovarem a colocação de um adesivo na contracapa dos livros didáticos de biologia, o qual fazia a ressalva de que a evolução é uma teoria, não um fato. O juiz reconheceu que o adesivo não fazia nenhuma referência a Deus ou à religião, todavia escreveu o seguinte:

O adesivo ofereceria ocasião para o avanço do ponto de vista religioso de cristãos fundamentalistas e criacionistas, os quais tinham voz ativa no processo de escolha do livro didático a ser adotado e influenciariam tal escolha segundo sua crença de que a evolução é uma teoria, não um fato.[15]

Avanços tecnológicos recentes:

Com o gigantesco acelerador de partículas do CERN, recentemente colocado em operação, pretende-se descobrir o que ocorreu imediatamente após o suposto “Big Bang”, para entender a origem do universo.



A concepção evolucionista se enraizou com tanta profundidade no ensino público, que muitos habitantes da Geórgia chegaram a temer que seu Estado viesse a “agir como um bando de caipiras grosseiros”, permitindo qualquer coisa que insinuasse a possibilidade de tal teoria estar equivocada.

Ken Ham acredita que a mídia secular tenha interpretado maliciosamente a reeleição do presidente George W. Bush, para dar a entender que nos Estados Unidos há mais pessoas que crêem na criação do que na evolução, uma vez que a maioria votou no partido conservador. Segundo Ken Ham, os conflitos entre criação e evolução prosseguem em mais de vinte Estados do país e “muitos americanos finalmente acordaram para o fato de que os humanistas seculares se apoderaram da civilização”.[16]

Portanto, a batalha pela verdade continua. De um lado, encontram-se os evolucionistas, tais como Richard Dawkins, que riem sarcasticamente do registro de Gênesis e tratam os criacionistas como tolos que rejeitam a ciência com o intuito de empurrar o mundo de volta para a “Idade das Trevas” [i.e., a Idade Média]. Do outro lado estão os criacionistas que crêem no que Deus revelou por intermédio de Moisés e em Jesus: “No princípio, criou Deus os céus e a terra” (Gn 1.1).

É uma batalha entre a cegueira espiritual e a luz. Infelizmente, muitas pessoas não conseguem discernir os opostos nesse conflito, pois “...o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque lhe são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente” (1 Co 2.14).

Assim, a luta está fadada a se tornar mais ferrenha. (Steve Herzig e Lorna Simcox - Israel My Glory - http://www.chamada.com.br)

Steve Herzig é o diretor dos ministérios norte-americanos de The Friends of Israel.

Lorna Simcox é redatora-chefe de The Friends of Israel.

Notas:

1-Etologia é “um ramo do conhecimento que trata do caráter humano, inclusive sua formação e evolução”. Definição encontrada em “Ethology”, Merriam-Webster’s Collegiate Dictionary, 11ª ed.

2-Citado em “Unintelligent Debate”, da autoria de John Wilson, publicado na revista Christianity Today, 48, n° 9, edição de setembro de 2004, p. 63.

3-“Poll: Most Americans Don’t Believe Evolution”, publicada em 23 de novembro de 2004, acessível no site: www.newsmax.com/archives/articles/ 2004/11/22/222923.shtml.

4-Richard Dawkins, The Blind Watchmaker: Why the Evidence of Evolution Reveals a Universe Without Design, publicado no site: www.simony.ox.ac.uk/dawkins/ WorldOfDawkins-archive/Dawkins/Work/Books/blind. shtml.

5-“Creationism vs. Sanity”, publicado na edição de 23 de janeiro de 2005, acessível no site: http://scienceweek.com/editorials.htm.

6-“About the Answers in Genesis Creation Museum”, publicado no site: www.answersingenesis.org/museum/about.asp.

7-Andrew Kantor, “Good technology requires good science behind it”, publicado no jornal USA Today, edição de 4 de fevereiro de 2005, acessível no site: www.usatoday.com/tech/columnist/andrewkantor/2005-02-04-kantor–x.htm.

8-Desmond King-Hele, “Evolutionary Theory Before Charles Darwin”, publicado no livro People Who Made History: Charles Darwin, organizado por Don Nardo, San Diego, CA: Greenhaven Press, 2000, p. 34-35.

9-Bentley Glass, “Maupertuis: The First Modern Evolutionist”, publicado no livro People Who Made History: Charles Darwin, organizado por Don Nardo, San Diego, CA: Greenhaven Press, 2000, p. 44.

10-L. J. Jordanova, “Larmarck’s Theory of Transformism”, publicado no livro People Who Made History: Charles Darwin, organizado por Don Nardo, San Diego, CA: Greenhaven Press, 2000, p. 53.

11-“Darwin, Charles Robert”, publicado na Funk & Wagnalls New Encyclopedia.

12-“The Big Bang Theory”, publicado no site: http://liftoff.msfc.nasa.gov/academy/universe/b–bang.html.

13-“The Big Bang Theory: An Overview”, publicado no site: www.allaboutscience.org/big-bang-theory.htm.

14-Martha Raffaele, “School Board Oks Challenge to Evolution”, publicada por The Associated Press, acessível no site: www.msnbc.msn.com/id/6470259

15-Ken Ham, Answers in Genesis Newsletter, edição de março de 2005.

16-Ibid. ]

Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite*, outubro de 2008.



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